Aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP), com particulares responsabilidades para aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional (AICPSN), mais não fazem do que desfocalizar a Instituição - União das Misericórdias Portuguesas - dos reais e sentidos problemas que afectam um número cada vez maior de Portugueses e não só.
Esta conclusão resulta do facto de aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional (AICPSN), aparecer na página 9 do caderno Confidencial do semanário SOL, do passado sábado, 10 de Abril de 2009, a anunciar que "Misericórdias apostam no Turismo".
Nesta época de crise que afecta, muito negativamente, um número cada vez maior, e que não pára de crescer, de cidadãos não pode deixar de ser notada a aposta feita, no turismo sénior, por parte de aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional(AICPSN).
Tal facto é, por si só, suficientemente, elucidativo da desfocagem continuada, por parte de AICPSN, sobre os reais e sentidos problemas que afectam a generalidade dos Portugueses, e não só, mas afectam, particularmente, os mais idosos.
Ora sabendo-se, para aqueles que têm consciência da realidade, que a pobreza e as carências afectam, de sobremaneira a população idosa, temos que nos questionar se faz algum sentido, sobretudo nesta fase da vida colectiva, aparecer AISPSN a anunciar que "misericórdias apostam no turismo".
Claramente, a resposta tem que ser negativa.
É um erro estratégico. É um erro de entendimento da realidade social, económica e financeira. É um drama para todos quantos depositam esperança na acção e na intervenção das Misericórdias Portuguesas na atenuação e/ou ultrapassagem das dificuldades sentidas.
Não faz qualquer sentido que se hipoteque o nome e a credibilidade das Misericórdias desfocalizando a atenção da União das Misericórdias Portuguesas das reais e sentidas preocupações nacionais.
É um erro de apreciação, de análise, mas sobretudo de diagnóstico focalizar a aposta das Misericórdias no turismo.
Esta aposta é, duplamente, errada. Primeiro porque a crise afecta sobretudo os mais pobres e este são, principalmente, os idosos. Segundo porque em época de crise apostar no turismo é um erro, já que esta actividade económica está em recessão.
É um erro estratégico a proclamação pública, por parte daquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional (AICPSN), "Misericórdias apostam no turismo".
Como através do que se vai escrevendo neste blog está cada vez mais clara a necessidade de devolver a União às Misericórdias Portuguesas.
Com responsabilidade exclusiva por parte daqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP), as Santas Casas da Misericórdia estão a sentir crescentes dificuldades.
As Misericórdias estão a sentir dificuldades crescentes no cumprimento da sua missão. E isto resulta, fundamentalmente, da continuada e sucessiva desfocagem, por parte daqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas, dos reais e sentidos problemas que afectam aquelas Instituições e que as impedem de acudir a um número crescente de necessidades.
Cada vez se torna mais evidente que é, cada dia que passa, cada vez mais urgente que as Misericórdias assumam a sua União, a das Misericórdias Portuguesas.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
UMA INSTITUIÇÃO SEM VOZ E DESCREDIBILIZADA
Os factos valem o que valem.
Como diz o Povo: "Contra factos não há argumentos".
Vem isto a propósito do Livro editado pela Santa Casa da Misericórdia do Porto "As Catorze Obras de Misericórdia" por ocasião das comemorações dos seus 510 anos.
Para esta obra foram convidadas 14 personalidades para escreverem sobre cada uma das 14 Obras de Misericórdia.
Neste Livro não pode deixar de ser notada a ausência da União das Misericórdias Portuguesas ou um dos que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da UMP (AICOSUMP). Esta ausência é tanto mais injustificada quando aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacaional da União das Misericórdias Portuguesas invoca a sua qualidade de irmão da Misericórdia do Porto.
É, absolutamente, lamentável que a União das Misericórdias Portuguesas tenha ficado, mais uma vez, afastada de uma obra que por maioria de razão deveria marcar presença.
Assinala-se a presença da Presidente do Banco Alimentar Contra a Fome e a ausência da União das Misericórdias Portuguesas.
Este facto é tão só mais um elucidativo da incapacidade, total e absoluta, demonstrada por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas.
A União das Misericórdias Portuguesas é, hoje, uma Instituição sem voz e, completamente, descredibilizada.
E isto vê-se nestes pequenos factos.
À ausência da União das Misericórdias Portuguesas não será estranha a participação de D. Manuel Clemente, no Livro.
Como não será estranho o facto de aquele que se isntalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional da UMP estar em permanente ireito Canónico.
