quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

5.000 € INDICADOR DE VALOR MÍNIMO NA TABELA DE CUMPLICIDADES

De acordo com a notícia publicada no jornal Público de 12/2/2012 os ex e o actual provedor da Misericórdia de Portimão recebiam mais de 5.000 € (cinco mil euros) mensais enquanto administradores únicos de empresas de que a Misericórdia é proprietária e que prestavam serviços à própria Misericórdia.
Fazendo fé em fontes bem informadas, o actual "presidente" do Secretariado Nacional (SN da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) receberá, também das chamadas Instituições Anexas à própria UMP e das quais esta Organização é a única proprietária, mais de 5.000 € (cinco mil euros).
Repare-se na coincidência.
Só pode mesmo ser mera coincidência.
Mas há Instituições que criaram ou empresas ou Anexas para os seus Administradores passarem a receber remunerações mensais na ordem dos 5.000 € (cinco mil euros).
Tudo isto só pode ser mesmo mera coincidência.
Ao que temos conseguido apurar o actual "presidente" do SN da UMP há muito que vem estimulando Dirigentes das Misericórdias para entrarem na área da saúde. Chegando mesmo a ameaçar esses mesmos Dirigentes de que seriam os culpados de as respectivas Misericórdias não se envvolerem na área da saúde, prejudicando assim os cidadãos das respectivas comunidades.
Para quem estiver, minimamente, atento ao empenhamento do actual "presidente" do SN da UMP constatará com toda a facilidade que a sua única e preocupação é que as Misericórdia entrem na área da saúde.
Fazendo fé nessas mesmas fontes o actual "presidente" do SN da UMP estimularia à criação de unidades de saúde, nas Misericórdias, para as quais os Provedores e Dirigentes se nomeariam a si próprios e/ou gente da sua confiança. E que esta situação lhes permitiria passar a usufruir de uma remuneração mensal de 5.000 € (cinco mil euros), no mínimo.
Algumas Instituições embarcaram nesta conversa atraente.
Ora, o que tem vindo a constatar-se é que as Misericórdias que embarcaram nessa aventura promovida pelo "presidente" do SN da UMP é que estão, invariavelmente, em situação de gravíssimas dificuldades económicas, em resultado do "negócio" ruinoso que é a área da saúde para as Misericórdias que seguiram os concelhos desse "presidente".
Quem quiser constatar essa realidade bastará consultar jornais dos últimos anos onde com frequência têm sido publicadas notícias sobre as dificuldades de tesouraria sentidas pelas Misericórdias.
Servimo-nos do exemplo da Misericórdia de Portimão constataremos o seguinte:
- as empresas criadas pela Misericórdia e que o anterior e actual provedores se nomearam a si próprios para os,lugares de administradores dessas mesmas empresas apresentaram um cerca de 2.300.000 € (dois milhões e trezentos mil euros) de prejuízos assumidos pela Misericórdia de Portimão.
- o ex e actual provedores dessa Misericórdia receberam cerca de 591.000 €.
No caso da União das Misericórdias Portuguesas, fazendo fé em informações de fontes consideradas fidedignas e nas Contas relativas ao ano de 2010:
- o passivo criado na UMP nos últimos 4 anos soma já quase 9.500.000 € (nove milhões e trezentos mil euros).
- o "presidente" do Secretariado Nacional da UMP receberá, mensalmente, uma remuneração acumulada, dentro da UMP num valor bem superior aos 5.000 €.
Tal só pode ser mesmo coincidência.

Chegadas a esta situação restará às Misericórdias tomarem as medidas que as circunstâncias requerem, ou seja, deverão promover o conhecimento da realidade financeira da União das Misericórdias Portuguesas sob pena de não o fazendo se verem envolvidas numa situação a que serão, aparentemente, alheias.
Será bom que as Misericórdias exijam conhecer o conteúdo dos trabalhos de uma Comissão criada pelo Presidente do Conselho Nacional da UMP e Provedor da Misericórdia de Setúbal para a elaboração de uma proposta de vencimentos para os "dirigentes" da UMP.
Será bom que as Misericórdias exijam conhecer o conteúdo dos trabalhos de uma outra Comissão (secreta ao que se sabe) à qual presidirá também o Presidente da Mesa do Conselho Nacional e Provedor da Misericórdia de Setúbal para a criação de uma Fundação a que será dada o nome de N.ª Sr.ª das Misericórdias (certamente para impressionar os mais incautos).
Ao que se poderá deduzir a criação desta fundação na UMP terá como objectivo a criação de mais uns lugares de administradores onde aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da UMP (AICOSUMP) possam daí extrair vantagens para si e para o pequeno grupo que lhes tem garantido a sua continuidade. Como os lugares existentes já não chegam para o crescendo de comensais é necessário que seja alargado o n.º de lugares de administradores que justifique o acesso a chorudas remunerações mensais à custa das Misericórdias.

