quinta-feira, 23 de julho de 2015

FUNDAÇÃO DAS MISERICÓRDIAS

Para quem "dirige" a União das Misericórdias Portuguesas (UMP) a fundação da primeira Misericórdia terá ocorrido em 15 de Agosto de 1498.
A defesa oficial desta data é garantida por aqueles que se instalaram nos órgãos sociais da UMP. Defende eles que a Santa casa da Misericórdia de Lisboa foi fundada, na capela da Terra Solta da Sé de Lisboa em 15 de Agosto de 1498.
Acontece que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa celebra todos os anos o seu aniversário no dia 2 de Julho. Assim aconteceu mais uma vez em 2015. Todos os anos há uma emissão da lotaria evocativa desse mesmo aniversário a 2 de julho.

Neste mesmo aniversário marcam habitualmente presença alguns "dirigentes" da UMP.
E não é só a Misericórdia de Lisboa a celebrar o aniversário no dia 2 de julho. A Santa casa da Misericórdia de Lagos também celebra o seu aniversário no dia 2 de julho, conforme se pode comprovar na sua página no facebook.
Esta discrepância não tendo relevância superlativa é fundamental para a credibilidade da história das Misericórdias.
Para tal é essencial que se esclareça esta dúvida histórica da data de fundação da primeira Misericórdia.

terça-feira, 14 de julho de 2015

CONSCIÊNCIAS INTRANQUILAS

Temos aposto neste espaço algumas fotografias publicadas em redes sociais.
Limitamo-nos tão só a copiá-las já as mesmas são do domínio público.
Publicadas pelos seus autores ou possuidores.~E estiveram bastante tempo nessas redes sociais.
E dizemos estiveram porque já não estão.
A seguir à publicação das fotografias publicadas neste espaço essas mesmas fotografias desapareceram do espaço onde tinham sido publicamente divulgadas.
Desconhecerá quem as apagou que uma vez publicadas se lhes perde o controlo ?
Ter-se-á que perguntar:
- porque foram apagadas as citadas fotografias ?
- quem teve receio de sua visibilidade em contínuo ?
- ou os atos retratados merecem a censura dos próprios participantes ?
Quem não deve não teme.
Se os participantes nesses atos, nomeadamente, na viagem à Turquia e no almoço estão de consciência tranquila não deveriam ter apagado as fotografias.
Só não se quer que seja do conhecimento público os atos que são censuráveis.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

É NECESSÁRIO INVESTIGAR







Estamos perante uma série de 3 fotografias, públicas, tiradas durante um almoço realizado na casa de "férias" do presidente do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Poderá tratar-se de um simples almoço de pessoas que se conhecem à relativamente pouco tempo.
Poderá tratar-se de uma reunião de "trabalho" visto este almoço estar publicamente anunciado enquanto "reunião de Senhoras Provedoras e Senhores Provedores.
Poderá tratar-se de uma operação de charme com vista a angariar apoios que lhe garantam a sua continuidade enquanto presidente do SN da UMP.
Poderá tratar-se de muita coisa. Só a imaginação não terá limites para tal.
Mas ao que se sabe este tipo de realizações (almoços e/ou jantares) na casa de férias do presidente do SN da UMP serão correntes.
Poder-se-á perguntar então porque é necessário investigar.
Porque estamos na presença de reuniões de máximos responsáveis por Instituições de Bem Fazer em opção preferencial pelos Pobres. E é necessário apurar se estas realizações são pagas pelo anfitrião, se foram pagas pelos comensais ou se há dinheiro das Instituições (UMP e Misericórdias) a suportarem estas despesas.
Já há uns anos anos atrás aqui apresentámos uma questão que se prendeu com o almoço de encerramento do Congresso organizado pela UMP em Braga e que terá tido lugar nesta mesma casa de férias do presidente do SN da UMP na expectativa da presença do Senhor Presidente da República, o que não veio a acontecer. Este almoço terá custado à UMP 5.000 contos.
Também já aqui referimos que existem vozes a dizer que estes dirigentes da UMP e das Misericórdias utilizam bens e dinheiro dessas instituições para deslocações privadas.
É necessário averiguar se tal acontece.
Os dirigentes da UMP e das Misericórdias têm que estar acima de qualquer suspeita.
Ao que nos parece neste almoço há presença de pessoas que estão a ser julgadas por utilização indevida de bens e dinheiro da Misericórdia onde foram ou são ainda Provedores.
Uma curiosidade a assinalar na última fotografia: pode-se observar ao fundo mesma o provedor da Misericórdia do Vimieiro e assessor do presidente do SN da UMP a servir à mesa. É mesmo um assessor para todas as missões.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

UMP = mini FIFA ?

