terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O QUE É IMPORTANTE PARA AS MISERICÓRDIAS NÃO MERECE A MÍNIMA ATENÇÃO DOS "dirigentes" da UMP

O Senhor Ministro da Saúde pelo seu Despacho n.º 1060/2011,de 16 de Agosto criou um Grupo Técnico para a Reforma Hospitalar, com a missão de propor um conjunto de medidas para reorganizar a rede hospitalar, conforme se pode ver no site www.min-saude.pt.
O Relatório desse Grupo Técnico esteve em discussão pública durante o mês de Dezembro de 2011.
Estaremos todos ainda lembrados que o actual Governo anunciou ser sua intenção devolver alguns hospitais, integrados no SNS - Serviço Nacional de Saúde, às Misericórdias, suas legítimas proprietárias. Soube-se, posteriormente, que seriam 15 os hospitais que seriam devolvidos às Misericórdias.
Esta mesma intenção governamental foi vertida para o Relatório do Grupo Técnico para a Reforma Hospitalar. Esta intenção governamental de devolver 15 hospitais às Misericórdias foi alvo de reservas por parte de um grupo de reflexão da Universidade Nova, o qual mereceu a concordância do actual "presidente" do Secretariado Nacional(SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), conforme demonstrámos na reflexão anterior.
É de facto inusit+avel que seja o próprio "presidente" do SN da UMP a aceitar reservas à capacidade de gestão das Misericórdias por parte de um grupo de uma Universidade que até pode ser da máxima competência na área da saúde, mas na análise à intervenção do sector social na árewa da saúde, nomeadamente, das Misericórdias ainda terá que demonstrar a sau competência e conhecimento do sector.
É de facto imperdoável que seja o p´roprio "presidente" do SN da UMP a aceitar fazer experência para analisar a capacidade de gestão das Misericórdias. Esta reservas por parte do "presidente" do SN da UMP são para além de inaceitáveis, imprudentes senão mesmo inconscientes. Porquê? Porque ao aceitar que é urgente fazer experiências para analisar a cpacidade de gestão das Misericórdias, está, implicitamente, a aceitar que é, no mínimo duvidosa a capacidade de gestão das Misericórdias, e isto só pode ser alvo de reprovação por parte das Misericórdias.
Quer dizer, o Governo ao tornar pública a sua intenção de devolver hospitais às Misericórdias não colocou qualquer reesrva, mas agora quando o "presidente" do SN da UMP afirma que é necessário fazer experiências, está a afirmar que, ele pró+prio não reconhece capacidade suficiente para as Misericórdias assumirem responsabilidades de gestão na área hospitalar, nomeadamente, nos cuidados diferenciados.
É no mínimo inacreditável que o "presidente" do SN da UMP pense assim sobre a capacidade de gestão das Misericórdias. Esta postura do "presidente" do SN da UMP só pode alimentar desconfianças relativamente à capacidade de gestão das Misericórdias.
Será que as Misericórdias precisam de uma União em que aqueles que se instalaram nos cargos dos seus órgãos sociais pensem assim ? Objectivamente NÃO.
Objectivamenet, as Misericórdias estão a ser, altamente, penalizadas por manterem no cargo o actual "presidente" do SN da UMP assim como todos os "dirigentes" da UMP.
As Misericórdias necessitam de libertar a sua UNIÃO daqueles que instalando-se nos cargos dos seus órgºãos sociais nada fazem para defendar o bom nome das Misericórdias. A UMP necessita de ser libertada das teias que nela se instalaram e de onde extraem benefícios para os próprios.

Perante o Relatório do Grupo Técnico para a Reforma Hospitalar, o que é que a União das Misericórdias Portuguesas (UMP), a funcionar em condições normais e naturais, dotada de Dirigentes deveria ter feito?
O Referido Relatório do Grupo Técnico para a Reforma Hospitalar foi sujeito a discussão pública.
Desde a estatização/nacionalização dos hospitais, no pós 25 de Abril, que as Misericótdias manifestaram sempre vontade de recuperar os seus hospitais, a maioria dos quais foram construídos, ampliados e/ou remodelados com grandes donativos das comunidades locais. Os cidadãos mais velhos ainda se lembram dos inúmeros Cortejos de Oferendas realizados, anualmente, nas mais diversas localidades de todo o País como forma de angariar fundos para que as Misericórdias pudessem investir e manter em funcionamento os seus hospitais.
Acontece até que algumas Misericórdias nasceram em pleno século XX para tornar possível a construção de raiz de hospitais locais, quasew todos de âmbito concelhio.
É ta,bém relevante, nesta altura, relembrar que o SNS - Serviço Nacional de Saúde só foi possível concretizá-lo à custa dos equipamentos de saúde que as Misericórdias mantinham em funcionamento à data da estatização/nacionalização. Ainda hoje se reconhece que As Misericórdias são actualmente detentoras de um vasto parque onde funcionam várias unidades de saúde exploradas pelo SNS. Da análise de várias unidades ao longo do País constata-se da possibilidade de se proceder à sua transformação funcional em Centros de Alta Resolução ou Unidades de Cuidados Continuados, tal como está escrito no supra referido Relatório, pág.s 74 e 75.
O Governo reconhece, assim, o potencial que as Misericórdias ainda têm para encarar a possibilidade de sucesso na prestação de cuidados de saúde às populações, nomeadamente, os cuidados de proximidade.
Esse mesmo Relatório inclui, na pág, 138, com o título - Agilizar a referenciação de Utentes para a RNCCI - Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, uma abordagem a uma Rede onde as Misericórdias assumem particular relevo.
Se mais não fosse só estas duas referências aqui agora transcritas aconselhariam toda aprudência por parte dos Dirigentes da UMP se os tivesse.
Acontece que os actuis "dirigentes" da UMP ignoraram por completo o járeferido Relatório.
O que deveria ter sido feito e não foi por parte da UMP se de facto existisse para servir de apoio às Misericórdias.
Desde logo, e imediatamente a seguir a ser tornado público o Relatório do Grupo Técnico, os "dirigentes" da UMP, nomeadamente, o "presidente" do SN da UMP deveria ter dado conhecimento às Misericórdias às quais está prevista a devolução dos seus hospitais. Deveria até ter sido dado conheciemnto as todas as Misericórdias. Poderia até ter sido feito por Circular. O "presidente" do SN da UMP tão lesto a emitir circulara para anunciar toradas e carnificinas a que chama encontros cinegéticos, omitiu um dos mais importantes documentos produzidos pelo actual Governo, preven a ampliação da capaciodade intervenção das Misericórdias na área da saúde.
Não é compreensível nem admissível que os actuais "dirigentes" da UMP ignorem, omitam ou escamoteiem tão relevante informação às Misericórdias. Procederem como procederam os "dirigentes" da UMP faltaram ao compromisso a que juraram fidelidade respeitando-o. Ou será que o juramento só foi feito porque parece bem na altura que em organizam um acto de posse faustoso, para dar nas vistas, esquecendo logo de seguida os princípios e valores que juraram respeitar e fazer respeitar?
O que é que os "dirigentes" da UMP deveriam ter promovido, durante o período de discussão pública do citado Relatório, para além do conhecido que era devido ser remitido às Misericórdias?
O SN da UMP, nomeadmente, o seu "presidente" deveria ter promovido ima reunião com as Misericórdias cujos hospitais estão previstos serem devolvidos, por forma a articular uma actuação comum e conjunta, promovendo uma análise critica ao referido Relatório. Para tal deveria, também ter tomado de imediato uma decisão de encarregar o GMS -. Grupo Misericórdias Saúde de analisar esse Relatório e elaborar um documento de trabalho a submeter à apreciação do SN e das Misericórdias envolvidas o qual depois de aprovado deveria ser remetido ao Senhor Ministro da Saúde.
Ou será que o GMS só existe para criar "taxos" para os "amigos" e filhos dos "amigos" que são os garante da continuidade da actual estrutura "dirigente" na UMP ?
Mas o que fez então o SN, nomeadamente, o seu "presidente" ? Aparentemente nada. Não se conhece nada que o SN tenha feito relativamente ao Relatório.
E assim se eprdeu mais uma oportunidade de as Misericórdias se afirmarem como agentes essencias na prestação de cuidados de saúde aos Portugueses.
O SN da UMP demosntra não estar à altura das exigências dos cargos e muito menos da missão que lhes compete.
Ao ignorar, pura e simplesmente, o Relatório do Grupo Técnico para a Reforma Hospitalar, os actuais "dirigentes" da UMP revelam uma total insensibilidade para o que é a União das Misericórdias Portuguesas (UMP), um desconheciemnto absoluto sobre qual é a missão da UMP e das Misericórdias na sociedade portuguesa.
Quando o "presidente" do SN da UMP assume que é urgente fazer experiências para averiguar a capacidade de gestão das Misericórdias revela o seu nível de copmpetência, de consciência e de sensibilidade do que foram, do que são e do que serão as Misericórdias.
Mais de uma centena de organizações se pronunciaram sobre o referido Relatório. Prevendo este uma maior intervenção das Misericórdias na área da saúde, os "dirigentes" da UMP, ou desconhecem, ou ignoraram o Relatório.
Esta gravíssima omissão dos "dirigentes" da UMP impediu as Misericórdias de se afirmarem como agentes essenciais ao desenvovlimento sustent+avel dos cuidados de saúde em Portugal. Agindo por omissão, os "dirigentes" da UMP impediram as Miswericórdias de se pronunciarem sobre matérias da maior importaância e nas quais estarão de futuro directamente envolvidas.
Profundamente lamentável a inacção e omissão dos actuais "dirignetes" da UMP. Indisculpável, por ser prática corrente.
Perante esta realidade fica mais uma vez demonstrado a ausência de perfil e de preparação dos actuais "dirgentes" para o exercício dos cargos em que se instalaram e dos quais não querem sair.
A demonstrar que querem continuar é a campanha eleitoral que o "presidente" do SN da UMP está a desenvovler desde o Verão passado. Mas sobre esta matéria em breve voltaremos.