É cada vez mais urgente que as Misericórdias saibam o que de facto se passa dentro da Sua União - UMP - nomeadamente, ao nível das remunerações que os "dirigentes" fixaram para si próprios.
É cada vez mais urgente que as Misericórdias exijam conhecer o que se passa a nível remuneratório com toda aquela catrefa de assessores, directores, administradores que os membros do Secretariado Nacional têm nomeado ao longo dos anos.

A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) a continuar com o mesmo rumo que tem vindo a seguir pode ser envolvida em situação tão ou mais grave do que está a suceder com a Misericórdia de Portimão.
Será por acaso que os dois caos de acusação a ex e actual provedores das Misericórdias de Portimão e Fundão envolva ex e actual Dirigentes da União das Misericórdias Portuguesas (UMP)?
Ou estaremos, tão só, a "ver" a ponta do iceberg?
Para que continuem a pairar mais dúvidas sobre o comportamento dos Dirigentes da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) será de todo recomendável que se realize uma investigação conclusiva ao que se tem passado na União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Recordamos que fazendo fé em fontes bem informadas, numa reunião do Conselho Nacional, foi uma ex-membro do Conselho Fiscal que terá afirmado que os membros do SN da UMP utilizariam cartões de crédito sem qualquer controlo.
Será verdade? Não será?
Permanecendo a dúvida em quem ouviu tal afirmação, só resta uma forma de a tirar: realizando uma investigação.
É isso que as Misericórdias esperam. E quanto mais rapidamente for realizada melhor.
O que será desejável é que seja realizada com a máxima celeridade de forma a que deixem de pairar dúvidas sobre o comportamento dos Dirigentes da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Será bem pior para as Misericórdias e para os seus Dirigentes se esta matéria vier a ser discutida na praça pública. Isto é que deve ser evitado.
É por isto que remos pugnado aqui.
É por isso que continuaremos a pugnar até ao cabal esclarecimento de toda a situação.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

COMPRAM-SE SILÊNCIOS? PROMOVEM-SE CUMPLICIDADES?

Esta parece ser a máxima para a acção daqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP).
Perguntar-se-á, como é possível chegar a essa interpretação?
Vejamos.
Compram-se silêncios.
Aqueles que vão passando por cargos na UMP, nomeadamente, no Secretariado Nacional (SN), quando são afastados, são mantidos com chorudas remunerações.
Não querendo referir todos os casos, para exemplificar daremos apenas dois exemplos.
Há dois anos quando, o "presidente" do SN da UMP (enquanto promotor da lista(?) candidata ao último acto eleitoral) afastou o ex-provedor da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso e o provedor da Misericórdia do Vimieiro. Este último, ao que se sabe, apesar de ser remunerado, enquanto Provedor da Misericórdia do Vimeiro, atempo inteiro, também é remunerado na qualidade de assessor do "presidente" do SN da UMP. Deve possuir o dom da ubiquidade.
Estes dois "cavalheiros" foram afastados do Secretariado Nacional, provavelmente, porque haveria vantagens em os substituir, porque não teriam o perfil adequado para continuar nos cargos, mas foram mantidos como assalariados. Um foi "colocado" no Gabinete Jurídico e o outro foi "nomeado" assessor do "presidente" do SN.
Perguntar-se-à: qual(is) a(s) razão(ões) que levaram a tal afastamento?
Uma interpretação possível e que não deverá estar muito longe da realidade passa pela necessidade que o "presidente" do SN da UMP tem em satisfazer a ambição daqueles que querem sentar-se à manjedoura do orçamento da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), tendo que garantir o silêncio daqueles que são obrigados a abandonar cargos, o que o obriga a mantê-los com acesso a essa mesma manjedoura.
Aqueles que vão passando pelo Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) são remunerados, enquanto permanecem nos cargos, apesar de tal acontecer em violação da Lei, das Regras e dos Estatutos, o que permitirá concluir que as remunerações que os "dirigentes" da UMP se atribuem a si próprios serão, absolutamente, ilegais.
Sendo ilegais, aqueles que foram afastados do SN sabendo que tais remunerações serão, absolutamente, ilegais, mas que beneficiaram delas, terão que permanecer em silêncio depois de serem afastados dos cargos. Para tal é-lhes garantida a mesma remuneração ou até superior "contratando-os" para "trabalharem" para a UMP.
Continuam, assim, a ter acesso à manjedoura do orçamento da UMP. E como terão recebido, ilegalmente, remunerações que não podiam nem deviam, terão que permanecer em silêncio, o qual será comprado com as remunerações que lhes são garantidas por aqueles que estão, directamente, sentado à manjedoura do orçamento.
Fica, assim, muito claro a forma como se compram silêncios, na União das Misericórdias Portuguesas.

