Muitos são os que nos têm questionado sobre a não postura de novas mensagens neste espaço de reflexão sobre a UMP (União das Misericórdias Portuguesas).
Não tendo resposta concreta sobre a questão suscitada já que matéria relevante não falta para análise, entendemos por bem voltar a partilhar com os nossos fiéis leitores uma reflexão sucinta sobre quem continua a "dirigir" os destinos da UMP.
Desde logo impõe-se assinalar que o presidente do SN (Secretariado Nacional) mais uma vez não respeitou o compromisso inicial que tinha assumido de só cumprir 3 mandatos. Nós sempre aqui dissemos que jamais tal personagem cumprir tal desígnio, por duas ordens de razões:
- a primeira, porque não quer assumir o risco de alguém que ele e o seu grupo de apaniguados tenha acesso aos registo da sua gestão da UMP; e,
- a segunda, porque a UMP lhe garante acesso a recursos financeiros que usa em benefício próprio sem que para tal esteja autorizado pelos órgãos competentes da UMP. Só esta realidade lhe permite usufruir de um nível de vida com gastos face aos quais não conseguiria fazer face se deixasse de estar no cargo em que está.
Vamos registar alguns factos que servem tão só para demonstrar o sucesso da sua "gestão". Quem se lembra ainda de que antes de se instalar no cargo em que continua tinha-se comprometido a criar um órgão consultivo que ele próprio designava, salvo erro, por conselho de personalidades para o qual até se permitiu convidar o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, o qual após uma primeira aceitação, quando tomou conhecimento de uma pequena parte da realidade interna da vida da UMP, recusou integrar esse tal conselho de personalidades.
E aí morreu de estalo esta tão importante iniciativa.
Outra iniciativa que teve um êxito semelhante à anterior foi o portal criado para aí instalar todos os sites de todas as Misericórdias.
Desconhecemos quantas Misericórdias terão aderido. De tal forma a adesão foi tanta que tal portal não chegou sequer a iniciar-se.
Outro enorme sucesso foi o canal de TV para e das Misericórdias. Alguém ainda se lembra desta iniciativa que pura e simplesmente abortou.
Muitas mais poderíamos referir. Mas para não tornar este regresso demasiado pesado, referiremos tão só a conclusão do congresso que realizou ma Ilha da Madeira: a Criação de um Banco de Voluntariado. Recordamos que tal congresso terá custado às Misericórdias cerca de 1.000.000 € mas a concretização de de tão importante conclusão foi esquecido no mesmo momento em que foi anunciada. E assim voou mais um milhão de euros.
Voltaremos.
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sexta-feira, 15 de abril de 2016
segunda-feira, 16 de junho de 2014
INSULTO AOS POBRES
Conforme pudemos constatar no programa do congresso da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), no primeiro dias de trabalho, dia 29 de maio de 2014, realizou-se o JANTAR OFICIAL - Convento do Espinheiro.
Não será o jantar que estará mal. Pois todos teremos que jantar todos os dias.
O que parece que será mau, muito mau mesmo, é que o jantar oficial do congresso da UMP se realize num hotel de 5 estrelas.
Perguntar-se-á se haveria necessidade de organizar um jantar onde as Misericórdias iriam participar num hotel de 5 estrelas, sabendo o custo habitual de uma refeição num hotel dessa categoria.
Relembrando que as Misericórdias são Instituição que agem em opção preferencial pelos Pobres, será que as Misericórdias de Portugal promovem refeições aos seus utentes em hotéis de 5 estrelas ?
Se as Misericórdias de Portugal promovessem refeições para os seus utentes em hotéis de 5 estrelas ou fornecessem aos seus utentes refeições do mesmo nível de qualidade e de serviço tal como as que são servidas nos hotéis de 5 estrelas em Portugal, não viria daí mal ao mundo.
Acontece é que as Misericórdias não podem servir refeições aos seus utentes nem com a qualidade de serviço nem com a qualidade de confecção que igualem as servidas em hotéis de 5 estrelas.
Se outra razão não houvesse bastaria invocar o princípio da igualdade para justificar o injustificável jantar dos dirigentes da UMP que arrastaram os Dirigentes das Misericórdias de Portugal para um hotel de 5 estrelas.