domingo, 8 de janeiro de 2012

MANIFESTAÇÃO DE INCOMPETÊNCIA, INCAPACIDADE E IGNORÂNCIA ?

No passado dia , a RTP, emitiu a seguinte notícia:
"Misericórdias disponíveis para gerir hospitais do Estado
Um grupo de especialistas em Saúde da Universidade Nova de Lisboa que analisou as propostas do Grupo Técnico para a Reforma Hospitalar nomeado pelo Governo defende parcerias estratégicas do Estado com o setor social, mas não a qualquer custo. Em relação à intenção do Executivo de devolver às misericórdias os 15 hospitais que foram integrados no setor público após o 25 de abril, o grupo de especialistas da Universidade Nova de Lisboa manifesta dúvidas, sublinhando que não há provas de que o setor social gira melhor hospitais que o setor público ou privado. Porém, as misericórdias revelam-se disponíveis para aceitar o desafio, como conta o jornalista Frederico Moreno.
2012-01-05 10:25:21".

Pedro Pita Barros, coordenador do grupo de reflexão da Universidade Nova, ouvido pelo jornalista, afirma:
Não é claro pelo menos à partida que as Misericórdias tenham capacidade de o fazer melhor do que tem sido feito pelo sector público e até pelo sector privado dedicado à saúde. A questão que se coloca é, parece-nos um risco elevado sem haver qualquer evidêncai adicional fazer entrega de hospitais altamente diferenciados às Misericórdias ou Instituições Particulaares de Solidariedade Social em geral o sector social.