Promovem-se cumplicidades.
Vejamos como.
Não devendo ir além do que é do conhecimento público vamos cingir-nos, só a título de exemplo, o caso do Provedor da Misericórdia de Portimão.
Há muitos anos que corriam, nos corredores da UMP conversas sobre comportamentos desadequados praticados na Misericórdia de Portimão, por parte do seu actual Provedor.
Seria do mais elementar bom senso que jamais se integrasse esse mesmo Provedor em qualquer lista candidata aos órgãos sociais da UMP.
Pergunta-se então o que levou o actual "presidente" do SN da UMP a convidar e integrar o Provedor da Misericórdia de Portimão, para o cargo de Presidente do Conselho Fiscal da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Os crimes de que o Provedor da Misericórdia de Portimão foi acusado pelo Ministério Público e que foi dado público conhecimento através do jornal Público, serão em tudo semelhantes aos praticados dentro da UMP pelos seus "dirigentes", nomeadamente, por aqueles que integram o Secretariado Nacional (SN) da UMP.
Há aqui uma nítida coincidência entre as práticas seguidas pelo Provedor da Misericórdia de Portimão e  as práticas seguidas pelos "dirigentes" do SN da UMP, nomeadamente, pelo seu "presidente" do SN.
O que terá levado o "presidente" do SN da UMP a integrar aquele sobre o qual já pairavam suspeitas em tudo semelhantes às que pairam sobre os integrantes do SN da UMP?
Será tão uma mera coincidência?

As Misericórdias o que menos necessitam é de que haja Dirigentes seus sobre os quais pairem quaisquer suspeitas por utilização indevida de dinheiro e de património dessas instituições.
Os Dirigentes das Misericórdias têm que estar e permanecer acima de quaisquer suspeitas.


sábado, 18 de fevereiro de 2012

OS "dirigentes" da UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS GOZARÃO DE IMPUNIDADE ABSOLUTA ???

Comentário extraído da notícia publicada no jornal Público com o título: Ex-provedor da Misericórdia do Fundão acusado de desvia de dinheiro:
"Anónimo , Lisboa. 17.02.2012 16:25
U.Misericordias Portuguesas - Verbas
Seria bom e oportuno também haver uma clarificação das verbas movimentadas pela Uniao das Misericordias Portuguesas e em particular as verbas movimentadas pelo seu presidente Manuel de Lemos para proveito proprio (valores recebidos da formação, da saude, de deslocações). Este presidente é funcionário do Ministerio da solidariedade e da Segurança Social É que pelos vistos as situações mencionadas na noticia não são virgens naquela casa. Está na altura de haver uma investigação ás ligações dos dois acusados ( provedor de Portimão e do Fundão) á UMP dado os dois desempenharem cargos dirigentes na mesma."

A não apresentação de contas com as respectivas fundamentações, há muito que lavantam suspeitas de utilização indevida de dinheiros da União das Misericórdias Poertuguesas (UMP), por parte dos seus "dirigentes".
Há muito que estamos para justificar a utilização da forma "dirigentes" e não Dirigentes. Vamos aproveitar hoje para o fazer.
Utilizamos a forma "dirigentes" por entendemos que aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da UMP (AICOSUMP) não foram sufragados em processo democrático e utilizaram os meios (dinheiro e património) da UMP para se apoderarem desses mesmos cargos dos quais não querem abdicar porque isso lhes possibilita uma retirada contínua de benefícios para os próprios e para aqueles que os ajudam a aí permanecerem, beneficiando também do dinheiro e do oatrimónio da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
No estado actual da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) é impossível a realização de actos, verdadeiramente, eleitorais, já que só AICOSUMP conseguem ser candidatos, manipulando candidatura a que chamam candidatura institucinal (num Estado democrático será admissível a existência de candidaturas institucionais? Objectivamente, NÃO), a que acresce a recolha por esses mesmos AICOSUMP de procurações, muitas delas em branco, que manipulam a seu belo prazer e sobretudo de acordo com as suas conveniências pessoais.
De facto e de direito aqueles que se instalaram nos órgãos sociais da UMP (AICOSUMP) não podem ser considerados Dirigentes, por que de facto não o são e por isso temos vindo a utilizar a designação de "dirigentes" porque formalmente estão no exercício do cargo apesar de não possuirem legitimidade moral e ética para tal.
Mas um dia a situação alterar-se-á, certamente, e esses mesmos "dirigentes" responderão pelos seus actos.
A situação criada na União das Misericórdias Portuguesas (UMP) por esses mesmos "dirigentes" é insustentável, pela situação em si que configura o uso e abuso dos dinheiros da UMP e do seu património em benfício próprio e também porque os encargos que estão a originar são também por si próprios insustentáveis.
Uma Instituição como é a União das Misericórdias Portugesas (UMP) que em 4 anos (2007-2010) cria um passivo de praticamente 9.500.000 € (nove milhões e quinhentos mil euros) e no ano seguinte (2011) hipoteca todo o outro património ainda livre (Cerca de 20 ha em Fátima - Centro João Paulo II e a Herdade doada, sita no concelho de Borba) só poderá caminhar a passos largos para a insolvência.
E o grave desta situação é que vai, mais uma vez, ser manchado o nome das Misericórdias.