Mas outra razão, mais pertinente ainda será a da crise que Portugal atravessa onde a pobreza não pára de aumentar. O número de pobres não pára de crescer.
Vamos fazer um exercício comparativo entre o que a UMP e as Misericórdias teriam gasto nesse jantar e o que as Misericórdias poderiam concretizar com esse mesmo dinheiro.
Não exagerando, de cada jantar individual terá custado, no mínimo a cada Misericórdia 50 €.
Nas cantinas sociais cada refeição servida pelas Misericórdias custa 2,5 €.
Quer isto dizer que por cada jantar pago pelas Misericórdias aos seus Dirigentes que estiveram no Convento do Espinheiro no passado dia 29 de maio, poderiam servir um mês de refeições aos utentes das suas cantinas sociais.
Alguém poderá considerar ou justificar tal jantar oficial no congresso da UMP ?
Por melhor boa vontade que se possa ter nada poderá justificar o gasto que as Misericórdias foram levadas a fazer.
Nada poderá justificar um jantar num hotel de 5 estrelas ou de luxo como é o caso do Convento do Espinheiro suportado a expensas das Misericórdias em circunstância alguma muito menos quando a pobreza tem a dimensão que tem em Portugal e quando o número de pobres não pára de aumentar.
Poder-se-ia aos Dirigentes das Misericórdias que não se deixem continuar a arrastar pelos dirigentes da UMP pata situações que só descredibilizam as Misericórdias.
Por estas e por outras razões que a isso conduzem a confiança do comum dos cidadãos é cada vez menor atingido até a nulidade.
A decisão de realizar um jantar num hotel de luxo a expensas das Misericórdias não pode deixar de ser altamente censurável.
É essa censura que nós aqui queremos deixar bem expressa.
Fazendo eco de muitos Portugueses que não consegue vislumbrar nenhuma justificação a realização desse jantar.
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quinta-feira, 12 de junho de 2014
OMISSÕES PECAMINOSAS ?
Voltamos hoje ao congresso da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Designados o que aconteceu em Évora de congresso da UMP e não de XI Congresso das Misericórdias porque de facto as Misericórdias foram mais uma vez impedidas pelos "dirigentes" da UMP de apresentarem comunicações.
Sobre este impedimento imposto às Misericórdias talvez um dia nos debrucemos sobre ele.
Hoje vamos analisar mais umas omissões cometidas pelos "dirigentes" da UMP na organização do "seu" congresso.
Já aqui assinalamos o esquecimento e ostracização a que foi votada a Misericórdia de Évora.
Vamos então ver quais as Instituições "esquecidas" pelos "dirigentes" da UMP, nomeadamente, por aqueles que compões o seu Secretariado Nacional (SN).
Na comissão de honra puseram:
- Presidente da Assembleia Geral (AG) (cargo que não existe pois a denominação correta é a de Presidente da Mesa da AG);
- Presidente do Conselho Nacional (CN) cargo que não existe pois a denominação correta é a de Presidente da Mesa do Conselho Nacional;
- Presidente do Secretariado Nacional da UMP.
Bom.
Sendo que a UMP tem 4 órgãos estatutários não se compreende a omissão do Presidente do Conselho Fiscal.
Terá sido uma simples e involuntária omissão ?
Porque não foi colocado o Presidente do Conselho Fiscal na comissão de honra à semelhança dos presidentes dos outros três órgãos ?
A ser esta a razão só demonstram o pouco cuidado posto na organização do congresso.
Mas já vamos assinalando a segunda omissão.
Mas não se pense que as omissão se quedaram por aqui.
Vamos assinalando-as.
Na referida comissão de honra consta o Presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade.
Compreende-se a inclusão deste na comissão de honra que mais não fosse porque a Conferência Episcopal Portuguesa só dialoga com os atuais "dirigentes" da UMP através desse Presidente da CNIS.
Mas incluindo a CNIS, já não se pode compreender o esquecimento a que foi votada a União das Mutualidades (UMP, Instituição Irmã da UMP e da CNIS.
Terá sido também uma omissão simples e voluntária ?
