quinta-feira, 22 de setembro de 2011

CADA TIRO CADA MERLO

De facto o actual "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) não poderia ter escolhido melho assessor para as toradas.
Com o passar do tempo regista-se a sua extrema competência na montagem e realização de toradas.
Mais. Tudo onde assesssor "toca" dá torada certa. Muitas delas enriquecidas com enchidos ou mesmo leitões.
Vamos hoje passar ao registo, para memória futura, como soi agora dizer-se, de mais uma torada que terá sido encarregado de montar, tal como pode constatr-se pela agenda da UMP prevista para o dia 20 de Setembro de 2011. Transcreve-se: "Reunião com vista à reactivação da Santa Casa da Misericórdia de Assumar. Participam o presidente do Secretariado Regional da UMP de Portalegre, o provedor da Misericórdia de Monforte, o presidente e ex-presidente da Câmara Municipal de Monforte e Aurelino Ramalho.".
Porque somos então levados a concluir que está em montagem mais uma torada, perguntarão os nossos leitores ???
Porque ainda não passaram 15 dias sobre a nomeação de uma Comissão Administrativa, nomeação essa feita pelo Ordinário do Lugar, para uma Misericórdia que estava a ser acompanhada e aconselhada pelo assessor/assalariado do actual "presidente" do SN da UMP.
Esse assessor/assalariado para as toradas há muito que estava a acompanhar e aconselhar os Dirigentes da referida Misericórdia com vista à revisão do respectivo Compromisso e preparação do acto eleitoral de forma a garantir o acesso ao cargo de Provedor de quem tinha um sentimento generalizado de oposição.
O sucesso do acompanhamento por parte do assessor/assalariado para as toradas do actual "presidente" do SN da UMP foi tal que obrigou o Ordionário Diocesano a intervir, nomeando uma Comissão Administrativa para essa Misericórdia, há cerca de 2 semanas.
De facto se o actual "presidente" do SN da UMP quiser continuar a afrontar os Senhor Bispos, individualmente, e a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), no seu conjunto, nada melhor do que tomar este tipo de iniciativas, nomeando o seu assessor/assalariado para as toradas, para acompanhar e aconselhar as Misericórdias em processos de revisão dos Compromissos e de aconselhamento na organização dos processos eleitorais.
Deste confronto sistemático assumido pelo actual "presidente" do SN da UMP como os Senhores Bispos e com a CEP só têm resultado dificuldades acrescidas para o necessário e até mesmo imprescindível diálogo com a Hierarquia da Igreja.
Ainda todos lembraremos que a CEP não reconhece capacidade, à actual "direcção" da UMP para com ela dialogar. Estaremos todos ainda recordados que a CEP nomeou como seu representante para dialogar com esta "direcção" da UMP, o Padre Lino Maia, que por acosa ou por mera coincidência é só o Presidente da Direcção da CNIS - Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (ex-UIPSS).
Tudo isto só pode ser obra do acaso ou de mera coincidência, o não reconhecimento de capacidade suficiente, aos actuais órgãos sociais da UMP, para dialogarem, directamente, com os Senhores Bispos, organizados na CEP.
Com a acção e intervenção do assessor/assalariado para as toradas do actual "presidente" do SN da UMP, nomeadamente, no aconselhamento da preparação do acto eleitoral já atrás referido só vem a agravar o distanciamento entre a actual "direcção" da UMP e a CEP.
Poderão as Misericórdias continuar a aceitar e a tolerar sistemáticos actos de confronto e de afrontamento sistemático aos Senhores Bispos e à CEP ???
É uma posição de confronto e de afrontamento que os Senhores Provedores quererão que a actual "direcção" da UMP tome para com os Senhores Bispos e com a CEP ???
Recordamos também aqui e agora que há cerca de um ano quando os actuais "presidentes" do SN e da Mesa do Conselho Nacional (MCN) da UMP decidiram confrontar os Senhores Bispos quando, por unanimidade, decidiram em reunião da CEP, fixar a natureza jurídico-canónica das Msiericórdias, logo surgiu um grande descontentamento por parte de muitas(os) Senhoras(es) provedores que até colocaram a possibilidade de organizar um movimento com o objectivo de destituir a actual "direcção" da UMP.
Nessa altura aflito, muito aflito mesmo, com a possibilidade de perder a sua colossal (palavra da moda) fonte de rendimentos que é a UMP, o actual "presidente" do SN da UMP solicitou a um dos seus fiéis seguidores que abordasse quem estivesse descontente de forma a apaziguar uma eventual onde de revolta, prometendo que a "direcção" da UMP iria acatar, como acatou, a decisão da CEP.
E assim pôde continuar no seu "trono doirado" o actual "presidente" do SN da UMP.
Depois do colossal fracasso que foi a missão de que foi enacrregue o assessor/assalariado para as toradas para acompanhar a revisão do Compromisso e o processo eleitoral na referida Misericórdia (não identificada para sua salvagurada) e não satisfeito só com esse fracaso, o "presidente" do SN da UMP já o nomeou para outra semelhante missão na Misericórdia do Assumar (esta identificada porque assim consta na agenda da UMP).
E porque afirmamos que a missão de que foi encarregue o assessor/assalariado para as toradas estará, mais uma vez a gerar mais e maiores conflitos com o Senhor Arcebispo de Évora a cuja Diocese pertence a Misericórdia do Assumar ???
Por várias razões.
A primeira e ressalta, imediatamente, à vista é que, para quem conheça a realidade da Misericórdia do Asssumar, sabe que esta mesma Misewricórdia não está inactiva, razão pela qual não necessita de ser reactivada, como se pode constatar pelo que está escrito na agenda da UMP para esta semana.
A Misericórdia do Assumar está activa e tem Irmandade e tem Dirigentes.
Outro facto que causa estranhesa resulta de o "presidente" do SN da UMP promover uma reunião de que encarregou o seu assessor/assalariado para as toradas para reunir com o presidente do Secretariado Regional da UMP de Portalegre, o provedor da Misericórdia de Monforte, o presidente e ex-presidente da Câmara Municipal de Monforte.
Estando activa quer a Irmandade quer a Direcção da Misericórdia do Assumar não pode deixar de causar estranhesa que para nesta reunião não intervenha ninguém da Irmandade nem da Direcção da Misericórdia do Assumar.
Mais.
A carecer de confirmação, mas é provável que a Misericórdia do Assumar ainda seja hoje Administrada por um Comissário nomeado pelo Senhor Arcebispo de Évora. 
Para quem têm a estrita obrigação de conhecer as Misericórdias não pode desconhecer que a Misericórdia do Assumar vem de há muitos anos a esta parte sendo acompanhada pelo Senhor Arcebispo de Évora.
Mais esta iniciativa, na forma como foi tomada, sem o mínimo respeito quer pela própria Misericórdia do Assumar - ignorando-se, pura e simplesmente - quer ostracizando o Senhor Arcebispo de Évora demonstra, mais uma vez, o sistemático confronto com os Senhores Bispos protagonizado pelo actual "presidente" do SN da UMP.
Não tem o mínimo de racionalidade promover uma reunião para reactivar uma Misericórdia que está activa, que tem Irmandade que ainda terá Direcção, sem que esta mesma Misericórdia do Assumar seja envolvida no processo. Pior. É que, com fortíssima probabilidade, a Misericórdia está em funcionamento de acordo com a vontade da sua Irmandade e cuja acção é desde há muito acompanhada pelo Senhor Arcebispo de Évora.
Por tudo o que aqui se regista se poderá compreender otítulo dado a esta postagem: CADA TIRO CADA MERLO.
De facto onde o assessor/asasalriado do "presidente" do SN da UMP tem particular vocação para a montagem e realização de toradas altamente desprestigiantes para as Misericórdias Portuguesas.

domingo, 18 de setembro de 2011

REPETIÇÃO DE CENA ?

Pot iniciativa do assessor para as toradas, o "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), solicitou, ao "presidente" da Mesa do Conselho Nacional (MCN) da UMP, a convocação deste Órgão para apreciação da situação actual, emergindo, nessa convocatória a informação de que se seguirá uma conferência de imprensa.
Quem acompanhar, minimamente, a actuação destes "dirigentes" da UMP recordará que há pouco mais de um ano também se realizou uma reunião do Conselho Nacional (CN) para apreciação do Decreto Geral para as Misericórdias, a qual terminou com a realização de uma conferência de imprensa.
Esta reunião surge na sequência de afirmações do actual "presidente" do SN da UMP relativas a eventuais atrasos nos pagamentos do Ministério da Saúde, às Misericórdias. A este tema dedicámos dois posts recentes que procuram elucidar a desatenção com que a UMP é administrda e gerida. Bastará recordar que até um Grupo Misericórdias Saúde que custa várias dezenas de milhares de uros às Misericórdias que a ele não pertencem e nem ao menos consegue saber quanto é o eventual montante em dívida às Misericórdias.
Inacreditável.
Como é que esta UMP pode negociar alguma coisa se nem ao menos sabe nem a qualidade nem a quantidade dessa e de todas as outras coisas que às Misericórdias dizem respeito ?
Fazendo a leitura da prática seguida e comparando com a actualidade poderemos deduzir com pouca margem de erro que a convocação desta próxima reunião do CN é resultado da incapacidade de intervir e de muito menor capacidade para representar, condignamente, as Misericórdias afectadas pelos atrasos referidos pelo "presidente" do SN da UMP.
O "presidente" do SN da UMP confrontado com a incapacidade de intervir e de representar as Misericótdias necessita, para se manter no lugar, de encontrar um bode expiatório para as suas insuficiências e incapacidades. Daí o surgir desta convocatória que certamente, procurará responsabilizar o actual Governo, nomeadamente, o actual Ministro da Saqúde pelos erros de definição de política institucional (da UMP).
Desde sempre que as iniciativas na área da saúde tomadas pela UMP promovidas pelo actual "presidente" da UMP se revelaram erradas porque, inevitavelmente, conduziriam a esta situação. Mas inca+az como é de assumir os erros cometidos vai tentar (e provavelmente vai conseguir) que o CN responsabilize terceiros e lhe manifeste o seu apoio.
Foi assim também no Verão passado com a questão do Decreto Geral para as Misericórdias. Se recordarmos, os "presidentes" do SN e da MCN da UMP até ameaçaram, na véspera da realização da reunião, o corte de relações institucionais com a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
Será que também irão ameaçar cortar relações com o Governo ?
Esperemos pela realização da reunião do CN e pela conferência de imprensa para concluirmos se estas nossas previsões se concretizam. Pela nossa parte esperamos que aconteça, exactamente, o contrário do aqui e agora previsto, para bem dos Portugueses que estão em dificuldades.
O tempo dirá o que vai acontecer. Aguardemos. E esperamos, como o máximo de honestidade, estar enganados nesta nossa previsão dos acontecimentos.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Presidente das Misericórdias defende mais impostos para os ricos