De há muito que temos vindo a referenciar, o que é comum designar-se por suspeitas, apesar de já aqui termos transcrito recibos de pagamentos de remunerações pagas ao "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da UMP, que pairam sobre os "dirigentes" da UMP.
De há muito que temos vindo a referenciar a necessidade de realização ou de inspecção por parte das tutelas (Conferência Episcopal Portuguesas (CEP) e do Ministério da Solidariedade e Segurança Social) ou de investigação por parte da Polícia Judiciária e/ou do Ministério Público/Procuradoria Geral da República.
Os caos referenciados durante esta semana e relativos ao ex-Provedor da Misericórdia do Fundão e ex-Secretário do SN da UMP e do actual Provedor da Misereicórdia de Portimão e actual Presidente do Conselho Fiscal da UMP só nos vêm dar razão quando reclamamos a realização de inspecção/investigação ao uso do dinheiro e do património da UMP.
Neste último mandato, o actual "presidente" do SN da UMP surpreendeu toda a gente enquanto promotor e principal interessado em manter-se no cargo, já que aquele que mais e maiores benefícios retira (indevidamente) do respectivo exercício (provavelmente, custará à UMP bastante mais de 10.000 €/mês), ao colocar no cargo de Presidente o Provedor da Misericórdia de Portimão quando também toda a gente já sabia das suas práticas que agora foram reveladas pelo jornal Público e que por conclusão do Minsitério Público constituem crimes (e não são 1 nem 2, são 17 e envolvem centenas de milhares de euros).
Ora acontece que do que foi agora acusado o Provedor da Misericórdia de Portimão e Presidente do Conselho Fiscal da UMP são práticas também há muito seguidas pelos "dirigentes" da UMP, nomeadamente, pelo "presidente" do SN da UMP.
Esta pode ser a razão principal para que o actual "presidente" do SN escolhesse o Provedor da Misericórdia de Portimão para "presidente" do Conselho Fiscal da UMP.
Teria aqui havida a intenção de que assim seria possível branquear os procedimentos e decisões, altamente, lesivas dos bens da UMP e por consequência das próprias Misericórdias?
Havia um grande empenhamento do actual "presidente" do SN da UMP em colocar o Provedor da Misericórdia de Portimão em lugares chaves de controlo. Colocou-o no cargo de Presidente do Conselho Fiscal da UMP e empenhou-se, atarvés do seu assessor e Provedor da Misericórdia do Vimieiro (Misericórdia esta também recentemente alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária, aguardando-se as respectivas conclusões) em colocá-lo no cargo de Presidente do Secretariado Regional da UMP di distrito de Faro. Para bem das Misericórdias, como a situação actual o veio demonstrar, apesar do emepenhamento do "presidente" do SN da UMP "correr" com o Presidente do Secretariado Regional de Faro e Provedor da Misericórdia de Faro, o Provedor da Misericórdia de Portimão perdeu essas eleições realizadas há 2 anos.

Tendo que se realizar uma Assembleia Geral ordnária para aprovação do Relatório e Contas de Gerência, até ao próximo de 31 de Março, custa a crer que o actual "presidente" do SN da UMP tenha vindo, publicamente, a expressar total confiança no actual Presidente do Conselho Fiscal e Provedor da Misericórdia de Portimão, para assim, este, com um grau de certeza quase absoluta lhe promover um parecer favorável às contas que não não o merecem.
Que cerdibilidade e confiança podem merecer as Contas da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) se o Parecer do Conselho Fiscal foi emido pelo actual "presidente" deste órgão?
As Misericórdias, podem assim vir a ser confrontadas com uma situação de perca ainda maior da credibilidade e confiança, há muito em perca, da UMP.
O actual "presidente" do Conselho Fiscal da UMP não tem as mínimas condições para o exercíco do cargo.
Como é que uma pessoa acusada, com conhecimento já público, de 17 crimes, na Misericórdia de que é Provedor, por utilização indevida dos dinheiros dessa mesma Misericórdia, poderá certificar como boas as Contas da UMP que não demonstram, minimamente, iguais procediemntos aos por si protagonizados?
Acharão os "dirigentes" da UMP que estarão acima de qualquer suspeita e que serão inimputáveis e que tudo lhes vai continuar a ser permitido para todo o sempre ???
Poderão os "dirigentes" da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) continuar a gozar de total e absoluta impunidade quando sobre si caem tantas e tão graves suspeitas?
Poderão as autoridades deste País e da Igreja continuar a permitir tudo o que acontece à margem da Lei, dentro da União das Misericórdias Portuguesas ???
É essencial que sejam tomadas medidas que impeçam acontecimentos que manchem o bom nome e reputação da esmagadora maioria dos Dirigentes das Misericórdias e das próprias Misericórdias.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

PORTIMÃO E FUNDÃO - PONTA DE ICEBERG ???