A permanência nesse cargo é de todo incompreensível e deriva de a União das Misericórdias Portuguesas ser uma Instituição que se rege pelas Normas para as Associações de Fiéis aprovadas, no ano transato, pela Conferência Episcopal Portuguesa.
Não é normal e não é natural que a Misericórdia do Porto publique um Livro sobre as Obras de Misericórdia e, no mínimo, não proporcione a participação de um seu Irmão que por acaso é só aquele que está instalado no mais alto cargo executivo no seio da União das Misericórdias Portuguesas - na presidência do Secretariado Nacional.
Tudo isto não poderá deixar de dar azo a uma leitura que tem como consequência a menorização da União das Misericórdias Portuguesas.
Esta ausência jamais poderá ser entendida como mera coincidência.
à ausência da União das Misericórdias Portuguesas desta obra não será estranha a saída da Escola de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias da Universidade Católica. É que foi, precisamente, a Universidade Católica que foi encarregue, pela Misericórdia do Porto, de coordenar a publicação do Livro.
Só uma curiosidade que vem a propósito: até hoje não foram dadas a conhecer, por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas, as razões da saída da Escola de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias, da Universidade Católica.
Não será estranho este facto ao da ausência da UMP do Liovro da Misericórdia do Porto.
Não é compreensível nem poderá ser admitido que uma Instituiçãoe que se rege pelo Código do Direito Canónico, tenha como dirigente quem está em permanente violação de cânones desse mesmo Código.
A União das Misericórdias Portuguesas tem que voltar a ser a voz das Santas Casas da Misericórdia, assim como tem que recuperar a credibilidade.
Tal como está, a União das Misericórdias Portuguesas de nada serve, bem antes pelo contrário. Está a revelar-se, altamente, penalizadora para a acção, intervenção e cumprimento da missão que às Misericórdias Portuguesas compete.
Nem a Misericórdia da qual é irmão aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional lhe reconhece qualquer capacidade para participar numa obra por si editada sobre as Obras de Misericórdia.
Assinala-se o facto.
Regista-se a ausência, a qual, não é, certamente, casual.
Como diz o Povo: "Contra factos não há argumentos".
Vem isto a propósito do Livro editado pela Santa Casa da Misericórdia do Porto "As Catorze Obras de Misericórdia" por ocasião das comemorações dos seus 510 anos.
Para esta obra foram convidadas 14 personalidades para escreverem sobre cada uma das 14 Obras de Misericórdia.
Neste Livro não pode deixar de ser notada a ausência da União das Misericórdias Portuguesas ou um dos que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da UMP (AICOSUMP). Esta ausência é tanto mais injustificada quando aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacaional da União das Misericórdias Portuguesas invoca a sua qualidade de irmão da Misericórdia do Porto.
É, absolutamente, lamentável que a União das Misericórdias Portuguesas tenha ficado, mais uma vez, afastada de uma obra que por maioria de razão deveria marcar presença.
Assinala-se a presença da Presidente do Banco Alimentar Contra a Fome e a ausência da União das Misericórdias Portuguesas.
Este facto é tão só mais um elucidativo da incapacidade, total e absoluta, demonstrada por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas.
A União das Misericórdias Portuguesas é, hoje, uma Instituição sem voz e, completamente, descredibilizada.
E isto vê-se nestes pequenos factos.
À ausência da União das Misericórdias Portuguesas não será estranha a participação de D. Manuel Clemente, no Livro.
Como não será estranho o facto de aquele que se isntalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional da UMP estar em permanente ireito Canónico.
A permanência nesse cargo é de todo incompreensível e deriva de a União das Misericórdias Portuguesas ser uma Instituição que se rege pelas Normas para as Associações de Fiéis aprovadas, no ano transato, pela Conferência Episcopal Portuguesa.
Não é normal e não é natural que a Misericórdia do Porto publique um Livro sobre as Obras de Misericórdia e, no mínimo, não proporcione a participação de um seu Irmão que por acaso é só aquele que está instalado no mais alto cargo executivo no seio da União das Misericórdias Portuguesas - na presidência do Secretariado Nacional.
Tudo isto não poderá deixar de dar azo a uma leitura que tem como consequência a menorização da União das Misericórdias Portuguesas.
Esta ausência jamais poderá ser entendida como mera coincidência.
à ausência da União das Misericórdias Portuguesas desta obra não será estranha a saída da Escola de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias da Universidade Católica. É que foi, precisamente, a Universidade Católica que foi encarregue, pela Misericórdia do Porto, de coordenar a publicação do Livro.
Só uma curiosidade que vem a propósito: até hoje não foram dadas a conhecer, por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas, as razões da saída da Escola de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias, da Universidade Católica.