Comentando as afirmações do referido coordenador, o "presidente" do Secretariado Naconal (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), afirma:
É evidente que provas científicas no sentido que são as provas científicas não as há mas também não está provado o contrário é necessário e urgente fazer experiências sendo certo que há indícios fortes e claros de que essas dúvidas poderão ser dissipadas no sentido favorável se por exemplo olharmos para os resultados da gestão dos hospitais das Misericórdias que já estão no terreno dos 19 hospitais das Misericórdias. Também aqui nós estamos disponíveis para fazer a prova e o trabalho que temos desenvolvido.
Tudo isto pode ser visto e ouvido no sítio:
http://tv2.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=8&t=Misericordias-disponiveis-para-gerir-hospitais-do-Estado.rtp&article=515606
 O que sobressai de tudo isto é a aceitação, por parte do "presidente" do SN da UMP, das dúvidas da capacidade de gestão das Misericóerdias.
O próprio "presidente" do SN da UMP manifesta dúvidas sobre a capacidade de gestão das Misericórdias quando afirma: urgente fazer experiências.
Fazer experiências? Quando tal afirma, o "presidente" do SN da UMP está a passar um atestado de incapacidade e incompetência aos Dirigentes das Misericórdias.
Mas as Misericórdias têm que demonstrar a alguém que têm capacidade de gestão de unidades de saúde?
Não bastam 5 séculos a garantir cuidados de saúde aos Portugueses?
O "presidente" do SN da UMP demonstra um total desconhecimento sobre o que foram, o que representaram para as populações, a prestação de cuidados de saúde sob a responsabilidade das Misericórdias.
Mais. O "presidente" SN da UMP demonstra um total desconhecimento sobre a dimensão dos cuidados de saúde prestados aos Portugueses, quando os seus hospitais foram nacionalizados, no PREC. Esse "presidente" desconhece que à data da nacionalização dos hospitais, todos os hospitias portugueses, excepto o de S. João no Porto, os da Universidade de Coimbra, e os Civis de Lisboa, todos os outros eram geridos pelas Misericórdias.
O "presidente" do SN da UMP desconhece que o SNS - Serviço Nacional de Saúde foi montado nas estruturas criadas pelas Misericórdias. Estas Instituições, durante o século XX, renovaram, ampliaram e construiram os seus hospitais que foram nacionalizados após o 25 de Abril. Até várias Misericórdias nasceram, já em pleno século XX, como objectivo de construirem hospitais para apoio às respectivas populações.
Quem conhece, minimamente, a história recente dasMisericórdias, não pode ignorar esta realidade. Não é, minimamente, aceitável que o "presidente" do SN da UMP desconheça o mais relevante que as Misericórdias concretizaram no passado recente. É de todo inaceitável.
O que o "presidente" do SN da UMP deveria ter feito, mas não fez, era repudiar as dúvidas suscitadas por quem, eventualmente, desconhecerá também, o que fram e o que são as Misericórdias.
Se o acima referido coordenador tinha dúvidas sobre a capacidade de gestão  das Misericórdias, com mais ficaria ainda depois de ouvir o "presidente" do SN da UMP afirmar que é urgente fazer experiências. Mas que experiências? Para demonstrar o quê? E a quem?
 Tudo isto revela uma total incompetência, incapacidade e ignorância, por parte do "presidente" do SN da UMP, relativamente à capacidade de gestão das Misericórdias.
O "presidente" do SN da UMP demonstra não ter perfil, não ter competência, não ter capacidade, nem ter conhecimentos que lhe permitam defender o bom nome das Misericórdias.
Ao dizer o que disse, o "presidente" do SN da UMP, deu argumentos a todos aqueles que duvidam da capacidade e da competência das Misericórdias. Não foi capaz de repudiar as dúvidas expressas pelo já referido coordenador, nem foi, minimamente, assertivo na defesa das capacidades e competências das Misericórdias.
Do que o "presidente" do SN da UMP não é, minimamente, capaz é de transmitir uma imagem de capacidade das Misericórdias para gerirem unidades de saúde, diferenciadas ou não. O que esse "presidente" demonstra é uma total incapacidade para apresentar um programa, ainda que mínimo, de retoma da actividade hospitalar por parte das Misericórdias.
Com os hospitais que as Misericórdias já gerem, com as unidades de cuidados continuados que as Misericórdias já gerem, com as unidades de saúde - clínicas - que as Misericórdias já gerem, com as unidades de meios complementares de diagn´´ostico que as Misericórdias já gerem, estão reunidas as condições mínimas essencias para que as Misericórdias criem um sistema social de cuidados de sáude.
O que o "presidente" do SN da UMP revela com os comentários proferidos e a sua actuação ao longo do já longuíssimo período que está instalado em cargos do SN da UMP, é uma total e absoluta incapacidade para elaborar um programa de intervenção das Misericórdias na área da saúde. Será incapacidade ou ausência de competência para tal?
Com os comentários que fez, o "presidente" do SN da UMP revela uma total e absoluta ignorância, relativamente, ao que foram e ao que são as Misericórdias e quais as suas capacidades e potencialidades de intervenção na área da saúde.
Com a sua actuação,o "presidente" do SN da UMP não consegue, minimamente, confiança a agentes externos que analisem capacidades e potencialidades das Misericórdias. Porque assim, esse "presidente" do SN da UMP está longe de poder continuar a ser o interlocutor de que as Misericórdias necessitam. Não é minimamente capaz de defender a honra e o bom nome dasMisericórdias, assim como dos seus Dirigentes.
O universo das Misericórdias dispõe de capacidades e de potencialidades que lhes permitem encarar a possibilidade de criarem uma rede social de cuidados de saúde. Para tal necessitam de assumir a sua UNIÃO. Porque só na UMP e em união será possível encarar essa possibilidade. Mas tal posibilidade não será possível com os actuais "dirigentes" da UMP.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

TÃO PRONTO A PROMOVER CONFLITUALIDADE ... COMO A ESQUECER A CONCRETIZAÇÃO DE SOLUÇÕES

Ministro da Saúde reserva 50% da sua receita proveniente dos jogos sociais ao financiamento da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados(RNCCI).
É uma boa notícia para as Misericórdias.
Pode até ser uma muito boa notícia para as Misericórdias.
Mas como todas as boas notícias para as Misericórdias, esta não mereceu a mínima atenção do "presidente" do SN da UMP.
Este "presidente" está muitíssimo mais preocuoado com a sua campanha eleitoral. Ontem e hoje anda em campanha eleitoral pelas Misericórdias do distrito de Vila Real e Viana do CasteloPara o actual "presidente" do SN da UMP o que é, verdadeiramente, importante é continuar instalado no cargo para a partir daí poder continuar a usufruir e atribuir-se a si próprio e aos que lhes garantem a sua continuidade benefícios ainda que ilegais e ilegítimos, como parece ser o que se passa há muito na UMP.
O que é bom para as Misericórdias não é digno da menor referência por parte do "prewsidente" do SN da UMP.

O título que hoje escolhemos para a nossa reflexão prende-se com a publicação, ontem, no Diário da República, 1.ª série, n.º 2 de 3 de Janeiro de 2012, da Portaria n.º 7/2012, de 3 de Janeiro do Ministério da Saúde.
Tão lesto a acusar o actual Ministro da Saúde de ter fechado o Ministério, o "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Poertuguesas(UMP) como aconteceu no último dia do ano com a publicação no Jornal de Notícias de uma sua entrevista.
Lamentámos aqui, profundamente, o teor dessa entevista apontando as razões que levaram o "presidente" do SN da UMP a conceder essa entrevista nos termos em que a pronunciou. Não valerá a pena arescentar nada mais.
Mas tendo sido tão lesto a acusar o Senhor Ministro da Saúde de ter fechado o Ministério da Saúde, olvidou e/ou ignorou, por completo, a publicação da inicialmente, referida Portaria.
Poderemos concluir que o "presidente" do SN da UMP em nada contribuiu para tal. Poderemos até ser levados a concluir que tal foi devido a um movimento autónomo das Misericórdias, relativamente, à UMP. Talvez tenham sido as Misericórdias que "fintando" a UMP para conseguirem ultrapassar as dificuldades vividas e reconhecidas por todos(as), conforme se pôde constatar no debate parlamentar relativo a questões de saúde.
Talvez tenham sido as Misericórdias, à revelia da UMP, que tenham conseguido dialogar com o Senhor Ministro da Saúde tendo-lhe feito chegar as dificuldades sentidas que levaram a que tenha havido sensibilidade para a publicação da já referida portaria nos termos em que foi feita.
Mais uma vez fica claro que os actuais "dirigentes" da UMP não têm a mínima capacidade de representação das Misericórdias.
Durante o ano de 2012, de uma forma mais intensa, demonstrámos que os actuais"dirigentes" da UMP não têm nenhuma capacidade de diálogo seja com que entidade for. Não são capazes de garantir e assegurar o necessário diálogo com as diversas entidades. Não dispõem de nenhuma capacidade negocial seja com que entidade for.
As Misericórdias são cada vez mais e melhor representadas pela CNIS - Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade. Ou então ajem à revelia e semn conhecimento dos "dirigentes" da UMP por forma a conseguirem ultrapassar as dificuldades com que as Misericórdias se confrontam, sendo que muitas delas têm origem nas actuações desatradas e desastrosas dos "dirigentes" da UMP.
O que as Misericórdias necessitam neste momento é de "dirigentes" na UMP que promovam a conflitualidade, que não se reconheça a mínima capacidade de representação e de negociação, sendo que não será despiciendo que até pode acontecer perca de idoneidade por parte desses mesmos "dirigentes".
Têmo-lo aqui propalado com muita intensidade, e os factos só vêm confirmar a nossa profunda convicção, que é cada vez mais urgente a substituição de todos os "actuais "dirigentes" da UMP se as Misericórdias quiserem garantir a continuidade da sua União (UMP). É que, neste momento, poderá até estar em causa a continuidade da própria União das Misericórdias Portuguesas (UMP). O passivo da UMP, assim como a continuidade de disparates e decisões gastadoras, provavelmente, irão agravar o passivo em 2011. Estaremos pelas contas de 2011 para confirmar esta nossa convicção.
A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) tem que ser (re)colocada ao serviço das Misericórdias e dotada de uma equipa Dirigente que que assuma a missão por inteiro. Tem que ser conseguido afastar da UMP todos(as) as nelas estão para a parir daí extraírem benefícios para si e para um núcleo de "amigos". A UMP não pode estar ao serviço de interesses privados e particulares de pessoas. A UMP tem que ser (re)colocada ao serviço das Misericórdias. Do combate à pobreza. Em opção preferencial pelos pobres.