Novamente, hoje a União das Misericórdias Portuguesas (UMP) aparece em notícia do jornal Público e não pela melhor das causas.
De novo surge uma notícia divulgada hoje por esse diário sobre o caso de acusação por parte do Ministério Público ao ex-Provedor da Misericórdia do Fundão e ex-Secretário do Secretariado Nacional (SN) da UMP.
É cada vez mais urgente a tomada de medidas que evitem ao máximo, ou impeçam mesmo, que o nome das Misericórdias, da sua União (UMP) e dos Dirigentes sejam envovlidos em caos de acusação de prática reiterada de crimes.
Sendo certo que até trânsito em julgado todos os arguidos são considerados inocentes, mas a frequência com que estas notícias estão agora a surgir impõe a tomada das medidas adequadas.
É fundamental que as Misericórdias e os seus Dirigentes refitam sobre o momento actual e decidam em conformidade.
Dentro da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) não é mais possível reflectir e decidir sobre o que tanto e tão gravemente atinge a credibilidade e a confiança dos Portugeses nas suas Misericórdias.
E os sinais de que aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da UMP (AICOSUMP) demonstram que nada querem fazer, até parece que bem antes pelo contrário, para salvaguarda do bom nome, da credibilidade e da confiança que é devida às Misericórdias traduz-se nas palavras que o "presidente" do SN da UMP disse ao PÚBLICO e que agora transcrevemos: Correia, que é presidente do conselho fiscal da UMP, colocou ontem o lugar à disposição, mas o presidente da união, Manuel Lemos, disse ao PÚBLICO que o secretariado nacional decidiu manter-lhe a confiança.
Isto merece uma reflexão.
Desde logo ressalta que perante uma acusação com a dimensão da que envolve o Provedor da Misericórdia de Portimão e Presidente do Conseklho Fiscal da UMP, este não deveria colocar o seu lugar à disposição, na UMP, mas deveria, para sua própria salvaguarda e das Instituições envolvidas, afastar-se por iniciativa própria. E já o deveria ter feito. Quanto mais tempo demorar a fazê-lo mais notícias sairão nos órgãos da comunicação social, aprofundando um clima de desconfiança sobre as Misericórdias e sobre a sua União (UMP).
A colocação do lugar à disposição por parte do "presidente" do Conselho Fiscal da UMP apresentado junto do "presidente" do SN da UMP não só revela desconhecimento sobre a forma de proceder como até pode ser entendido que tudo foi acordado, previamente, com este último por forma a manter-se no cargo.
O que o "presidente" do Conselho Fiscal da UMP deveria ter feito era ter tomado a iniciativa de se demitir. Mas ainda que não o tenha feito, e se era sua intenção colocar o seu lugar à disposição deveria tê-lo formalizado junto da "presidente" da Mesa da Assembleia Geral da UMP, jamais junto do "presidente" do SN da UMP, em virtude deste não ser detentor de qualquer competência legal ou estatutária para apreciar e decidir sobre esta matéria.
A colocação do seu lugar à disposição, na qualidade de Presidente do Conselho Fiscal da UMP,  apresentado ao "presidente" do SN da UMP é indevida, por este não ter qualquer competência legal e/ou estatutária para apreciar, muito menos para decidir sobre o mesmo.
Logo, concluindo o "presidente" do SN da UMP, expressou-se, indevidamente, sobre a confiança que entendeu manter no actual "presidente" do Conselho Fiscal da UMP.
Tudo isto só vem comprovar tudo o que aqui temos vindo, reiteradamente, a afirmar de que não há regras, nem estatutos, nem lei que resista a uma prática oportunística de análise e decisão dentro da UMP.
Nesta mesma notícia do PÚBLICO pode ler-se ainda a seguinte afirmação do "presidente" do SN da UMP:  entendemos que deve manter-se em funções, referindo-se ao "presidente" do Conselho Fisccal da UMP e Provedor da Misericórdia de Portimão.
Tem-se que se perguntar a(s) razão(ões) para tal entendimento por parte do "presidente" do SN da UMP. Primeiro porque se está a pronunciar sobre matéria que não é da sua competência e segundo porque com as suas palavras está a transmitir uma prova de confiança, absoluta sobre quem foi acusado pelo cometimento de 17 crimes dentro de uma Instituição ao serviço dos mais pobres e desprotegidos.
É estranho, muito estranho mesmmo, que seja o "presidente" do SN da UMP a segurar uma situação em nada abonatória quer para as Misericórdias quer para a própria União (UMP).
Será que com estas afirmações e decisão de expressar confiança a quem está acusado de crimes, o "presidente" do SN da UMP quererá continuar a evitar que seja concretizada uma velha aspiração de ser realizada uma sindiccância à União das Misericórdias Portuguesas ? Quererá dizer que com a manutenção do actual "presidente" do Conselho Fiscal da UMP no seu cargo quer que as contas que vai apresentar na próxima Assembleia Geral da UMP, a realizar no próximo mês, merecerá Paraecer favorável desse mesmo Conselho Fiscal?
Tal como já várias vezes aqui temos vindo a referir é fundamental, essencial mesmo, a realização de uma investigação ao que se passa dentro da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) relativamente à utilização de dinheiro desta Instituição.
É fundamental saber-se se os "dirigenmtes" da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) também beneficiam de remunerações ertas e regulares tal como parece acontecer com o Provedor da Misericórdia de Portimão e Presidente do Conselho Fiscal da UMP. É fundamental, essencial mesmmo, saber-se se o "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) está a ser remunerado pelo Ministério da Solidariedade e Segurança Social, para estar a tempo inteiro na UMP, se além disso a União das Misericórdias Portuguesas (UMP) lhe paga a inda remunerações certas e regulares, em regime de contrato de prestação de serviços e se ainda cobra deslocações apesar de ter adquirido uma viatura marca BMW, modelo 740, gama luxo para seu uso privativo.
Será fundamental saber-se se o "presidente" do SN da UMP utiliza os melhores hóteis e restaurantes de Portugal e no estrangeiro e a que título e se foi ou não acompanhado e por quem ?
É fundamental, essencial mesmo que se saiba se a Quinta de Santo Estevão foi vendida e a quem foi vendida e por quanto foi vendida.
É fendamental saber-se os contornos do negócia do Laboratório de Análises Clínicas da UMP.
É fundamental conhecer-se para que serve o delegação da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) no Norte, quanto custa e quem beneficia dos dinheiros que aí são gastos.
É fundamental que se saiba a origem do um passivo criado, na UMP, entre 2007 e 2010, que no final deste último ano atingiu um valor próximo dos 9.500.000 € (nove milhões e quinhentos mil euros).
Uma pergunta ingénua: é para que nada seja apurado que o actual "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) expressou a sua confiança ao actual "presidente" do Conselho Fiscal da UMP acusado, na Misericórdia de Portimão do cometimento de 17 crimes?
Apostar na clareza e transparência de processos e comportamentos é exigência permanente de quem está nas Misericórdias ao serviço dos mais pobres e desprotegidos em cumprimento das 14 Obras de Misericórdias, respeitando os Princípiso do Dom e da Gratuidade.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