Não será estranho este facto ao da ausência da UMP do Liovro da Misericórdia do Porto.
Não é compreensível nem poderá ser admitido que uma Instituiçãoe que se rege pelo Código do Direito Canónico, tenha como dirigente quem está em permanente violação de cânones desse mesmo Código.
A União das Misericórdias Portuguesas tem que voltar a ser a voz das Santas Casas da Misericórdia, assim como tem que recuperar a credibilidade.
Tal como está, a União das Misericórdias Portuguesas de nada serve, bem antes pelo contrário. Está a revelar-se, altamente, penalizadora para a acção, intervenção e cumprimento da missão que às Misericórdias Portuguesas compete.
Nem a Misericórdia da qual é irmão aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional lhe reconhece qualquer capacidade para participar numa obra por si editada sobre as Obras de Misericórdia.
Assinala-se o facto.
Regista-se a ausência, a qual, não é, certamente, casual.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
EXEMPLO DE COMO SE GASTA - MUITO MAL - O DINHEIRO DOS POBRES
Do sítio www.ump.pt, retira-se da agenda aí anunciada o seguinte texto:
"Procissão do Senhor “Ecce Homo” organizada pela Misericórdia de Braga. Participam Rui Rebelo, Júlio Freire, Carlos Andrade, Lucílio Teixeira e Aurelino Ramalho", quer isto dizer que 5 dos 6 que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) vão de "excursão" para Braga, talvez para gozar umas "merecidas" férias e ao que consta acompanhados pelos respectivos cônjuges.
Este facto é, tão só, mais um elucidativo da forma de estar e de agir daqueles que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP).
Haverá justificação para a União das Misericórdias Portuguesas estar representada nas Cerimónias da Semana Santa organizadas pela Misericórdia de Braga. Sem dúvida que sim, a União das Misericórdias deveré estar presente, se para tal foi convidada. Mas, uma coisa é a UMP estar representada outra bem diferente (e bem mal) é a "excursão" de 5 dos 6 que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacionail da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) vão fazer para Braga com dinheiro alheio.
Não há qualquer justificação e/ou qualquer fundamento para que aqueles que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional (AICSNUMP) irem para Braga, certamente, com todas as depesas (quilómetros + alojamento + alimentação) a serem suportadas por dinheiro que é das Misericórdias Portuguesas e destinado aos mais pobres.
Será que aqules que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) também se permitarão ao atrevimento de irem acompanhados dos respectivos conjuges e com todas as despesas a serem suportadas pela UMP?
Não seria a primeira vez se tal acontecesse.
São procediemntos como estes que justificam (?) o resultado líquido negativo superior a 700 000 (setecentos mil euros) apresentados nas contas de gerência de 2007, por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP).
É fundamental que aqueles que se instalaram nos cargos dos Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas comecem a prestar contas das despesas que se permitem realizar, a seu belo prazer, e das quais jamais prestaram a devida informação quer às Misericórdias Portuguesas quer às entidades que tutelam a UMP.
Comportamentos como os que têm a vir a ser protagonizados por aqueles que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP), sempre e quando não têm a mínima justificação e/ou fundamento, têm que ser banidos da União das Misericórdias Portuguesas.
Comportamentos como os que estão a ser aqui e agora descritos são, altamente, prejudiciais para a missão que as Misericórdias têm que cumprir, nomeademente, o apoio aos mais carenciados, e agora por maioria de razão, pela crise que está instalada e a todos afecta.
São gastos como estes que levam os potenciais dadores a fugirem do apoio que as Misericórdias procuram e o Estado a não sentir obrigação de apoiar indtituições que gastam dinheiro em "passeatas" dos que se instalam.
Se de facto a União das Misericórdias Portuguesas deve marcar presença nas cerimónias organizadas por alguma das suas filiadas deve-o fazer sempre com a dignidade que as circunstâncias exigem e com a contenção que as circunstâncias impõem.
Nestas e actuais circunstâncias não há a mínima justificação para que 5 dos 6 que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) vão para Braga, sabe-se lá, ainda por cima, por quanto tempo e se não vão acompanhados dos respectivos cônjuges, ainda, a situação se revela de maior gravidade, pois o que está, verdadeiramente, em causa é o gasto de dinheiro que deveria ter como destinatários os mais pobres e vai ser utilizado para opulência dos "fracos".
E se a União das Misericórdias Portuguesas deve estar presente na Procissão do Senhor, em Braga, pode fazê-lo sem qualquer encargo já que 2 (dois) dos que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) têm residência no distrito de Braga, 1 (um) com residência permanente em Póvoa do Lanhoso e outro com residência temporária em Amares.