A reserva de 50% da receita do Ministério da Saúde para financiamento da RNCCI pode revelar-se um importante contributo para atenuar e quem sabe até ultrapassar as dificuldades que o Ministério tem manifestado no cumprimento das suas obrigações para com as Misericórdias que sustentam as unidades de cuidados continuados.
Provavelmente, as Misericórdias passarão a sentir menor peso e menores dificuldades resultantes dops atrasos nos pagamentos dos tratamentos aos doentes internados nas unidades de cuidados continuados.
A portaria a que aqui nos vimos referindo pode ser lida na íntegra no seguinte endereço: http://dre.pt/pdf1sdip/2012/01/00200/0002400025.pdf.
A Portaria agora publicada revela uma intenção de contribuir para atenuar ou até suprir as dificuldades financeiras do Ministério da saúde assim como agilizar os pagamentos devidos às Misericórdias, enquanto grandes prestadores de serviços ao Estado.
É por tudo isto que esta Portaria pode constituir uma boa notícia para as Misericórdias.

Sabendo como sabemos que o actual "presidente" do SN da UMP é um dos nossos mais atentos fans, deixamos aqui um pedido.
Vá lá senhor "presidente" do SN da UMP mande lá escrever uma circular da UMP para depois assinar e dar conhecimento às Misericórdias que o Senhor Ministro da Saúde, publicou a supra refrida Portaria. Já agora não se esqueça de vincar que foi por sua inicativa que o Senhor Ministro tomou a decisão de reservar 50% das receitas dos jogos sociais ao financiamento da RNCCI. Diga tudo isto às Misericórdias.
Já agora, se não se importar, diga que teve conheciemnto da publicação da referido Portaria através do blog de que é fan e leitor diário.
Ficar-lhe-ia bem refernciar as suas fontes de informação.

domingo, 1 de janeiro de 2012

AFINAL QUEM MENTE E QUEM INSULTA?

Diz a sabedoria popular: que mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo.
Nada melhor para começar o ano de 2012 do que demonstrar a mentira que é propalada por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) relativamente às suas remunerações certas e regulares.
Ao longo dos anos que aqui vimos reflectindo sobre o que se passa na União das Misericórdias Portuguesas (UMP) temos afirmado que os seus "dirigentes", nomeadamente, os que têm estado instalados nos cargos do Secretariado Nacional (SN), e particularmente, o seu "presidente" usufruem de remunerções certas e regulares sem que a tal tenham direito nem autorização.
Já aqui também revelámos que o "presidente" do SN da UMP é funcionário do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social (MSSS) estando destacado na UMP com o vencimento, integralmente, pago por esses mesmo Ministério, para estar a tempo inteiro ao seerviço da UMP, incluindo o subsídio de alimentação.
Esta simples razão é mais do que suficiente para justificar o não pagamento de qualquer outra importância ao "presidente" do SN da UMP, como compensação pela sua "estadia" na UMP. Nada mas mesma nada pode justificar qualquer pagamento àquele que se instalou no cargo de Presidente do SN da UMP (AICPSNUMP). Este tem o seu vencimento pago, na íntegra, pelo MSSS.
Vamos agora justificar a razão de trazermos, logo no primeiro dia do ano. de novo a questão das remunerações pagas pela UMP ao seu "presidente" do SN.
Já aqui também fizémos referência que entre os "presidentes" do SN e da Mesa do Conselho Nacional (MCN) da UMP foi consertada uma acção que envolveu o Conselho Nacional na tentativa de fixar uma remuneração certa e regular dos "dirigentes" da UMP indexando-a a um valor de 70 da remuneração do Senhor Presidente da República.
Referimos também que dentro do Conselho Nacional foi constituído um grupo de trabalho para a elaboração de uma proposta de remunerações para os "dirigentes" da UMP. Esse grupo de trabalho chegou a reunir, pelo menos uma vez, no Centro de Sto Estevão, em Viseu. Desta reunião saiu um pedido de apresentação de um documento do SN o qual expressasse as remunerações certas e regulares recebidas ao longo dos anos pelos "dirigentes" da UMP, nomeadamente, pelos membros do SN, documento esse que fosse apresentado pelo actual "presidente" do SN ao Conselho Nacional.
O grupo de trabaljo criado dentro do Conselho Nacional ainda aguardará a apresentação desse documento pedido ao "presidente" do SN da UMP.
Já em 2011 as Misericórdias de um distrito do Continente solicitaram ao "presidente" do SN da UMP que apresentasse as remunerações certas e regulares reecebidas pelos "dirigentes" da UMP, nomeadamente, o seu "presidente" do SN.
Apavorado com as consequências da divulgação junto das Misericórdias das remunerações e mordomias recebidas pelos "dirigentes" da UMP, nomeadamente, os membros do SN, o "presidente" do SN da UMP deslocou-se a uma reunião onde estavam presentes a quase totalidade das Misericórdias do referido distrito na tentativa de abafar o pdedio de divulgação das remunerações que ele próprio recebia. Nessa reunião chegou mesom, a afirmar que tal pedido punha em causa a sua honorabilidade e o seu bom nome.
As Misericórdias dese distrito continuam a aguradar a informação das remunerações mordomias e despesas pagas pela UMP aos seus "dirigentes", nomeadamente, aos membros do SN e particularmente do seu "presidente".
Como os leitores deste síto poderão ter constatado num dos recentes comentários cometeu a proeza de acusar o teor de algumas revelações aqui feitas de insultuosas.
Pois bem para que não restem dúvidas de que o "presidente" do Secretariado Nacional (SN) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) recebe remunerção mensal paga pela UMP, vamos descrever os valores de 2(dois) recibos verdes relativos a 2 (dois) meses de remunerção desse "presidente":
Actividade exercida: Jurisconsulta
Importância: ...................................................... 2918,38 Sujeito à taxa de IVA de 21%
IVA: ......................................................................   612,86
Sub total: ........................................................... 3531,24
IRS: .....................................................................   583,68 Retenção na fonte à taxa de 20%
Importância recebida: .................................... 2947,56
(Dois mil novecentos e quarenta e sete euros e cinquenta e seis cêntimos)
Data: 23/06

Actividade exercida: Jurisconsulta
Importância: .................................................... 1459,19
IVA: ....................................................................   291,84 Sujeito à taxa de 20%
Sub total: .......................................................... 1751,03
IRS: ....................................................................   291,84 Retenção na fonte à taxa de 20%
Importância recebida: ................................... 1459,19
(Mil quatrocentos e cinquenta nove euros e dezanove cêntimos)
Data: 22/07
Trazemos somente estes 2 (dois)b recebibos verdes apresentados pelo "presidente" do SN da UMP à própria UMP porque será suficiente para demonstrar que o que aqui se informa e se esclarece tem suporte e fundamentação.
Repare-se numa particularidade entre os 2(dois) recibos.
No mês de Junho, o "presidente" do SN da UMP apresenta uma impportância que é, exactamente, o dobro da apresentada no mês de Julho.
Para quem sabe, o mês de Junho, é o mês em que o Estado paga aos seus funcionários o subsídio de férias.
Pois, o que indiciam os valores recebidos pelo "presidente" do SN da UMP é que este cobra à UMP também subsídio de férias em regime de prestação de serviços.