SEM AUTORIDADE MORAL

Os casos recentes de acusações concretizadas pelo Ministério Público contra o ex-Provedor da Misericórdia do Fundão e ex-Secretário do Secretariado Nacional (SN da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) e também contra o actual Provedor da Misericórdia do Fundão e actual Presidente do Conselho Fiscal da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) retira, por completo, a credibilidade que tem que ser devida àqueles que de uma forma séria e honesta estão ao leme das Misericórdias.
A credibilidade e confiança nas Misericórdias foram, profundamente, atingidas sabendo-se como se sabe da tendência para a generalização que existe em Portugal.
Os dirigentes visados nas acusações perderam, por completo toda e qualquer autoridade moral para o desempenho das funções inerentes aos cargos.
Se o primeiro já é só ex-dirigente o segundo está ainda no exercício dos cargos de Provedor da Misericórdia de Portimão e de Presidente do Conselho Fiscal da UMP.
É fundamental que este último visado retire as devidas ilações e não continue a impor-se nesses cargos sabendo como sabe que a sua credibilidade, a sua confiança e a sua autoridade moral estão, profundamente, debilitadas.  Não tem mais condições para continuar no exercício dos cargos assim como para o desempenho de funções.
Nas actuais circunstâncias e para salvaguarda da Misericórdia de Portimão e da União das Misericórdias Pportuguesas (UMP) deveria, de imediato, afastar-se de ambos os cargos até trânsito em julgado. De outra forma só contribuirá para o avolumar de suspeitas, para a criação de mais e maiores dificuldades à vida das Misericórdias e da sua União (UMP).
Há uma pergunta que não pode deixar de ser feita: como é que uma pessoa que está acusada de 17 crimes pode exercer funções de fiscalização na União das Misericórdias Portuguesas (UMP) ? Será muito difícilo, impossível mesmo, que quem é acusado de 17 crimes possa exercer sem a mínima suspeita, funções de fiscalização e até de sindicância, competência inerente aos conselhos fiscais das instituições. Falta-lhe, nitidamente, autoridade moral para continuar no exercício dos cargos.
Uma retirada, por iniciativa própria, só o dignificaria, e defenderia o bom nome das Instituições envolvidas (Misericórdia de Portimão e União das Misericórdias Portuguesas).
A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) vê-se, desta forma, envolvida em acusações de crimes praticados por ex e actual "dirigente", no caso deste último o cargo da mais alta relevância para salvaguarda da legalidade e legitimidade dos actos praticados dentro e em nome da UMP.
Nestas condições não será normal nem natural que o actual Presidente do Conselho Fiscal da UMP continue no desempenho de funções. Será do mais elementar bom senso a apresentação de uma pedido forma de susbtitução nesse cargos.
Será isto mesmo que as Misericórdias desejam para salvaguarda da sua imagem impoluta junto do comum dos cidadãos.
Nesta altura de crise as Misericórdias o que menos precisam é ver Dirigentes seus envolvidos em práticas de crimes por, eventual utilização indevida de dinheiro das Instituições em proveito próprio desses mesmos dirigentes.
Sem autoridade moral é impossível desempenhar, cabalmente, as suas funções Dirigentes numa qualquer Misericórdia e/ou na sua União.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