Fica demonstrado não haver qualquer justificação para que 4 dos 5 que se instalaram nos cargos dos Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portugesas (AICSNUMP) vão para Braga com todas as despesas pagas com dinheiro das Misericórdias e possivelmente, com os respectivos cônjuges tudo a "comer à conta do orçamento".
Alguém vai ter que pôr fim a estes gastos supérfluos e injustificados.
Cada dia que passa se torna mais urgente a intervenção das entidades de tutela com vista a por fim a factos que não têm a mínima justificação e que indiciam a utilização de recursos (escassos) de uma Institução em benefício próprio.
Com factos como estes como pode alguém, de boa fé, colaborar com quem só pensa em si e não no cumprimento da missão institucional?
O Estado, pela intervenção do Ministério do Trabalho e da Solidariedade, enquanto principal financiador das actividades da União das Misericórdias Portuguesas tem o dever de pôr cobro a este tipo de comportamentos.
Aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas estão esquecidos de uma dos pricípios basilares da acção institucional das Misericórdias Portuguesas:
OPÇÃO PREFERENCIAL PELOS POBRES
"Procissão do Senhor “Ecce Homo” organizada pela Misericórdia de Braga. Participam Rui Rebelo, Júlio Freire, Carlos Andrade, Lucílio Teixeira e Aurelino Ramalho", quer isto dizer que 5 dos 6 que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) vão de "excursão" para Braga, talvez para gozar umas "merecidas" férias e ao que consta acompanhados pelos respectivos cônjuges.
Este facto é, tão só, mais um elucidativo da forma de estar e de agir daqueles que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP).
Haverá justificação para a União das Misericórdias Portuguesas estar representada nas Cerimónias da Semana Santa organizadas pela Misericórdia de Braga. Sem dúvida que sim, a União das Misericórdias deveré estar presente, se para tal foi convidada. Mas, uma coisa é a UMP estar representada outra bem diferente (e bem mal) é a "excursão" de 5 dos 6 que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacionail da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) vão fazer para Braga com dinheiro alheio.
Não há qualquer justificação e/ou qualquer fundamento para que aqueles que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional (AICSNUMP) irem para Braga, certamente, com todas as depesas (quilómetros + alojamento + alimentação) a serem suportadas por dinheiro que é das Misericórdias Portuguesas e destinado aos mais pobres.
Será que aqules que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) também se permitarão ao atrevimento de irem acompanhados dos respectivos conjuges e com todas as despesas a serem suportadas pela UMP?
Não seria a primeira vez se tal acontecesse.
São procediemntos como estes que justificam (?) o resultado líquido negativo superior a 700 000 (setecentos mil euros) apresentados nas contas de gerência de 2007, por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP).
É fundamental que aqueles que se instalaram nos cargos dos Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas comecem a prestar contas das despesas que se permitem realizar, a seu belo prazer, e das quais jamais prestaram a devida informação quer às Misericórdias Portuguesas quer às entidades que tutelam a UMP.
Comportamentos como os que têm a vir a ser protagonizados por aqueles que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP), sempre e quando não têm a mínima justificação e/ou fundamento, têm que ser banidos da União das Misericórdias Portuguesas.
Comportamentos como os que estão a ser aqui e agora descritos são, altamente, prejudiciais para a missão que as Misericórdias têm que cumprir, nomeademente, o apoio aos mais carenciados, e agora por maioria de razão, pela crise que está instalada e a todos afecta.
São gastos como estes que levam os potenciais dadores a fugirem do apoio que as Misericórdias procuram e o Estado a não sentir obrigação de apoiar indtituições que gastam dinheiro em "passeatas" dos que se instalam.
Se de facto a União das Misericórdias Portuguesas deve marcar presença nas cerimónias organizadas por alguma das suas filiadas deve-o fazer sempre com a dignidade que as circunstâncias exigem e com a contenção que as circunstâncias impõem.
Nestas e actuais circunstâncias não há a mínima justificação para que 5 dos 6 que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) vão para Braga, sabe-se lá, ainda por cima, por quanto tempo e se não vão acompanhados dos respectivos cônjuges, ainda, a situação se revela de maior gravidade, pois o que está, verdadeiramente, em causa é o gasto de dinheiro que deveria ter como destinatários os mais pobres e vai ser utilizado para opulência dos "fracos".
E se a União das Misericórdias Portuguesas deve estar presente na Procissão do Senhor, em Braga, pode fazê-lo sem qualquer encargo já que 2 (dois) dos que se instalaram nos cargos do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas (AICSNUMP) têm residência no distrito de Braga, 1 (um) com residência permanente em Póvoa do Lanhoso e outro com residência temporária em Amares.