Vamos por fim analizar a questão do pagamento de remunerações aos Dirigentes das Instituições e neste caso particular aos "dirigentes" da UMP.
De acordo com a legislação portuguesa, nomeadamente, com as disposições contidas no n.º 1 do art.º 18.º Estatuto das IPSS, aprovado pelo art.º 1.º do Decreto-Lei n.º 119/83, de 25 de Fevereiro, o princípio a ser respeitado é o seguinte: O exercício de qualquer cargo nos corpos gerentes das instituições é gratuito,....
Mas o n.º 2 desse mesmo art.º diz o seguinte: Quando o volume do movimento financeiro ou a complexidade da administração das instituições exijam a presença prolongada de um ou mais membros dos corpos gerentes, podem estes ser remunerados, desde que os estatutos o permitam.
Bom.
Conforme já aqui temos referidos muitas vezes, o "presidente" do SN da UMP, e não só, têm o seu vencimento, intergralmente, suportado e pago pelo Ministério da Solidariedade e Seguramnça Social, incluindo o subsídio de alimentação.
Porque assim é o "presidente" do SN da UMP e os outros "dirigentes" nas mesmas circunstâncias não terão direito a receberem qualquer outra remunerção paga pela UMP.
De acordo com as disposições legais aqui e agora referidas os "dirigentes" da UMP não têm direito a receber qualquer remuneração uma vez que a mesma é suportada na íntegra pelo MSSS.
Disposições em tudo similares estão contidas nas Normas Gerais das Associações de Fiéis (art.º 6.º - Gratuidade de exercício do cargo), pelo que os Dirigentes das Instiotuições, particularmente, da UMP não têm quaqluer fundamento para serem pagos a título remuneratório.
Mas poder-se-á pensar que o "presidente" do SN da UMP está a ser pago como jurista. Mas também como tal não deve nem pode, em resultado de impossibilidade legal. É que o n.º 4 do art.º 21.º do Estatuto das IPSS aprovado pelo art.º 1.º do Decreto-Lei n.º 119/83, de 25 de Fevereiro fixa o seguinte: Os membros dos coprpos gerentes não podem contratar directa ou indirectamente com a instituição, salvo se do contrato resultar manifesto benefício para a instituição.
Ora nada disto se constata.
Tendo a UMP um gabinete Jurídico não faz sentido nenhum estar a contratualizar serviços com o seu "presidente" do SN.
Bom. Mas já agora será importante que o "presidente" do SN da UMP mostre os pareceres jurídicos emitidos desde que passa receibos verdes à UMP pela actividade de jurisconsulta.
Mais. esta prestação de serviços além de absolutamente desnecessária, ao não ter termo de comparação não existe uma base que suporte o benefício para a UMP, pelo que será ilegal o pagamento de serviços inexistentes, desnecessários e por isso mesmo nada benéficos para a UMP.
Estará agora mais claro que há "dirigentes" da UMP que serão remunerados indevidamente. E sendo-o terão que devolver todo o dinheiro recebido nessas condições.

Afinal quem mente?
Afinal quem insulta as Misericórdias?
Afinal quem insulta os pobres e a pobreza?
Para começar bem o ano de 2012 seria fundamental que as Misericórdias tomassem a iniciativa de promover uma auditoria externa à UMP e pelas próprias controlada.
Apesar de o Conselho Fiscal ter competência para sindicância a sua confiança foi abalada quando o respectivo "presidente" afirmou que os "dirigentes" da UMP não auferiam nenhum vencimento ou remuneração.
Afinal parece que recebem. E ao que se sabe não será só o montante mensal aqui transcrito, pois que entre ambos, o "presidente" do SN da UMP terá passado 4 receibos verdes. Será necessário saber a quem os passou e por que montante.

Esta foi a melhor forma de iniciarmos o ano de 2012.
Esta foi a melhor forma de praticarmos a Caridade Cristã.
Esta foi a melhor forma que encontramos para contribuir para a UMP seja uma Instituição ao serviços dos mais pobres e desprotegidos.
Esta foi a melhor forma de contribuirmos para a clareza e transparência institucional da UMP.
Esta ano de 2012 que vai ser, particularmente, duro para os mais pobres e que imporá dificuldades à generalidade dos Portugueses, todos os recursos que são destinados ao combate à pobreza e para apoio aos carenciados não deve ser utilizados para outros fins ou em benefícios indevidos.

sábado, 31 de dezembro de 2011

A PIOR FORMA DE TERMINAR 2011

Pode ler-se na 1.ª página do Jornal de Notícias:
"O ministro da Saúde fechou o Ministério" - Manuel Lemos, presidente das Misericórdias, é feroz nas críticas a Paulo Macedo.
Seria difícil encontrar pior forma para terminar o ano de 2011.
Ainda nos lembraremos que Portugal também teve um animal feroz a dirigí-lo, mas felizmente já se libertou das garras dessa fera.
Talvez seja chegada a altura de as Misericórdias se livrarem de quem tanto mal lhes tem provocado.
2012 é ano de eleições na União das Misericórdias Portuguesas (UMP) e talvez o mais tardar no final de 2012, as Misericórdias se consigam livrar de quem se instalando no cargo de "presidente" do Secretariado Naciona (SN) da UMP tanto mal tem "dirigido" aquela instituição com nítidos e graves prejuízos quer para a UMP quer para as Misericórdias.
A entrevista hoje publicada no Jornal de Notícias revela-se mais um péssimo serviço prestado às Misericórdias.
E é um péssimo serviço prestado às Misericórdias porque revela ressentimento relativamente ao Governo. Esse ressentimento é resultado de um auto-convencimento de que seria ministro da saúde ou da segurança social do actual Governo. Este mesmo auto-convencimento foi sendo transmitido quer àqueles que lhe são mais próximos quer mesmo de uma forma generalizada aos Dirigentes das Misericórdias. Era frequente falar com Dirigentes das Misericórdias, no início do Verão, e estes falarem de que o "presidente" do SN da UMP seria o futuro ministro da saúde ou da segurança social segundo palavras do próprio.
Terá mesmo chegado a afirmar que nessa altura era uma das 10 pessoas mais influentes no PSD.
Desde que a realidade o confrontou que não pára de afrontar o actual Governo, menifestando um elevado grau de ressentimento por não ter conseguido um dos seus grandes objectivos de vida, chegar a ministro. Nunca quis interiorizar que nunca, e depois que se instalou no cargo de "presidente" do SN da UMP, ainda menos condições dispôs para alguma vez conseguir sequer a ser membro de quualquer Governo. Nunca assumiu que jamais teve perfil para ser membro de um qualquer Governo da Nação, muito menos para chegar a ministro, como o demonstra a entrevista hoje publicada no Jornal de Notícias.
Está agora cada vez mais claro que o actual "presidente" do SN da UMP para além de não ter características nem perfil mínimo para chegar a ser ministro, nem sequer comungava das possibilidades e do programa do actual Governo.
É mau muito mau mesmo quer para a UMP quer para as Misericórdias continuarem a ter de suportar este "presidente" do SN da UMP.
Com a entrevista hoje publicada no Jornal de Notícias a UMP perdeu mais capacidade de diálogo e negocial com o Ministério da Saúde.
Ora sendo o Ministério da Saúde o principal pagador dos serviços de saúde pagos às Misericórdias, a entrevista publicada hpoje só pode acrretar consequências nefastas para as Misericórdias, uma vez que a UMP perdeu reconhecimento de interlocutor de boa vontade, perdeu capacidade de diálogo assim como perdeu poder negocial.
No cotpo da entrevista publicada na página 5 do Jornal de Notícias de hoje, o "presidente" do SN da UMP afirma: Neste momento não existe essa relação de confiança porque o Dr. Paulo Mendo fechou o ministério, não é capaz de dialogar e não é capaz de se sentar a uma mesa e falar com as Misericórdias.
Afirmações como a que se transcreve só favorecem a criação de um clima de crispação nada, mas memso nada, favorável na busca de soluções para os problemas existentes.
O que é de todo deplorável é que o "presidente" do SN da UMP só tenha detctado os problemas agora com este Governo. Com o Governo anterior os problemas já existiam e com a mesma gravidade e nesse tempo jamais se ouviram quaisquer palavras relativamente a essa matéria.
Ao que se sabe é que esta posição de sucessivos ataques ao actual Governo por parte do "presidente" do SN da UMP são também resultado das pressões exercidas por muitos Provedores aos quais ele prometeu resolver os problemas existentes. Como não os resolveu nem os resolverá e com ele no cargo de Presidente do SN da UMP as Misericórdias continuarão a ver agravadas as condições de diálogo e negociais com o Governo.
O "presidente" do SN da UMP promoveu, estimulou e pressionou as Misericórdias a entrarem na área da saúde tendo como praticamente, único cliente o Estado. Tudo isto em resultado de interesses pessoais e de um pequeno grupo que lhe é muito próximo que têm ganjo muitíssimo dinheiro à custa de comissões cobradas às Misericórdias assim como de cobrança de prestações de serviços também cobradas às Instituições. É a voz destes interesses que fala pela boca do actual "presidente" do SN da UMP.
Quer a UMP quer as Misericórdias precisam de se libertar desta teia de interesses pessoais e particulares instalada na UMP.
A voz do "presidente" do SN da UMP na entrevista hoje publicada no Jornal de Notícia é a voz do comprometimento dos interesses pessoais e particulares instalados.
Toda agente sabe disto e particularmente o Governo sabendo desta teia de interesses instalada, não estará disponível para continuar a suportá-la e alimentá-la. É por isso necessário exterminar essa teia de interesses instalada.
É fundamental libertar a UMP e as Misericórdias de compromissos pessoais e particulares. Quer a UMP quer as Misericórdioas só têm que assumir compromissos com os Cidadãos carenciados e necessitados de apoio e assistência. A UMP e as Misericórdias jamais poderão ser utilizdas para a instalação de interesses pessoais e particulares.
Se o ano de 2011 foi particularmente gravoso para a UMP e para as Misericórdias em resultado de uma administração desastrada que está instalada, há anos, na União das Misericórdias Portuguesas (UMP), a entrevista hoje publicada no Jornal de Notícias é o episódio final que culmina um já longuíssimo período de 5 anos de instalação no cargo de "presidente" do SN da UMP, o qual se tem traduzido numcrescendo dificuldades para a UMP e para as Misericórdias.
Muitas, senão mesmo, a maioria das dificuldades que as Misericórdias hoje enfrentam são resultado de uma administração desatsrada de quem orienta e "dirige" a UMP.
2012 terá que ser o ano de mudança. É tempo da UMP e das Misericórdias se libertarem dos "dirigentes" que estão instalados na União das Misericórdias Portuguesas.
2012 terá que ser o ano de mudança. Terá que ser o ano de recuperação da creedibilidade e da confiança perdidas. Terá que ser o ano de procura de soluções para os tormentosos problemas que atinge a generalidade das Misericórdias.
Isto só se conseguirá com uma nova equipa Dirigente que oriente o seu pensamento à luz da Doutrina Social da Igreja e a sua acção pela prática das 14 Obras de Misericórdia.
Espera-se que 2012 seja um ano de mudança como muitas professias das mais diversas culturas o prognostica.
A União das Misericórdias Portuguesas necessita de mudança. De uma mudança fundamentada no bem fazer fazendo o bem ao serviço do Homem nosso Irmão. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

FIM DO CEFORCÓRDIA ?