SERÁ QUE ESTES "dirigentes" DEVERÃO CONTINUAR NAS MISERICÓRDIAS E NA UMP ?

Obviamente, NÃO.
Os Dirigentes das Misericórdias e da União das Misericórdias Portugesas (UMP) têm que estar e permanecer acima de qualquer suspeita.
Quando as suspeitas já se transformaram em acusações, até do conhecimento público, será do mais elementar bom senso que os acusados tomem a iniciativa de se afastar dos cargos em que se instalaram, ou que ocupam, até à conclusão do processo.
Nada pior para as Misericórdias e para a sua União (UMP) do que manterem-se nos cargos dos órgãos sociais/corpos gerentes pessoas sobre as quais recaem suspeitas graves e/ou estão acusados de crimes.
Não será demais recordar que as Misericórdias estão ao serviço dos mais pobres e que quer os Irmãos e sobretudo os seus Dirigentes têm por missão cumprir os princípis que lhje dão corpo moral.
Destacamos aqui de novo hoje os princíos do DOM e da GRATUIDADE.
Como se pode constatar pelas notícias recentes que envolvem um ex-Provedor e ex-Dirigente da UMP e um actual Provedor e Presidente do Conselho Fiscal da UMP, os princípios atrás referidos ao não serem respeitados, terão originado o cometimento de crimes, segundo as acusações feitas pelo Ministério Público e tornadas públicas através de órgãos de comunicação social.
É, altamente, desprestigiante para os próprios que vêem o seu nome manchado por essas mesmas acusações, mas são muitíssimo gravosas para o universo das Misericórdias e para a sua União (UMP). Porquê?
Porque é tendência nacional a generalização. E por mais que se queira não é possível impedir essa mesma generalização, que leva a que o comum dos cidadãos queira ver nos Dirigentes das Misericórdias gente oportunista e corrupta.
As Misericórdias e a sua União não merecem que se estenda este entendimento porque a esmagadora maioria dos Dirigentes das Misericórdias são cidadãos sérios e honestas e estão acima de qualquer suspeita.
Sendo verdade que os casos que agora vieram a púiblico, poderão não ser únicos, importa que as Misericórdias e a sua União (UMP) sejam expurgadas de "dirigentes" com este tipo de comportamento (acusados de crimes).
É por estas razões que temos vinda aqui a apelar, sucessivamente, para que seja feita uma investigação à União das Misericórdias Portuguesas (UMP). Os dois casos recentes que foram tornados públicos via órgãos da comunicação social (ex-Provedor da Misericórdia do Fundão e ex-Secretário do SN da UMP; actual Provedor da Misericórdia de Portimão e Presidente do Conselho Fiscal da UMP) só vêm confirmar a necessidade de tal investigação às actividades dos "dirigentes" da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Cabe aqui perguntar qual ou quais as razões que levaram o actual "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), enquanto promotor da lista candidata às últimas eleições (?) realizadas na UMP a integrar o actual Provedor da Misericórdia de Portimão sabendo-se já há muito que o mesmo recaiam as suapeitas que agora são são acusações feitas pelo Ministério Público ?
Estaremos perante uma tentativa de braqueamento de situações semelhantes praticadas dentro da UMP que terão levado a integrar nos corpos gerentes da UMP quem até à data da integração tinha conseguido manter o mesmo tipo de procedimentos?
É que pairam sobre mais "dirigentes" da UMP suspeitas em tudo semelhantes às acusações de que foi alvo o actual Provedor da Misericórdia de Portimão, por parte do Ministério Público.
Será tempo de por fim ao clima de suspeitas que pairam sobre os "dirigentes" da UMP. Mas tal só será possível quando for realizada uma investigação por parte do Ministério Público ou da Polícia Judiciária.
Para bem dos próprios e sobretudo para defesa do bom nome das Misericórdias e da sua União (UMP) será da máxima vantagem encontrar a melhor forma de por ponto final sobre este clima de permanente suspeita que há muitpo paira sobre os "diriugentes" da UMP.
Pela sua natureza e missão as Misericórdias e a sua União (UMP) devem estar e permanecer acima de qualquer suspeita. E não devem ser dirigidas por aqueles sobre os quais já há acusações formais. Quer às luz do princío da moral quer da ética é de muito difícil, senão mesmo impossível compreender quer pessoas sovre as quais recem acusações de crimes manterem-se em cargos dirignetes das Misericórdias e da sua União (UMP).
Sendo um princípio elementar que todos temos direito à presunção de inocência até ao trâmsito em julgado, é do mais elementar bom senso que os cidadãos alvo das acusações se afastem, por iniciativa própria, dos cargos que ocupam até decisão final.
Não queremos nem podemos julgar ninguém, mas é de muito difícil senão mesmo impossível prática a continuidade de dirigentes que estão acusados de crimes, porque estão atingidos por um estigma que o leva a uma perca continuidade de poder efectivo de direcção.
Os dirigenets acusados, nomeadamente, pelo Ministério Público, como são os caos recentemente, vindos a público, estã em perca de autoridade. e se um já não exerce cargos dirignets, já outro tanto não se passa com o Provedor da Misericórdia de Portimão e Presidente do Conselho Fiscal da UMP.
O mais elemmentar bom senso atendendo à natureza e missão das Misericórdias e da sua União (UMP) o Provedor da Misericórdia de Portimão e Presidente do Conselho fiscal da UMP deveria afastar-se dos referidos cargos até à conclusão do processo.
A não proceder assim vai continuar a permitir que o nome das Misericórdias continue na praça pública e não pelas melhores razões.
Numa época de grande crise em que as Misericórdias lançam apelos constantes à participação cidadã e ao espírito de voluntariado e da dávida, situações como as que estamos a analisar revelam-se, altamente, perniciosas para obtenção dos objectivos essenciais ao cumprimento da Missão das Misericórdias e da sua União (UMP).
É, absolutamente, necessário por ponto final a situações destas.
Para tal continuamos a reputar como fundamental a raelização de uma investigação dentro da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) de forma a tornar claro a forma de actuar dos seus "dirigentes". Porquê?
Porque as notícias de acusações feitas pelo Ministério Público envolvem um ex-Provedor e ex-Secretário do SN da UMP e um actual Provedor e Presidente do Conselho Fiscal da UMP.
O que está aqui, verdadeiramente, em causa é que nos dois casos estão envolvidos "dirigentes" da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Para salvaguarda do bom nome a que têm direito até ao trânsito em julgado assim como para salvaguarda do prestígio, credibilidade e confiança de que as Misericórdias e a sua União têm as envolver será de todo recomendável que o actual Provedor da Misericórdia de Portumão e Presidente do Conselho Fiscal da UMP se afaste de imediato desses mesmos cargos até conclusão do processo que os seus comnportamentos que originaram uma acusação de 17 crimes esteja concluído.
Só desta forma prestará um grande serviço às Misericórdias e à sua União.
Para salvaguarda do bom nome dos restantes dirigentes da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) assim como da própria Instituição deveriam, esses mesmos dirigentes, requerer, junto do Ministérrio Público uma investigação à UMP. Tudo isto em resultado de as mais recentes acusações envovlerem dirigentes da ump:

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL DA UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS ACUSADO DE 17 CRIMES NA MISERICÓRDIA DE PORTIMÃO

O Presidente do Conselho Fiscal da União das Misericórdias Portuguesas e Provedor da Misericórdia de Portimão, foi nesta última qualidade, acusdo pelo Ministério Público por 17 crimes, segundo divulga na sua edição de hoje o jornal Público.
Afinal quem fala a verdade? Afinal qual é a verdade?
Na semana passada foi divulgado na comunicação social uma notícia relativa ao ex-Provedor da Misericórdia do Fundão que foi acusado pelo Ministério Público por crime de peculato e falsificação de documentos, nessa Misericórdiua e na União das Misericórdias Portuguesas.
Hoje o Público divulga a notícia da acusação, feita pelo Ministério Público, de 17 crimes praticados pelo Provedor da Misericórdia de Portimão, o qual é, em simultâneo, Presidente do Conselho Fiscal da União das Misericórdias Portuguesas.
A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) está a ser envolvida em casos de crimes prasticados por dirigentes.
Será altura de levar bem funda uma investigação, na União das Misericórdias Portuguesas (UMP) de forma a limpar todas as nuvens que recaiem sobre esta Instituição. Enquanto isto não for feito, continuarão a pairar suspeitas quer sobre a UMP quer sobre as Misericórdias o que não abona nada a favor da credibilidade das Instituições.
Será altura de levar a efeito uma investigação sobre as práticas dentro da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
E nesta época de crise que parace estar para durar é fundamental que as Misericórdias não sejam mais envovlidas em casos como os que a comunicação social tem feito eco nos últimos dias.
A notícia do Público sobre a Misericórdia de Portimão pode ser lida em: