Hoje, dia 17 de Janeiro de 2012, pelas 15H00, na residência oficial do Primeiro Ministro, Palácio de S. Bento ocorrerá a cerimónia de assinatura do Protocolo de Cooperação.
Uma pequena nota sobre esta matéria da mais elevada impprtância para as Misericórdias não é digna de merecer qualquer referência quer no sítio http://www.ump.pt/ quer de informação às Misericórdias filiadas na União das Misericórdias Portuguesas.
Este facto revela, mais uma vez, o desprezo que os "dirigentes" da UMP dedicam aos assuntos da maior importância para a vida das Misericórdias.
Não é, minimamente, compreensível que os Dirigentes da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) desprezem informação de tão elevada importância para as Misericórdias.
Não é concebível que os Dirigentes da UMP manifestem tão enorme desprezo pelas Misericórdias.
Não é admissível que para além das Misericórdias terem sido mantidas afastadas das negociações que conduziram à assinatura do Protocolo, não tenham recebido por parte dos actuais "dirigentes" da UMP qualquer informação.
Roça já o desplante os procediemntos protagonizados pelos actuais "dirigentes" da UMP.
Numa organização normal e representatativa como deverá ser a União das Misericórdias Portugesas (UMP) o mínimo que poderá ser exigível aos seus Dirigentes é manterem-se em diálogo permanente com as Misericórdias quando negoceiam com entidades externas, nomeadamente, com o Governo matérias de obrigatório cumprimento para as suas filiadas.
Como, habitualmente, os actuais "dirigentes" da UMP desprezaram, completamente, as Misericórdias, negociando as matérias do Protocolo de Cooperação que hoje vão assinar com o Governo, sem que jamais tenham tido qualquer contacto com as Misericórdias.
Dirigentes que se prezem de o ser e que procurem cumprir a missão de que foram investidos não negoceiam em nome das Misericórdias sem que estas sejam minimamente informadas quer do teor, pelo menos, genérico das matérias em negociação.
As Misericórdias não toleram que alguém sem para tal estar, devidamente, mandatado negoceie obrigações que as Instituições vão ter dificuldades em cumprir. Que mais não seja porque, mais uma vez, vão ser surpreendidas pela assinatura do Protocolo do qual foram intencionalmente mantidas afastadas.
Porque quer o financiamento quer o funcionamento das Misericórdias é, fortemente, condicionado pelas matérias que os actuais "dirigentes" da UMP negociaram com o Governo à revelia das Misericórdias.
Este tipo de comportamentos protagonizados pelos actuais "dirigentes" da UMP só poderão merecer fortíssima censura e só por si justificariam uma reflexão colectiva sobre o futuro das Misericórdias enquadradas na UMP.
Só as Misericórdias filiadas na CNIS - Copnferderação Nacional das Instituições de Solidariedade, e que são a maioria das existentes, acedeu quer a informaçãoes sobre o decorrer das negociações quer sobre as matérias que foram alvo dessa mesma negociação quer ainda recebendo informação da cerimónia de assinatura do Protocolo que hoje decorrerá na residência oficial do Primeiro Ministro.
Procedendo como procedem os actuais "dirigentes" da UMP, só se pode fazer uma pergunta: para que serve a actual União das Misericórdias Portuguesas?
Antecipando uma resposta colectiva: ABSOLUTAMENTE PARA NADA.
Ou melhor serve para que os actuais "dirigentes" da UMP fixem para si próprios chorudas e abastadas remunerações, mordomias e benefícios.