obriga-nos a apresentar uma série de questões que estão há 16 anos por responder.
A primeira questão que se coloca é desde logo: o actual "presidente" da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) paga impostos sobre a totalidade dos rendimentos que aufere, anualmente ?
Tal como se exige aos políticos, da nossa praça, também os dirigentes das IPSS, nomeadamente, das Misericórdias deveriam depositar, junto de um Órgão de Soberania, talvez no Tribunal de Contas (já que a maior parte do financiamento destas Instituições é garantida por transferências do Orçamento do Estado) quais os rendimentos e património enquanto administra e/ou gerem estas Instituições de Bem fazer.
Seria interessante saber quais eram os rendimentos do actual "presidente" da UMP quando em 1995 chegou a "dirigente" desta organização e quais são os seus rendiemntos actuais assim como a variação de património desde então e qual a sua origem.
Ficaria tido bastante mais transparente e clarificado.
Se como diz a sabedoria popular : quem não deve não teme ganharia, principalmente com esta clarificação quem ocupa lugares de direcção, nomeadamente, na UMP já que esta organização tem que se constituir como uma referência a nível nacional.
De uma vez por todas, deveria ser tornado público todo o tipo e origens das remunerações certas e regulares de que os actuais, e não só os anteriores também, "dirigentes da UMP beneficiam, assim como de todas as chamadas despesas de representação e deslocações de esses mesmos "dirigentes" usufruem.
Como seria tudo bastante mais clarp e transparente se os "dirigentes" da UMP tornassem pública a utilização dos dinheiros públicos de que beneficiam e administram, para serem utilizados em befício dos mais pobres.
Masi. O conhecimento público dos benefícios financeiros certos e regularews dos "dirigentes" da UMP evitaria a permanente suspeita sobre a realidade que se vive dentro da UMP.
Os principais beneficiados com este conhecimento público seriam sem dúvida aqueles sobre os que recaiem suspeitas de benefícios irregulares e/ou mesmo ilegais.
Da clareza e transparência nos procedimentos de quem "dirige" a UMP sairiam benefiados, em primeiro lugar todas aqueles sobre os quais recaiem suspeitas de utilização menos correcta de dinheiros que estão destinados a beneficiar os mais pobres.
Já que o acrual "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da UMP entendeu apregar uma de moralidade defendendo mais impostos para os ricos, importa saber se ele próprio paga todos os impostos deveidos pelos recebimentos que aufere com carácter certo e regular.
Para tal deverá responder às seguintes questões:
- é funcionário do Ministério da Solidariedade e Segurança Social ?
- está destacado (ou beneficiando de uma outra figura jurídica) na UMP ?
- recebe o vencimento por inteiro pago por esses mesmo Ministério, incluindo subsídio de refeição ?
- recebe remuneração(ões) certas e/ou regulares de um ou mais serviços da UMP ?
- recebe remuneração certa e/ou regular do CERFORCÓRDIA (Centro de Formação) ? Se sim - qual o montante mensal e anual? Qual a forma utilizada para a receber ?
- recebe remuneração certa e/ou regular da Escola de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias ? Se sim - qual o montante mensal e anual ? Qual a forma utilizada para a receber ?
- recebe remuneração certa e/ou regular do Laboratório de Anaálises Clínicas ? Se sim - qual o montante mensal e anual? Qual a forma utilizada para a receber ?
- recebe remuneração certa e/ou regular de qualquer outro serviço cuja responsabilidade de administração é competência e missão da UMP ? Se sim - qual o montante mensal e anual? Qual a forma utilizada para a receber ?
- qual o valor de aquisição da viatura, da gama luxo, BMW 740 adquirida pela UMP para seu uso privativo ?
- quais os valores das despesas de representação de que beneficia ?
- quanto custam, à UMP, as suas deslocações semanais de e para a cidade do Porto ?
Outras questões poderiam ser acrescentadas a este rol.
Fica aqui este apelo a tods os "dirigentes" actuais e anteriores para que contribuam para a clareza e transparência de processos de forma a por ponto final na continuada suspeita que paira sobre as cabeças daqueles que "dirigem" e/ou "dirigiram" a UMP.
Nada pior para quem dirige este tipo de organizações vaocionadas para o bem comum, nomeadamente, para servir os mais pobres do que sobre eles pairarem suspeitas.
O esclarecimento cabal sobre a realidade vivida no seio da UMP porá ponto final nessas mesmas suspeitas.
O não cabal esclarecimento só fará avolumar essas mesmas suspeitas, as quais quer se queira quer não, tornar-se-ão em convicções face à sistemática recusa em prestar esclarecimentos.
Para além das suspeitas importa informar todas as Misericórdias sobre as reais intenções dos "presidentes" do SN e da Mesa do Conselho Nacional, quando em 2010, convocarm, extraordinariamnete várias vezes, o Conselho Nacional para apreciar uma proposta do seu "presidente" que mais não é do que uma tentativa de concretizar pagamentos indexados ao valor de 70 % do vencimento do Presidente da República quando tais cargos deverão ser desempnho gratuito em respeito pelos Princípios e valores que enformam este tipo de Instituições de inspiração cristã.
É necessário imprescindível mesmo que aqeles que dirigem a UMP tenham presentes dois Princípios basilares contidos no catrecismo da Igreja Católica: o de DOM e o da GRATUIDADE.
É com este espírito e com esta prática que a UMP, em particular, e as Misericórdias em geral, devem ser Administradas.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

FUNDO DE INVESTIMENTO/FINANCIAMENTO

As Misericórdias terão que criar uma rede social de cuidados de saúde. Só desta forma será possível ultrapassarem as dificuldades,a ctualmente, sentidas. As dificuldades que Portugal atravessa, nomeadamente, o Estado com o seu Orçamento, há muito, deficitário, terá cada vez acrescidas dificuldades em cumprir os compromissos assumidos. Isto traduzir-se-á, inevitavelmente, em atrasos nos pagamentos, em redução do encaminhamento dos doentes para as unidades das Misericórdias.
Ao que se já se assite é uma consequência desta mesma realidade. O Estado tem dificuldade, senão mesmo impossibilidade, em cumprir os prazos de pagamento estipulados nos Protocolos de Cooperação celebrados com as Misericórdias.
O Senhor Ministro da Saúde também já por várias vezes afirmou que enquanto os serviços de saúde estatais tiverem em subutilização não recorrerão a prestação externa de serviços. Quer isto dizer, simplesmente, que o Estado irá solicitar, cada vez menos, os serviços que até aqui têm vindo a ser solicitados a entidades externas, nomeadamente, às Misericórdias.
Esta Instituições foram levadas, por aqueles que "dirigem" a União das Misericórdias Portuguesas (UMP), à realização de vultosos investimentos na expectativa de que o Estado promoveria um crescimento continuado de serviços., levando, inclusivamente, as Misericórdias a integrar a Rede Nacional de Cuidados Continuados de Saúde, o que se tem vindo a revelar um colossal erro de prespectiva.
Está mais do que suficientemente fundamentada a ideia, ou melhor, a necessidade de as Misericórdias criarem uma Rede Social de Cuidados de Saúde.
Porquê ?
Porque o Estado terá dificulades crescentes em responder às necessidades de cuidados requeridas pelos cidadãos deste País.
Porque as unidades de saúde das Misericórdias, actualmente, existentes terão acrescidas dificuldades de sobrevivência económico/financeira uma vez que estão dependentes do serviços prestados ao Estado. Ora como este mesmo estado irá recorrer cada vez menos às unidades de saúde das Misericórdias, estas correrão o risco de colapso financeiro.
É então necessário encontrar uma solução sustentável. Esta solução sustentável passará, necessariamente, pela criação de uma Rede Social de Cuidados de Saúde.
A criação desta Rede deverá integrar, se possível, a totalidade das Misericórdias de forma a garantir a cobertura da totalidade do território nacional.
As Misericórdias têm condições únicas ímpares para a criação desta Rede Social de Cuidados de saúde (RSCA).
Há também uma justificação histórica para tal. Durante quse 5 séculos (500 anos) as Misericórdias garantiram a prestação de cuidados de saúde à quase totalidade da populção portuguesa.
Estará, assim ,justificada a necessidade de criação da RSCS.
A criação desta Rede só é possível com a adesão da totalidade (ou quase totalidade) das Misericórdias. Competirá a uma União das Misericórdias, efectivamente, administrada e gerida pelas próprias Misericórdias dinamizar tal iniciativa uma vez conseguida a adesão das Misericórdias.
Há já algumas Misericórdias a intervir na área da saúde. Gerindo, farmácias, hospitais, clínicas, consultórios, meios complementares de diagnóstico, entre outros. É possível e até desejável aproveitar esta know how de que as Misericórdias são detentoras de forma a estend~e-lo à totalidade do território nacional.
A maior dificuldade nem é a criação da RSCS. Será a sua manutenção, com o sucesso que os Portugueses merecem.
Importante, importante para o sucesso da criação e manutenção da RSCS é a existência de condições de financiamento quer para apoio ao investimento quer para apoio ao funcionamento. Para tal as Misericórdias deverão criar um Fundo de Investimento/Financiamento. E não se pense que tal exigirá condições a que as Misericórdias não possam corresponder.
A criação deste Fundo poderá ter origem nos recursos financeiros resultantes da venda da Quinta de Santo Estevão, em Viseu. A venda dessa Quinta poderá originar recursos financeiros da ordem do 50.000.000 € (cinquente milhões de euros).
Porquê a Quinta de Sto Estevão ? Porque em 1980 1980, o Ministro dos Assuntos Sociais, Dr. Morais Leitão doou à UMP essa mesma Quinta a título de indemnização às Misericórdias em consequência dos prejuízos causados pela nacionalização dos hospitais.
Ora, no mínimo será lógico, que os recursos financeiros originados com a venda da Qta de Sro Estevão sejam encaminhados para o financiamento das actividades de saúde desenvolvidas pelas Misericórdias.
Houve mais algumas doações à UMP, ao tempo do Dr. Virgílio Lopes, que poderiam integrar este mesmo Fundo.
Muito do património imobiliário de que as Misericórdias são detentoras algum do qual se tem revelado inservível para estas Instituições, razão pela qual se encontra em avançado estado de degradação, poderia ser alenado e os recursos finaceiros assim gerados poderiam também integrar esse mesmo Fundo.
O movimento financeiro das Misericórdias é de tal forma importante que gera mais valias que não são valorizadas no sector social. Ora as mais valias das movimentações financeiras das Misericórdias deveriam ser apropriadas pelas próprias enquanto forma de diversificação da origem das fontes de financiamento.
Também isto não constitui novidade para as Misericórdias.
Deverá ter-se presente que o Crédito Agrícola Mútuo teve origem nas Misericórdias.
Muitas Misericórdias possuiram caixas económicas. Actualmente, só já existe a da Misericórdia de Angra do Heroísmo e com sucesso. Esta Caixa Económica da Misericórdia de Angra poderia constituir-se como polo dinamizador de uma entidade de natureza bancária a criar pelas Misericórdias.
Como se constata muito pode e deve ser feito no âmbito da saúde.
as Misericórdias são detentoras de condições únicas para garantir aos Portugueses cuidados de saúde de proximidade e não só.
Para tal é necessário que a UMP seja, de facto e de direito, retomada pelas Misericórdias.
É necessário que a UMP seja dotada de Dirigentes.
É necessário que a UMP dinamize as Misericórdias para o melhor cumprimento possível da missão de que estão investidas: CUIDAR DOS DOENTES.