Porque não terá sido incluída a UM na comissão de honra do congresso ?
Mas não nos quedaremos por aqui no assinalar de omissão no mínimo "esquisitas".
Na comissão de honra estão incluídos: Presidente da CCDR Alentejo, Presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo Delegado Regional do Alentejo do IEFP, mas foram "esquecidos":
- os Diretores do Centros da Segurança Social e o Presidente da Administração Regional de Saúde como se a ação social e a saúde não fossem as duas principais atividades das Misericórdias.
Para já não falar da Presidente do Instituto da Segurança Social.
Como se pode constatar são demasiados os "esquecimentos" a que foram votados muitos organismos com os quais as Misericórdias têm que interagir diariamente.
Até pela existência destes esquecimentos se pode concluir que o congresso foi de facto o congresso desta UMP.
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domingo, 8 de junho de 2014
DESCONSIDERAÇÃO TOTAL E ABSOLUTA PARA COM A MISERICÓRDIA DE ÉVORA
O erros são uma constante na ação destes "dirigentes" da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
A que erro então nos referimos desta vez ? Perguntar-se-á.
A um monumental lapso na organização do congresso realizado há 8 dias em Évora.
E não foi um lapso qualquer.
Muito menos esse lapso pode ser desculpado porque não deve ter ocorrido involuntariamente.
Ao que as circunstâncias indicam terá sido um lapso verdadeiramente intencional.
Esta é uma das razões porque não se pode considerar o que se passou em Évora um verdadeiro Congresso das Misericórdias.
Foi, isso sim, um congresso da atual UMP.
Se se tivesse tratado de um verdadeiro Congresso das Misericórdias a primeira coisa que os "dirigentes" da UMP deveriam ter feito era participar tal iniciativa à Misericórdia de Évora, nomeadamente, ao seu Provedor.
Ao não o terem feito cometeram uma monumental gaffe (mais uma).
É que ao organizarem o congresso em Évora, deveriam ter tido o cuidado de ter participado à Misericórdia de Évora tal iniciativa.
Mais.
Deveriam ter envolvido a Misericórdia de Évora na organização desse mesmo congresso.
Ao que assistimos ?
A uma atitude de desprezo total e absoluto para com a Misericórdia de Évora.
Não só participaram à Misericórdia de Évora a realização do "seu congresso", como a ignoraram, pura e simplesmente, durante todo esse mesmo congresso.
O que seria minimamente razoável e aceitável era, também, envolver a Misericórdia de Évora enquanto Instituição anfitriã, já que o congresso se realizou na cidade de Évora.
A Misericórdia de Évora deveria ter sido incluída na Comissão organizadora e na Comissão executiva. Como estes "dirigentes" da UMP parece ter tido a intenção de desprezar a Misericórdia de Évora não só não lhe participaram a organização do congresso como a desprezaram na organização do evento.
Mais.
Enquanto Instituição da Cidade acolhedora, a Misericórdia de Évora, nomeadamente, o seu Provedor deveria integrar a Mesa de abertura desse mesmo congresso e deveria ter-lhe sido encarregue a missão de apresentar as Boas Vindas a todos os representantes das Misericórdias presentes no congresso assim como a todos os participantes.
Ao não o terem feito os "dirigentes " desta UMP só demonstraram um colossal desprezo para com a Misericórdia de Évora.
Como se poderá constatar em toda a documentação do congresso e de acordo com as informações de quem nesse congresso participou, nota-se que não terá sido por acaso que o Provedor da Misericórdia de Évora e, consequentemente, a Instituição que representa, terá sido ignorada.
O comportamento dos atuais "dirigentes" da UMP ao ignorarem a Misericórdia anfitriã demonstraram mais uma vez um colossal desprezo para com as Misericórdias que não lhes são subservientes.
E assim continua a UMP.
Ao serviço de quem pouco ou nada tem a ver com as Misericórdias, muito menos está possuído, minimamente, pelo espírito de missão que enforma estas seculares instituições de bem fazer fazendo o Bem.
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sábado, 7 de junho de 2014
ENCERRAMENTO DO CONGRESSO DA UMP
Para quem tiver alguma curiosidade sobre o que se passou no congresso da UMP aqui deixamos alguns apontamentos de reportagem:
http://www.radiocampanario.com/r/index.php/reportagens/3161-congresso-das-misericordias-encerra-com-chave-d-ouro-apresentando-a-marca-misericordia-c-som-e-fotos
http://www.radiocampanario.com/r/index.php/reportagens/3161-congresso-das-misericordias-encerra-com-chave-d-ouro-apresentando-a-marca-misericordia-c-som-e-fotos
SESSÃO DE ABERTURA DO CONGRESSO DA UMP
Para os que renham maior curiosidade sobre registos feitos no decorrer do XI Congresso da União das Misericórdias Portuguesas, aqui deixamos o link relativo à sessão de abertura:
http://www.radiocampanario.com/r/index.php/reportagens/3142-missao-das-misericordias-de-portugal-enaltecida-no-xi-congresso-nacional-pelo-primeiro-ministro-pedro-passos-coelho-c-som-e-fotos
http://www.radiocampanario.com/r/index.php/reportagens/3142-missao-das-misericordias-de-portugal-enaltecida-no-xi-congresso-nacional-pelo-primeiro-ministro-pedro-passos-coelho-c-som-e-fotos
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quarta-feira, 30 de abril de 2014
CONGRESSO DA UMP
Os dirigentes da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) estão a organizar mais um dos "seus" congressos, desta vez e passados 18 anos sobre o último também realizado em Évora.
Uma das questões que se coloca é para que servem tantos congressos da UMP?
Recentemente realizaram-se congressos na Madeira e em Braga.
Dificilmente alguém se lembrará das conclusões desses congressos e quais as suas consequências.
As consequências desses congressos foram, absolutamente, nulas.
Bastará recordar o congresso realizado na Madeira onde a principal conclusão foi a da Criação de um Banco de Voluntariado.
Bastará constatar que nada foi feito para a criação e muito menos para a implementação de tal Banco de Voluntariado.
Fracassos totais e absolutos têm sido as consequências de tais congressos. Não servem absolutamente para nada.
Mas já assim é desde o VI Congresso realizado em Évora em 1996. Este congresso ficou conhecido como o congresso do totonegócio. Tudo o que foi divulgado nos órgãos da comunicação social sobre o congresso limitou-se a entrevistas sobre o totonegócio (negociação entre o governo e os clubes de futebol sobre as verbas do totobola).
No final do mês vai realizar-se mais um congresso da UMP. Não é um Congresso das Misericórdias porque estas Instituições, mais uma vez são impedidas de nele participar, fazendo-se ouvir. Mais uma vez que se vai fazer ouvir são os dirigentes da UMP e os seus compinchas e apaniguados. Não haverá vozes que falem sobre a dimensão das das Misericórdias, sobre as dificuldades que enfrentam nem sobre o que lhes atormenta a sua administração e gestão. Para os dirigentes da UMP nada do que verdadeiramente interessa às Misericórdias lhes interessa a eles.
Para demonstrar que assim podemos começar por analisar a escolha daqueles que estão no sítio da UMP www.ump.pt a fazer um apelo à participação nesse dito congresso.
Pequenas referência biográficas sobre o perfil de tais convidantes:
Do CM extraímos:
"Misericórdia de Setúbal em dificuldades financeiras A Santa Casa da Misericórdia de Setúbal enfrenta "problemas de tesouraria complexos", reconhece ao CM o provedor da instituição, Fernando Cardoso Ferreira. A explicação surge depois de um dos membros da mesa administrativa, José Sousa Pinto, ter entrado em ruptura com o provedor.
Ao CM, o secretário explica que "a situação financeira da instituição tem sido escondida dos membros da misericórdia por parte do provedor". Sousa Pinto acredita que a situação está descontrolada, enfrentando a misericórdia um elevado passivo."
Tal como a UMP também a Misericórdia de Setúbal parece enfrentar problemas de descontrolo financeiro.
Passemos a uma pública referência sobre o segundo convidante apresentado no sítio da UMP:~
"Bento Morais é acusado da autoria de um crime de corrupção passiva para acto ilícito por, segundo o Ministério Público, ter desrespeitado os deveres gerais de isenção e de lealdade a que estava obrigado enquanto provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde, ao ocultar à ARS/Norte que quem efectivamente prestava serviços na área das análises clínicas por parte da instituição a que preside era a LabbGuima, laboratório que se encontrava com as suas convenções com o Serviço Nacional de Saúde suspensas.
Deste modo, ainda segundo a acusação, foram facturadas e pagas pelo SRS (Serviço Regional de Saúde) de Braga à Santa Casa de Vila Verde análises clínicas no valor de 50 975,69 euros. A acusação refere ainda que Bento Morais terá recebido 15 mil euros da família Pastor, “em troca do silêncio e e omissão de condutas”. Nas explicações que prestou ao colectivo presidido pela juíza Raquel B. Tavares, Bento Morais rejeitou as acusações , historiando o processo que levou a instalação do laboratório da LabbGuima no Hospital de Vila Verde, no âmbito de contrato celebrado com a ARS.
“Não escondemos nada” - acrescentou aquele responsável, referindo a situação em que estava o hospital na prestação de cuidados aos utentes. Quanto ao dinheiro, trata-se de um empréstimo solicitado para o seu filho para construir casa, tendo a dívida sido saldada um ano depois."
Por último também uma pequena nota biográfica sobre o outro convidante:
"Segundo consta por terras do Crato o então vereador da respectiva Câmara Municipal terá sido afastado desse cargo por ter mandado máquina do Município abrir um buraco para uma piscina em casa da filha.
Este convidante também empregou uma das filhas na Misericórdia do Crato e outra na UMP"
E assim vai a União das Misericórdias Portuguesas entre os que a dirigem e os que apoiam esses mesmo dirigentes.
Mais palavras para quê?
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
UM "presidente" QUE SE "AFIRMA" EM TONS DE NÃO
Reforma do Estado social «não é diminuir valor das pensões», frisa presidente da UMP
O presidente da
União das Misericórdias Portuguesas (UMP), Manuel de Lemos, alertou hoje, no
Funchal, que fazer a reforma do Estado social "não é diminuir o valor das
pensões".
"A reforma do Estado social não é diminuir o valor das pensões, nem aumentar o IVA, o IRS ou desistir de partes substanciais do território nacional, como quando se fecham tribunais, centros de saúde, estacões dos CTT, repartições de finanças", disse o responsável pela União das Misericórdias, salientando que "quando assim se procede está-se a desistir do território nacional".
O presidente da UMP advertiu que a austeridade não pode "cegar" as pessoas "às noções mais essenciais de humanidade e de solidariedade de cidadãos que pertencem à mesma pátria, que partilham o passado e querem construir o futuro".
Manuel de Lemos considerou positivo o processo, em curso, de regulamentação da lei da economia social, que "justamente coloca num quadro de desenvolvimento as instituições de economia social".
O congresso decorre até sábado, subordinado ao tema "Novos compromissos, novas respostas, repensar o terceiro setor".
Diário Digital com Lusa
A intervenção apresentada aqui em resumo mais não demonstra o vazio de pensamento para a concretização da missão das Misericórdias.
Nem um único e simples pensamento nem doutrinal nem para a acção.
Vazio mais vazio não há.
Aqui está a forma afirmativa de quem tem vazio para apresentar.
Nem um único e simples pensamento nem doutrinal nem para a acção.
Vazio mais vazio não há.
Aqui está a forma afirmativa de quem tem vazio para apresentar.
Assim se continua a descredibilizar uma instituição que só o será, só servirá quando estiver dotada de Pessoas capazes, credíveis e confiáveis que afirmem e pratiquem os valores Cristãos da Caridade ou se quisermos da Solidariedade.
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EXCURSÃO À MADEIRA
A pretexto de :
O "presidente" do Sexcretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), acompanhado da sua inseparável companheira e do seu assessor pr'ás toradas (leia-se Provedor da Misericórdia do Vimieiro) terão ido excursionando, até à Ilha da Madeira.
21 e 22|02 – Congresso na Madeira
Primeiro congresso das IPSS e Misericórdias da Madeira sob o tema “Novos compromissos, novas respostas: repensar o terceiro sector”.
tal qual consta na agenda da UMP.