A semana passada o Mundo foi surpreendido (ou talvez não) com a detenção de altos dirigentes da FIFA acusados de corrupção entre outras coisas.
Este processo coincidiu com o processo eleitoral desse mesmo organismo.
Uma das notícias que surgiu foi relativa ao facto de as eleições serem "viciadas", ou seja, à partida já se sabia que o dirigente executivo seria reeleito tal como veio a acontecer. Sabe-se, sempre, à partida quem ganha.
Concluíam algumas notícias: a FIFA não reformável por dentro.
Hoje mesmo surgiu uma notícia de que teriam sido transferidos 10.000.000 € para contas de um ou mais dirigentes da FIFA.
O Presidente da FIFA também recebia medalhas por "relevantes" serviços.
Mas acabou por ser obrigado a demitir-se, pairando sobre ele suspeitas de corrupção.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

INCONSCIÊNCIA OU INCOMPETÊNCIA OU AMBAS

Há uns tempos atrás o presidente do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) afirmou que em Portugal só passa fome quem quer.
Um estudo recente levado a cabo pela Federação dos Bancos Alimentares conclui que um em cada três beneficiários das ações das instituições (onde estão incluídas as Misericórdias) passa fome. Ou seja, a instituição intermediária não fornece alimentação suficiente aos beneficiários.
Comparando a afirmação do presidente do SN da UMP com as conclusões do citado estudo poder-se-á concluir que afinal há em Portugal quem passe fome porque as instituições não estão a ser capazes de garantir o nível de alimentação mínimo aos seus beneficiários.
O estudo permite concluir que o presidente do SN da UMP desconhece a realidade das instituições em Portugal.
Não se conhece o universo das instituições em que foi realizado o estudo, mas quem conheça minimamente a realidade sabe de Misericórdias onde aos utentes não são garantidos mínimos sustentáveis de alimentação.
Ironizando sobre as palavras do presidente do SN da UMP poderemos concluir que em Portugal há quem intencionalmente passe fome.
A postura e as afirmações do presidente do SN da UMP são demasiado graves e demonstram uma total insensibilidade perante a gravidade dramática de quem sofre e/ou passa fome em Portugal.
É este mesmo presidente que se prepara para continuar no cargo apesar de sempre ter afirmado que no fim do atual mandato deixaria a UMP.
Está a chegar o momento em vai aparecer a afirmar que tem que se recandidatar porque as Misericórdias lhe pedem para continuar.
Onde é que ouvimos isto ???
Estará o presidente do SN da UMP em condições de poder deixar de usufruir das mordomias pagas pela UMP que ultrapassarão os 10.000 € mensais ???
Fica a pergunta.
Sabendo que esse mesmo presidente jamais aceitará responder.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

ANÁLISE SUMÁRIA AO BALANÇO

Tal como aqui vimos de há alguns anos a esta parte refletindo sobre a situação financeira da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) também este ano vamos dedicar um breve tempo a enunciar um dos problemas mais graves que foi criado, mantido e sistematicamente ampliado nos últimos 10 anos: o PASSIVO.
Tal como temos vindo a refletir com os atuais dirigentes da UMP foi criado um passivo que cresce a uma média superior a 2.000.000 € (dois milhões de euros por ano).
Em 31-12-2014 segundo é apresentado pelos próprios o PASSIVO da UMP é já de 16.381.612,78 € (dezasseis milhões, trezentos e oitenta e um mil, seiscentos e doze euros e setenta e oito cêntimos).
Tal situação é absolutamente insustentável por duas ordens de razão:
- o passivo não é superável com esta dimensão, estando a UMP numa situação de pré falência;
- o passivo já come parte significativa das receitas ordinárias da UMP.
Esta realidade pode também acarretar situações desagradáveis para os Dirigentes das Misericórdias que mandatados ou não pelas respetivas Mesas Administrativas têm vindo a dar cobertura silenciosa à criação e crescimento do passivo da UMP. Porquê? Porque muito desse passivo tem sido votado favoravelmente por que se afirma representante de Misericórdias nas assembleias gerais da UMP, assumindo assim um estatuto de conivência com a total falta de transparência das contas apresentadas.
Para tal basta recordar que por várias vezes os dirigentes da UMP têm sentido a necessidade de afirmar que as contas são sempre aprovadas na assembleia geral da UMP.
Tal como também aqui temos vindo a refletir a situação que a UMP vive não é alterável sem uma profunda mudança que um dia vai ter que acontecer. Pode até que aconteça só após o encerramento por falta de viabilidade económico financeira da UMP.
Mas, é essencial que os Dirigentes da UMP passem a ter que ser representantes das associadas. Na atual situação a UMP vive uma situação muito pouco ou nada democrática, uma vez que as Misericórdias não estão representadas nos órgãos sociais/corpos gerentes da UMP. Os atuais dirigentes da UMP só se representam a si próprios e criaram mecanismos que lhes permitem perpetuarem-se nos órgãos sociais/corpos gerentes da UMP. Veja-se:
- os estatutos; e,
- o reguamento eleitoral.
Onde devia imperar um exemplo de democracia constata-se um apoderamento do poder dentro da UMP.
Assim, se pode justificar o aparecimento e crescimento do PASSIVO colossal da UMP.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

2ª Grande Viagem da Turicórdia – O melhor da Turquia, de 17 a 24 de abril.

Reportagem sem comentários