ERROS DE ANÁLISE E PROSPECTIVA IMPLICAM DANOS/PREJUÍZOS

Mais uma notícias com base em declarações daquele que ainda é "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
As consequências desatrosas por decisões tomadas por aqueles que têm "dirigido" a UMP no últimos anos estão agora a revelar-se insustentáveis.
Apesar da lucidez demonstrada por todos aqueles que chamaram a atenção dos "dirigentes" da UMP para o erro para cujas consequências que agora estão a aparecer à luz do dia, esses mesmos "dirigentes" fizeram orelhas moucas e persistino no erro arrastaram algumas Misericórdias para a actual situação.
A situação actual era há muito previsível.
Porquê ?
Porque a única solução viável, desde logo sustentável, era a criação de uma sistema de saúde social administrado e gerido pelas Misericórdias.
A integração das unidades de saúde das Misericórdias no serviço nacional de saúde perspectiva-se um erro de consequências desastrosas como os factos o estão a demonstrar.
Uma outra razão é que desde sempre o Ministério da Saúde pagava mal e a más horas. Pelo que haveria que desta realidade extrair a reais e devidas consequências.
A tudo isto aqueles que têm "dirigido" a UMP fizeram orelhas moucas. Mas o pior foi terem arrastado as Misericórdias para incestimentos, verdadeiramente, ruinosos tal como a situação de algumas Misericórdias o demonstra.
Cabeças pensantes e espíritos ponderados alertaram para as consequências ruinosas que adviriam para as Misericórdias com a sua entrada imponderada na área da saúde integrando o serviço nacional de saúde (SNS).
Os factos aí estão para demonstrarem a racionalidade do pensamento daqueles que conheciam e conhecem quase na perfeição a realidade das Misericórdias.
Como aqui escrevemos, recentemente, as próprias afirmações do "presidente" do SN da UMP demonstarm um desconhecimento total e absoluto da realidade dos factos no universo, relativamente, pequeno das Misericórdias.
Quem desconhece a realidade das Misericórdias terá uma impossibilidade real da qual resulta rá uma incapacidade efectiva de assumir negociações em nome das Misericórdias. O desconhecimento dessa realidade assumida pelo "presidente" do SN da UMP em recentes declarações a órgãos da comunicação social só vêm demonstrar aquilo que há muito a esmagadora maioria das Misericórdias há muito sabia: incapacidade total e absoluta para o exercício do cargo e correspondete desempenho de funções.
O actual "presidente" do SN da UMP jamais teve o perfil minimamente aceitável para o cargo.
Os resultados de perfil desadwquado aí estão à vista de todos. Só não verá quem não quiser ver. E como diz a sabedoria popular: não há pior cego do que aquele que não quer ver.
tudo o que as Misericórdias estão a sofrer na pele com a impossibilidade de o Ministério da Saúde pagar a tempo e horas eram perfeitamente previsível há mais de 10 anos.
Mas regredir, voltar atrás, não é possível. Agora as Misericórdias terão que encontrar soluções que viabilizem os investimentos concretizados.
Desde o princípio do milénio que um conjunto de Dirigentes de Misericórdias chamam a atenção para a necessidade de as Misericórdias reflectirem sobre as sustentabilidade das Instituições. Desde há muito que esses Dirigentes vêm sentido que a sustentabilidade das Misericórdias passa, necessariamente, pela diversificação das suas actividades asim como pela diversificação das suas fontes de financimento.
Contariando os ventos da história aqueles que desde então "dirigem" a UMP tudo apostaram para que as Misericórdias assentassem o seu financiamento quase em exclusividade na prestação de serviços ao Estado. Ora esta perspectiva que se sabia, profundamente, errada está a ter as consequências para que cabeças ponderadas e pensantes alertaram.
Os "dirigentes" da UMP continuaram a apostar no "cavalo" errado. Continuaram a apostar na prestação de serviços ao Estado, o que tornou as Misericórdias altamente vulneráveis, como a actual situação o demonstra. E o pior ainda poderá estar para chegar. O Estado dificilmente terá capacidade de repor a normalidade dos pagamentos às Misericórdias a curto ou mesmo a médio prazo. Os atrasos de pagamentos por parte do Minsitério da Saúde às Misericórdias Poderá ter tendência a agravar-se.
Estão as Misericórdias preparadas para suportarem mais atrasos nos pagamentos que lhes são devidos ? Dificilmente.
Então só resta uma solução às Misericórdias e que é reflectirem sobre o futuro, diversificando as suas fontes de financiamento, prestando serviços ao maior número possível de clientes ou que se traduzirá na criação do seu próprio sistema de saúde tendo a totalidade dos Portugueses como potenciais clientes.
A única alternativa viável para as Misericórdias passará, necessariamente, pela criação de um Sistema Social de Saúde de âmbito nacional.
Para tal será necessário garantir o necessário financiamento. Mas tal também é possível com a criação de um fundo de investimento, já que a banca não dispõe de recursos financeiros e até porque há grandes restrições ao crédito por parte dos bancos portugueses.

domingo, 11 de setembro de 2011

AS CONSEQUÊNCIAS DOS ERROS

Quando as decisões são contrárias à realidade ou tendências que se concretizam as consequências são nefastas para quem as toma e assume responsabilidades.
É isto que se passa com o que o "presidente" (e os outros "dirigentes" da UMP) do SN da UMP. Ao aconselhar, ao promover, ao incentivar as Misericórdias a investirem em estruturas para prestação de serviços cujo o único cliente seria o Estado gerou uma série de dificuldades.
Para comprovar as dificuldades originadas por um monstruso erro de análise e consequente erro de gestão, está o artigo que pode ser lido no sítio : http://www.fatimamissionaria.pt/artigo.php?cod=20549&sec=7
Qualquer mau gestor sabe que qualquer "negócio" que tenha um único cliente ou que yenha um cliente com uma quota superior a 60 % está em permanente risco de fracasso.
No caso da saúde as Misericórdias sempre tiveram uma enorme dificuldade em receber pelos serviços prestados ao Ministério da Saúde.
Sabendo-se isso, as Misericórdias deveriam ter sido desaconselhadas a investir na área da saúde tendo como único cliente o Ministério da Saúde.
Constata-se que as maiores dificuldades, ou a Misericórdias com maiores dificuldades, são aquelas que estão a prestar serviços na área da saúde, tendo como principal cliente o Ministério da Saúde.
As Misericórdias, prestadoras de serviços de saúde, que têm o Ministério da Saúde como principal cliente raramente receberam a tempo e horas.
De há vários anos a esta parte se sabe que o Estado vinha tendo dificuldades crescentes para continuar a garantir o crescendo de custos originados pelas prestações de serviços na área spcial (Solidariedade, Saúde e Educação).
As consequências aí estão com a gravidade que aqueles que incentivaram foram incapazes de prever, apesar de gente avisada ter vindo a chamar a atenção de pelo menos há 15 anos a esta parte.
E se a situação não piorar já as Misericórdias se poderão dar por felizes.
Pode continuar a acontecer o que recentemente aconteceu com a Misericórdia de Benavente - o Ministério da saúde dar por findo o Protocolo de Cooperação.
A vigência destes protocolos é anual, pelo que a qualquer momento o Ministério da Saúde pode dar por findo a cooperaçãoq ue vem mantendo com as Misericórdias.
E isto pode não estar muito longe de acontecer.
De acordo com o que o Senhor Ministro da saúde vem afirmando, a prioridade é a pela utilização da capacidade instalada nos serviços do próprio Ministério. Ora isto quer dizer que o Minsitério da Saúde vai, cada vez menos, encaminhar doentes para as unidades de saúde das Misericórdias. E porque assim irá ser, as Misericórdias vão ter que suportar os custos fixos respeitantes ao funcionamento das suas unidades de saúde.
As Misericórdias vão ter dificuldades crescentes em manter em funcionamento as suas unidades de saúde senão forem capazes de encontrar alternativas.
A única alternativa viável para as Msiericórdias é a criação do seu próprio sistema de saúde tendo a generalidade dos Portugueses como potenciais clientes.
Tal como se prespectiva o Serviço Nacional de Saúde vai ter imensas dificuldades para manter o actual nível de prestação de serviços pelo que se pode concluir que irá recorrer cada vez menos aos serviços das Misericórdias.
A acrescer a isto está o facto de o atraso nos pagamentos do Ministério da saúde montam a 3.000 milhões de euros. Vai ser muito difícil cumprir estes compromissos nos prazos razoáveis previstos pelos prestadores de serviços, onde se incluem as Misericórdias.
Pelas dificuldades que o Ministério da Saúde está vivendo pode prespectivar-se que os atrasos nos pagamentos às Misericórdias para além de ser uma realidade - indesejável - pode até agravar-se. Ou seja, os pagamentos às Misericórdias podem sofrer ainda mais atrasos, o que impossibilitará a sobrevivência financeira das mesmas.
Importa pois que as Misericórdias (todas) sejam capazes de encontrar soluções para que possam garantir o cumprimento da sua missão - cuidar dos enfermos - criando um sistema de saúde com o maior número de clientes possível. Quanto maior for o número de "clientes" das Misericórdias maiores serão as possibilidades de sucesso da sua acção.
As Misericórdias que foram atrás da conversa do "presidente" do SN da UMP estão aviver momentos de enormissimas dificuldades que podem evoluir para situações dramáticas de sobrevivência.
Quanto mais cedo as Misericórdias quiserem encarar a realidade mais fácil será encontrar e implementar soluções de sucesso.
A única solução de sucesso que se vislumbra é a da criação de um sistema de saúde social o qual inclua a generalidade das Misericórdias.
Aqueles que "dirigem", actualmente, as Misericórdias já demonstraram total incapacidade para encontrarem soluções viáveis que promovam a intervenção das Misericórdias na área da saúde e não só.

sábado, 10 de setembro de 2011

TÃO SÓ MAIS UM FACTO ELUCIDATIVO DA INCAPACIDADE INSTALADA

No jornal "i" do passado dia 28 de Agosto pode constatr-se a seguinte afirmação do "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP):
"... embora não conheça o montante total.".
Esta afirmação é tão só mais uma prova da realidade intrínseca à actual situação que vive a UMP: desconhecimento total e absoluto do que se passa nas e com as Misericórdias.
Tudo isso não teria importância de maior se de aí não resultassem gravíssimos prejuízos, alguns irrecuperáveis, para as Misericórdias. E quando da acção, da inacção ou da omissão daqueles que "dirigem" a UMP causa, directa e/ou indirectamente prejuízos às Misericórdias as consequências são, invariavelmente, nefastas para aqueles(as) que depositam expectativas na intervenção destas Instituições para a ultrapassagem das dificuldades que os(as) afectam/atingem. O desconhecimento da realidade é impedidtiva de uma capacidade de representação que será o mínimo que as Misericórdias podem esperar da sua União.
Mas a situação é bastante mais grave que o simples facto (já de si bastante grave) de o "presidente" do SN da UMP afirmar desconhecer a realidade. Acontece que esse mesmo "presidente" enquanto não criou uma estrutura suportada, económica e financeiramente, pela UMP mantendo-se independetente (sim independente já que não está, verdadeiramente, integrada na UMP) não descansou. Esta estrutura a que deu o nome de GMS - Grupo Misericórdias Saúde é um sorvedouro de recursos financeiros da UMP sem que haja o mínimo retorno para as Misericórdias (todas as Misericórdias Portuguesas, excepto as Misericórdias que integram esse mesmo grupo) que o suportam.
É essencial que esse GMS que é um grupo suportado, económica e financeiramente pela UMP apresente as verdadeiras contas e o verdadeiro relatório de actividades, qualitativo e quantificado.´Seria bom que o "presidente" do SN da UMP apresentasse a totalidade das listagens das despesas totais anuais desde o início de actividades do GMS.
Será bom saber-se quem integra o GMS, quem o dirige, quais são os trabalhadores.
Será bom saber-se quanto ganham dos "dirigentes" do GMS.
Será bom saber-se quem são os funcionários desse mesmo grupo. Quais as ligações familiares e/ou afectivas a outros "dirigentes" e/ou assalariados da UMP. Será bom saber-se quais os critérios de selacção desses mesmos trabalhadores do GMS.
De facto o que o jornal "i"  escreve não é mais do que a tradução efectiva da realidade que afecta a UMP, na actualidade.
De facto, sendo, relativamente, poucas as Misericórdias que integram o GMS é inconcebível que o "presidente" do SN da UMP expresse um desconhecimento total e absoluto da afectação negativa e quais os prejuízos causados às Misericórdias pelos eventuais atrasos invocados.
Mas fazendo fé nas próprias afirmações do "presidente" do SN da UMP: "... a situação abrange apenas as administrações regionais de saúde do Algarve e do Porto, ...". (Uma nota à margem e que procura elucidar aforma de comop este "presidente encara o país: repare-se que desigana Algarve, mas à do Norte chama-me, somente Porto. Bairrismo bacoco.)
Ora se de facto as suas afirmações corresponderem à verdade, o que é no mínimo duvidoso, já que há ainda, relativamente, pouco tempo afirmou que a Misericórdia do Entrocamento estava a sofrer prejuízos pelos atrasos verificados nos pagamentos por parte do Ministério da Saúde (MS) e quem sabe um pouco de geografia Portuguesa não desconhece que o Entrocamento não se localiza nem no Algarve nem no Porto, pode concluir que os atrasos nos pagamentos por parte do MS constituem prática corrente.
Mas dando o benefício da dúvida, ainda assim e sendo verdade que só há atraso no Algarve e no "Porto" é incompreensível que o "presidente" do SN da UMP não saiba qual é o montante em atraso.
Então para que serve o GMS ?
Para quem acompanha a realidade da UMP há muito que sabe que o GMS nunca serviu, absolutamente, para nada. Seria bom que as Misericórdias exigisem conhecer a realidade do GMS. Concerteza que haveria surpresas para alguns, não para aqueles que desde a proposta inicial da criação do GMS sempre se lhe opuseram por conhecerem os verdadeiros objectivos dos proponentes.
O que esta realidade de incapacidade de conhecer os montantes em atraso nos pagamentos do MS às Misericórdias vem demonstrar é a desnecessidade de existência de estruturas de custos colossais (já agora que a palavra colossal está na moda) que importa extinguir o mais rapidamente possível sobre p+ena de se continuar a assistir à delapidação dos bens das Misericórdias.
O GMS não serva, absolutamente, para nada. Tem custos de funcionamento colossais.
O que as Misericórdias, verdadeiramente, necessitam é de estruturas, dentro da UMP, que sejam úteis às Misericórdias.
Para terminar uma referência que há anos já aqui fizemos relativamente ao financiamento dos GMS.
Com o actual regulamento de quotas para a UMP os custos de funcionamento do GMS são suportados pelas Misericórdias que não pertencem a esse mesmo grupo, já que as Misericórdias que o integram estão dispensadas do pagam,ento de quaota.
Esta realidade é consdenável sob os pontos de vista da moral e da ética.
Será aceitável que numa organização como é o caso da UMP possam ser praticados actos contrários à moral e à ética ?

Ver: http://www.ionline.pt/conteudo/145719-sns-deve-272-mil-milhoes-fornecedores-misericordias-ameacadas