O "presidente" do Sexcretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), acompanhado da sua inseparável companheira e do seu assessor pr'ás toradas (leia-se Provedor da Misericórdia do Vimieiro) terão ido excursionando, até à Ilha da Madeira.
E assim se vai gastando o dinheiro destinado a apoiar quem necessita.
Para que serve uma Turicórdia na UMP para além da sua coordenadora organizar e acompanhar o "presidente" do SN da UMP nas suas viagens sem qualquer sentido ?
Tratando-se de um congresso insular e havendo Secretariado Regional da Madeira com competência estatutária de aí representar o SN da UMP qual a justificação de deslocação de tanta gente à custa do erário público se ter deslocado à Madeira tantos dias ?
A ser verdade estamos perante um uso e abuso de dinheiro destinado a apoiar os pobres deste país.
Que se saiba a presença de tanta gente carecerá de justificação.
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
CONGRESSO DA UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS
Passaram já 8(pito) dias sobre o início do Congresso desta União das Misericórdias Portuguesas e 5 (cinco) sobre o seu encerramento.
Só pretenciosamente se poderá chamar ao que aconteceu no passado fim de semana no distrito de Coimbra, Congresso. Terá sido tudo menos um verdadeiro congresso.
Mas o que de facto demonstra que não aconteceu qualquer congresso, senão na designação, resulta do facto de não ter havido conclusões. Um congresso sem conclusões não existe.
Ou se houve conclusões, ao não term sido divulgadas é o mesmo que não existirem.
Uma das razões fundamentais para a realização de um congresso é a chegada a conclusões.
E assim se vai gastando o dinheiro que deveria ser utilizado no combate à pobreza e exclusão.
terça-feira, 21 de junho de 2011
OBJECTIVOS DO CONGRESSO
Tentar convencer os participantes que exercem grande influência sobre os futuros Governantes.
A colagem como lapas a todos os governantes de todos o quadrantes quando estão no poder.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
CONGRESSO DA UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS
Acabámos de assistir no jornal da noite da SIC às intervenções dos "presidentes" do Secretariado Nacional e da Assembleia Geral da União das Misericórdias Portuguesas.
Tal como seria expectável ambas foram desastrosas e contendo segundas intenções.
Em ambas se percebem recados para o futuro Governo.
Em ambas se depreende que esses "presidentes" farão pressão para "sacar" mais dinheiro ao erário público.
Já lá iremos, a esta questão de tentarem "sacar" mais dinheiro dos nossos impostos. Tal terá algum fundamento ou justificação, o Governo dar mais dinheiro à União das Misericórdias Portuguesas? É o iremos ver mais adiante.
Para fixemo-nos nos conteúdos das referidas intervenções.
Primeiro, a do "presidente" do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas.
Falou numa rede de refeitórios sociais.
Onde está essa rede?
Quantos refeitórios sociais têm as Misericórdias?
Muito poucas serão as Misericórdias que têm instalações destinadas a refeitórios sociais, conhece-se a Misericórdia do Porto. Quantas mais terão esse equipamento social específico?
Esse mesmo "presidente" pediu para que o Governo ponha à sua disposição mais bens, sem referir quais. Quais são os bens que esse "presidente" entende serem necessários para que as Moisericórdias respondam às solicitações que lhes são dirigidas ?
Saberá do que está a falar?
Referiu ainda que as Miserricórdias têm custos nas actividades de saúde 30 a 50 % inferiores aos mesmos serviços no Serviço Nacional de Saúde.
Mas não o comprova om números.
E quantas Misericórdias têm, verdadeiramente, actividades de saúde ? No máximo 12 (doze) ?
Ainda assim é necessário demonstrar que as Misericórdias têm custos inferiores aos do Serviço Nacional de Saúde.
Será bom referir que o
Serviço Nacional de Saúde tem âmbitos onde a sua capacidade está longe de estar esgotada.
Importa desmontar a argumentação falaciosa muitas vezes utilizada por esse "presidente".
Cingimo-nos, hoje ao caso das chamadas operações às cataratas.
Esse"presidente" acusou Presidentes de Câmara estarem a enviarem para Cuba Munícipes quando as Misericórdias fariam essas mesmas operações muito mais baratas.
Houve pelo menos um Presidente de Câmara que consultou o chamado Grupo Misericórdias Saúde (ou alguns dos seus integrantes) e concluiu:
- enviar os seus Munícipes a Cuba para serem aí operados, pagando deslocação do próprio e de um acomnpanhante, a que há que juntar o preços de duas viagens, mais as respectivas estadias de uma semana, era bastante mais barato do que o pagamento só da cirurgia do Munícipe numa das Misericórdias recomendadas por esse Grupo.
O comentário da "presidente" da Mesa da Assembleia Geral também é digno de uma breve análise.
Afirmou ela que é altura de somar e não de subtrair.
Mas terá havido algiuma época em que assim não tivesse que ser?
Ainda ninguém se esqueceu que essa "presidente" foi Ministra da Saúde durante 4 (anos). Não ainda assim tantos anos que permitissem apagar da memória a sua passagem por esse Ministério.
É muito fácil depreender das suas palavras uma critica (negativa, se quisermos depreciativa) já ao futuro Governo de Portugal.
Utilizando o seu cargo na União das Misericórdias Portuguesas assumiu uma postura de nítida opisição ao futuro Governo Prsesidido pelo Dr. Pedro Passos Coelho.
Mas aqueles que bem se lembram da sua acção no Ministério da Saúde recordarão que essa mesma acção não foi nada facilitadora da intervenção das Misericórdias na área da saúde. Bem antes pelo contrário.
Ainda estará bem presente na mente de muitos que foi a actual "presidente" da Mesa da Assembleia Geral da União das Misericórdias Portuguesas que pôs fim ao financiamneto que até aí era garantido pelo Minsitério da Saúde, às Escolas de Enfermagem.
Ora a União das Misericórdias Portuguesas tinha assumido a Escola de Enfermagem das Irmãs Missionárias de Maria, há relativamente pouco tempo e de repente perde o financiamento por iniciativa daquela que agora diz que é necessário somar.
Ou será que só é necessário somar agora?
Quando ela era Ministra, pelos vistos, era necessário subtrair.
Como se mudam os tempos e se mudam as vontades.
Para abertura de um Congresso que tem que ser um espaço de SOLIDARIEDADE, bem mal começou.
Aliás nem outra coisa seria de esperar.
Vamos então regressar à questão inicial.
Será que o Governo deverá por à disposição das Misericórdias mais dinheiro?
Será que o Governo deverádisponibiolizar mais dinheiro para a União das Misericórdias Portuguesas?
Jáontem aqui afirmámos que este congresso é mais uma vez uma afronta à pobreza.
Se o realizado em 2009, na Ilha da Madeira, onde as Misericórdias forma levadas a gastar sem o mínimo de proveito centenas de milhares de euros, este que agora decorre no distrito de Coimbra vai pelo mesmo caminho.
Será que se justifica o Governo entregar mais dinheiro à Misericórdias quando estas Instituições são levadas a gastar sem o mínimo de utilidade centenas de milhares euros?
Quando o "presidente" do Secretariado Nacional vem à televisão afirmar que há cada vez mais cidadãos a pedirem ajuda às Misericórdias (ajuda alimentar) será que esse mesmo "presidente" e todos aqueles que ele estimulou a irem passar estes 3 /três) dias ao distrito de Coimbra se sengtirão de bem com a sua consciência quando amanhã se sentarem para jantar na Quinta das Lágrimas, onde cada jantar não devetrá custar menos de 75 euros?
Poderão sentir-se de bem com a sua consciência todos aqueles que dizem que têm dificuldades em corresponder às solicitações que diariamnete lhes chegam de cidadãos a pedir ajuda quando eles em liberdade gastam num jantar o que alguns cidadãos não têm num mês inteiro para comer?
Poderíamos continuar a referiri muitos caos, nomeadamente, dentro da União das Misericórdias onde se gastam milhões de euros sem qualquer justificação e sem que esses gastos sejam apresentados às Misericórdias suas filiadas.
Fiquemo-nos por aqui.
Por DEVER DA VERDADE.
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