Quando a ribeira soa água leva.
Fazendo fé em fontes geralmente bem informadas, será intenção dos actuais "dirigentes" da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), nomeadamente, do "presidente" do Secretariado Nacional (SN) o qual é prestador de serviços ao CEFORCÓRDIA há dezena e meia de anos, extinguí-lo. Estará também a ser preparado um despedimento colectivo qie abrangerá todos os colaboradores/trabalhadores que não os prestadores de serviços remunerados, entre os quais se inclui o actual "presidente" do SN da UMP. Este recebe, mensalmente, de verbas destinadas à formação 1.500 € (mil e quinhentos euros), para o que não está autorizado. Mais. Recebe remuneração certa e regular do CEFORCÓRDIA há cerca de década e meia. Fazendo as contas, só do CEFORCÓDIA terá recebido, indevidamente, em 15 anos: 15 (anos) x 12 (meses) = 180 meses; 180 x 1.500 € = 270.000 € (duzentos e setenta mil euros), que a comprovar-se que recebeu e indevidamente deverá ter que os devolver ou à UMP ou ao IEFP, acrescidos dos devidos juros de lei.
Mas ao que foi também possível apurar o "presidente" do SN da UMP cobrará 14 meses em cada ano, razão pela qual será necesária acrescer mais 30 meses nesses 15 anos o que acrescerá na cobrança à UMP o valor de 45.000 € (quarenta e cinco mil euros).
No total o "presidente" do SN da UMP terá cobrado, indevidamente, só no que à formação diz respeito um valor que rondará já os 315.000 € (trezentos e quinze mil euros).
Importa conhecer as razões para tal extinção.
Haverá uma posterior entrega da formação para as Misericórdias a empresa privada?
A extinção prender-se-á com a impossibilidade de justificação para a continuidade da remuneração certa e regular que há muitos anos é paga ao actual "presidente" do SN da UMP?
Perante esta possibilidade que estará a ser preparada pelos actuais "dirigentes" da UMP importa reflectir sobre o que foi, o que é e o que poderá vir a ser o CEFORCÓRDIA dentro da UMP.
O que é, então, o CEFORCÓRDIA?
O CEFORCÓRDIA é o Centro de Formação para as Misericórdias.
Com surgiu?
Na décado dos 80 do século XX o SN da UMP liderado pelo saudoso e verdadeiro missionário das Misericórdias, Dr. Pde. VIRGÍLIO LOPES, a UMP tomou a iniciativa de promover formação profisional para os trabalhadores das Misericórdias, nomeadamente, para ajudantes de lar e centro de dia e ajudantes de creche e jardim de infância.
Perguntar-se-á a razão desta opção formativa e não outras. Como tudo tal opção foi tomada em consequência das opções tomadas pela maioria das Misericórdias em avançar com actividades de lar, centro de dia, creche e jardim de infância.
Não havendo ainda formação capacitante para os trabalhadores que já estavam ao seviço das Misericórdias, a UMP, com o apoio das filiadas, avançou com a criação de um lar escola, ao qual viria a ser atribuído o nome de "Lar Escola Dr. Virgílio Lopes", onde se inciciaram as acções de formação para ajudantes de lar e centro de dia. Foi a partir dessa primeira experiência que se seguiu a formação para ajudantes de creche e jardim de infância.
Com o crescimento das Misericórdias e a necessidade de dotar os seus profisisonais de formação em serviço a qual se poderá hoje chamar formção ao longo da vida, a UMP, também com o appio das Misericórdias, avançou com um estudo que se impunha e que foi o de verificar, primeiro, qual o perfil dos actuais (à altura) ajudantes de lar e centro de dia (que passaram também a contemplar o apoio domiciliário), definir operfil ideal para essas trabalahadoras e, posteriormente, estabelecer o perfil de formação para esses mesmos trabalhadores.
Nesse período fez-se esse trabalho para a maioria das categorias profissionais de apoio directo aos utentes das valências das Misericórdias.
Foi um período de íntima e profíqua colaboração entre as Misericórdias e a sua União. Despois deste período jamais os "dirigentes" da UMP quiseram trabalhar em colaboração e cooperação com as Misericórdias fosse em que área fosse.
Em resultado desta política praticada pelos "dirigentes" da UMP,o CEFORCÓRDIA foi conduzido à sua actual situação, a de estar, completamente, desajustado perante as necessidades sentidas pelas Misericórdias.
Seria talvez interessante, averiguar as razões que levaram até aqui. E se não estarão, por enquanto escondidos, verdadeiros interesses particulares de alguns que se instalaram dentro da UMP e de outros que ainda não instalados mas a que tal aspiram, para a partir daí continuarem  a extrair benefícios para si e para os que lhes são próximos.
É necessário ter em atenção que o dinheiro que circula para a formação profissional é muitíssimo, para pagar àqueles que estão envolvidos nas suas acções. Recordamos que o montante de financiamento para a formação profisisonal incluído no QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional (Apoios Europeus) é a maior tranche de que Portugal beneficia.
Bom. Continuando na nossa reflexão importa tomar consciência que a partir desse referido estudo realizado no início dos anos 90 do século XX nada mais foi feito dentro do CEFORCÓRDIA que possibilitasse a sua actualização e adequação às necessidades sentidas pelas Misericórdias. Isto apesar de o actual "presidente" do SN da UMP ser o seu primeiro responsável e "dirigente" remunerado para coordenar o CEFORCÓRDIA.
A confirmar-se a extinção do CEFORCÓRDIA impõe-se exigir ao "presidente" do SN da UMP um relatório circunstanciado do cerca de 15 anos que leva à frente do CEFORCÓRDIA assim como apresentar os fundamentos que o obrigaram a conduzir esse Centro para a atual situação.
A culpa não pode continuar a morrer solteira.
É essencial que se saiba o que se passou e porque se chegou a esta situação.
O primeiro e principal responsávl por esta situação verificada com o CEFORCÓRDIA será o actual "presidente" do SN da UMP porque há cerca de 15 anos que é o "dirigente" da UMP responsável pela orgânica e funcionamento do Centro.
Ao longo destes últimos 15 anos pode-se constatar que o CEFORCÓRDIA se foi desactualizando e progressivamente desligando das Misericórdias. O CEFORCÓRDIA deixou de corresponder às expectativas e necessidades das Misericórdias. Estas passaram a organizar, directamente, a sua formação adequada às suas necessidades, já que a UMP não demonstrava vontade de corresponder às sugestões e organizar a formação de que as Misericórdias necessitavam. Algumas Misericórdias tomaram a iniciativa de criar a sua própria estrutura de formação. Outras passaram a contratar, directamente, com empresas de formação que definiam perfis de formação de acordo com as necessidades apresentadas pelas Misericórdias. O CEFORCÓRDIA deixou de corrresponder às necessidades de formação das Misericórdias.
Mas fará falta o CEFORCÓRDIA?
É essencial para as Misericórdias enquanto serviço comum a todas as Misericórdias.
O CEFORCÓRDIA é um serviço comum essencial para as Misericórdias. Porquê?
Porque as Misericórdias mantêm muitas valências tipificadas para as quais será de todo vantajoso manter actualizados os perfis de formação para os seus profissionais.
Por outra lado a inovação social leva a que surjam necessidades de novos profissionais, com novos perfis a que corresponderão novas necessidades de formação para os quais é essencial definir os respectivos perfis.
A definição de perfis profissionais e respectivos perfis de formação será competência e missão da UMP que jamais deverá ser deixada entregar a quaisquer interesses particulares instalados e/ou a instalar dentro da UMP.
O CEFORCÓRDIA é uma das poucas estruturas organizacionais que tem toda a justificação a sua manutenção. As Misericórdias jamais deverão permitir que o CEFORCÓRDIA seja extinto, por três ordens de razão. A primeira, desde logo porque é essencial para garantir a adequação da formação ao universo das Misericórdias. A segunda, porque a formação contínua adequada e adaptada é, hoje, imperativo de progresso e desenvolvimento assistencial. E terceira, porque o CEFORCÓRDIA, bem gerido para além de não ter quaisquer custos para as Misericórdias pode até suportar partilha de custos.
Os benefícios com a manutenção do CEFORCÓRDIA são por demais evidentes, razão pela qual as Misericórdias deverão, opor-se de uma forma determinante à intenção dos "dirigentes" da UMP de extinguí-lo.
O CEFORCÓRDIA é uma estrutura orgânica da UMP criada para apoiar a formação nas Misericórdias. Na sua fase inicial desempenhou um relevante serviço na formação que se estava a revelar essencial no progresso e desenvolvimento dos serviços assim como na sua qualificação.
É uma estrutura que bem gerida não tem quaisquer custos quer para a UMP quer para as Misericórdias.
É essencial para garantir a actualização e qualidade dos cuidados prestados aos utentes/beneficiários das actividades das Misericórdias.
O CEFORCÓRDIA poderá e deverá manter actualizado os perfis profissionais dos trabalhadores das Misericórdias.
Poderá e deverá manter actualizado os perfis de formação para os trabalhadores das Misericórdias.
Poderá criar um CNO - Centro Novas Oportunidades por form a reconhecer-se as competências adquiridas ao longo da vida pelos trabalhadores das Misericórdias, possibilitando-lhes um acesso mais cómodo e adequado às contigências dos trabalhos. Possibilitará aos trabalhadores que assim o desejarem a obtenção dos níveis de escolaridade obrigatória e básica para o acesso a categorias profissionais.
No fundo o CEFORCÓRDIA é essencial para garantir uma qualificada prestação de serviços aos beneficiários das actividades das Misericórdias.
Nada mas mesmo nada poderá justificar o encerramento de uma estrutura orgânica na UMP tão essencial às Misericórdias.
Esta estrutura é tão essencial para as Misericórdias que estas Instituições até quiseram consagrar a actividade formativa no seu texto constitucional - nos Estatutos da UMP. Conforme se pode constatarna alínea b) do artigo 5.º dos Estatutos da UMP, pode ler-se: Promover a realização de cursos de aperfeiçoamento e valorização profissional para o pessoal das Misericórdias.
Esta possibilidade equacionada pelos actuais "dirigentes" da UMP de extinguir o CEFORCÓRDIA, logo no início de 2012 é ranto menos incompreensível quando ainda não passou um mês sobre a aprovação do Plano de Actividades e Orçamento para 2012, documentos esses que mereceram uma atenção especial no que à formação, dentro do CEFORCÓRDIA, diz respeito.
Para não alongar muito esta reflexão transcreveremos tão somente a seguinte passagem escrita no Plano de Actividades aprovado em Assembleia Geral da UMP para 2012:
Nesta relação, entre União das Misericórdias e as suas associadas, assume especial importância, a estratégia de formação e qualificação dos trabalhadores. O esforço feito nos últimos anos e que
tencionamos continuar, aumentando a oferta formativa, tem beneficiado milhares de trabalhadores, produzindo melhorias significativas no funcionamento das instituições. Os resultados deste
trabalho são evidentes e promissores, pois as instituições passaram a ter novas preocupações de qualidade e melhores metodologias de atuação. As Misericórdias passaram igualmente a beneficiar de novos conceitos de gestão o que lhes permitiu uma adequada preparação perante os desafios com que diariamente são confrontadas.
Como é que depois de os "dirigentes" da UMP terem escrito o que escreveram e levaram as Misericórdias a aprovarem conseguem no mínimo equacionar a possibilidade de extinguir uma estrutura tão importante senão mesmo relevante para as Misericórdias?
Nada disto faz sentido.
Bom. Mas haverá algo que fará sentido na actual situação a que foi conduzida a União das Misericórdias Portuguesas?
Constituirá uma perda irreparável a extinção do CEFORCÓRDIA.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A FELICIDADE

O Homem não é só corpo. É também senão mesmo, principlamente, alma.
É para a plenitude humana e para o bem estar e realização plena do Homem que foram criadas as Misericórdias Portuguesas, às quais foi atribuída a missão de cumprimento das 14 Obras de Misericórdias.
Em reflexão anterior analizámos o bem estar corporal do Homem que pode ser alcançado com a concretização das 7 Obras de Misericórdia corporais.
Hoje reflectiremos sobre o bem estar espiritual do Homem para o qual muito contribui a concretização das 7 Obras de Misericórdia espirituais.
Sendo certo que muitas vezes se privilegiam as Obras de Misericórdia corporais já que as carências materiais om que as Misericórdias se confrontam são tantas e tão diviersificadas, o que estará de acordo com a sua natureza, filosofia e doutrina e a complementaridade entre as Obras de Misericórdia coprporais e espirituais. é na plenitude da concretização de ambas que as Misericórdias realizam a sua missão.
Sempre e quando se sentirem realizadas com o cumprimento das 7 Obras de Misericórdia corporais apoucam-se, e ao apoucarem-se ficarão em studo sememlhantes a uma qualquer organização filantrófica que pratique a solidariedade.
A Caridade Cristã vai muito para além da solidariedade (laica) e procura contribuir não só para o bem estar do Homem mas também para a sua felicidade.
Será bom evocarmos aqui e agora as 7 Obras de Misericórdia espirituais:
1. Dar bons conselhos
2. Ensinar os ignorantes
3. Corrigir os que erram
4. Consolar os tristes
5. Perdoar as injúrias
6. Suportar com paciência as fraquezas do nosso próximo
7. Rezar a Deus por vivos e defuntos.
O respeito e cumprimento das 7 Obras de Misericórdia espirituais, contribuem para a felicidade humana. É pois necessário que as Misericórdias as pratiquem, sobre elas reflitam e concretizem assim a Doutrina Social da Igreja em toda a plenitude institucional.
As Misericórdias só cumprirão, integralmente, a sua missão quando concretizarem a plenitude das 14 Obras de Misericórdia.
Sem dúvida que o bem estar físico é fundamental ao Homem. Mas também a sua felicidade traduzida no seu bem estar moral e espiritual é essencial.
Só a plenitude da concretização das Obras de Misericórdia podem contribuir para o bem estar e para a felicidade humana.
As Misericórdias agindo em cumprimento dessas Obras conseguirá e muito contribuir para o bem estar e para a felicidade do Homem.
Porque as Misericórdias têm que ir muito além da filantropia.
Porque as Misericórdias têm por missão as obrigações institucionais estabelecidas na Doutrina Social da Igreja.
Porque as Misericórdias são insttuições para a prática da Caridade Cristã.
As Misericórdias reunem as condições doutrinais e institucionais básica para promover a dignidade humana em toda a sua plenitude.
O percurso da felicidade tem que ser feito em paralelo com o percurso do bem estar. São dois percursos paralelos que têm que ser percorridos com a mesma intensidade. Às Misericórdias compete-lhe a grata missão de contribuir para a realização plena do Homem.
Agora que estamos vivendo plena época natalícia, é também época de renovação de intenções e de desejos. Certamente todos quantos se disponibilizaram para servir - para servir - nestas seculares instituições de bem fazer fazendo o bem, renovam essas mesmas intenções e desejos. É nesta altura do ano que mais circulam por todo o mundo incontáveis mensagens de desejos de Bem e de bom.
As Misericórdias substituem muitas famílias de Cidadãos acolhidos nesta época de celebração da família.
Em todos os lares de cristãos se expõe a Sagrada Família para todos os seus membros tenham plena consciência de que a celebração da família é um valor que é cultivado pelos cristãos desde há 2.000 anos.
As Misericórdias são, pois, as instituições que olham para o Homem em toda a sua plenitude e em resultado das suas obrigações doutrinais têm o dever de contribuir quer para o bem estar fisíco quer para a felicidade do Homem.
Importa, assim, que as Misericórdias (inclui-se aqui neste universo institucional, a União das Misericórdias Portuguesas) dediquem também atenção às 7 Obras de Misericórdia espirituais. Estas são, sem dúvida aquelas que contribuem para a felicidade humana.
Se as Misericórdias têm um reconhecimento generalizado da sua meritória acção ao longo de mais de 5 séculos, importa que não olvidem uma parte significativa da sua missão, a qual passará, necessariamente, pelo cumprimento das 7 Obras de Misericórdia espirituais.
Este é um desafio do presente com reflexo no futuro.
Só cumprindo e praticando as 14 Obras de Misericórdia permitirá a estas permanecrem actuais e actualizadas.