Fica demonstrado não haver qualquer justificação para que 4 dos 5 que se instalaram nos cargos dos Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portugesas (AICSNUMP) vão para Braga com todas as despesas pagas com dinheiro das Misericórdias e possivelmente, com os respectivos cônjuges tudo a "comer à conta do orçamento".
Alguém vai ter que pôr fim a estes gastos supérfluos e injustificados.
Cada dia que passa se torna mais urgente a intervenção das entidades de tutela com vista a por fim a factos que não têm a mínima justificação e que indiciam a utilização de recursos (escassos) de uma Institução em benefício próprio.
Com factos como estes como pode alguém, de boa fé, colaborar com quem só pensa em si e não no cumprimento da missão institucional?
O Estado, pela intervenção do Ministério do Trabalho e da Solidariedade, enquanto principal financiador das actividades da União das Misericórdias Portuguesas tem o dever de pôr cobro a este tipo de comportamentos.
Aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas estão esquecidos de uma dos pricípios basilares da acção institucional das Misericórdias Portuguesas:
OPÇÃO PREFERENCIAL PELOS POBRES
sexta-feira, 3 de abril de 2009
PARA QUE CONSTE - HISTÓRIA - MEMÓRIA
HISTÓRICO
No decorrer da 1ª Jornada Luso-Brasileira das Misericórdias, realizada no período de 20 a 27 de outubro de 1979, na cidade de Lisboa-Portugal, tendo como seu Presidente o Pe. Dr. Prof. Virgílio Lopes, Secretário Geral da União das Misericórdias Portuguesas, foram apresentados, discutidos e aprovados trabalhos que enfocavam muitos dos principais problemas que atingiam, igualmente, as Santas Casas do Brasil e Portugal e que indicavam como caminho a seguir a união das Santas Casas, com a fundação de uma sociedade civil, sem fins lucrativos ou políticos, capaz de reunir as Misericórdias existentes nos mais diversos países.
Esta jornada, solenemente encerrada em 27 de outubro de 1979, foi o ato inicial da celebração do 4º centenário da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro que ocorreria em 1982, e ocasião em que, seria decidida a fundação da Sociedade.
Nesta mesma data, reunidos em Assembléia Geral, os Provedores ou os representantes legais das Santas Casas participantes do Evento, aprovaram por unanimidade, a fundação da entidade sob a denominação de “Confederação Internacional das Misericórdias”, com personalidade jurídica autônoma, como sociedade civil, apolítica, sem fins lucrativos e sem quaisquer discriminações raciais ou econômicas, com sede no Brasil – Rio de Janeiro.
Concluíram, ainda, que as Santas Casas de Misericórdia manteriam sua natureza de Irmandades, com personalidades econômica e civil, autonomias próprias e suas finalidades seculares de prestar e praticar obras de Misericórdia corporais (7) e espirituais (7) e promoveriam o necessário e constante ajuste às exigências e a evolução dos tempos, a adaptação às diversas técnicas e a premência das carências sociais.
A Confederação Internacional das Misericórdias constituiu-se sob o patrocínio de Nossa Senhora da Misericórdia.
Todos os participantes da 1ª Jornada Luso-Brasileira e conseqüentemente da fundação da Confederação Internacional das Misericórdias são considerados seus fundadores e membros natos.
1ª DIRETORIA (Fundação)
Presidente
Dr. Eduardo Bahouth (impedido de assumir), foi o cargo ocupado por Mal. Augusto da Cunha Maggessi Pereira - Provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro/Brasil.
Vice-Presidente
Pe. Dr. Prof. Virgilio Lopes – Secretário Geral da União das Misericórdias Portuguesas – Portugal
Secretário
Prof. Luiz de Gonzaga Bevilacqua – Prov. da Santa Casa de Misericórdia de Bauru – São Paulo/Brasil
Vice-Secretário
Dr. José Augusto Fraústo Basso – Prov. da Santa Casa de Misericórdia de Nisa/Portugal
Tesoureiro
Dr. João Inácio Ribeiro Roma – Prov. da Santa Casa de Misericórdia do Recife – Pernambuco/Brasil
Vice-Tesoureiro
Dr. Miguel Antonio Martins – Prov. da Santa Casa de Misericórdia de Matosinhos/Portugal
No decorrer da 1ª Jornada Luso-Brasileira das Misericórdias, realizada no período de 20 a 27 de outubro de 1979, na cidade de Lisboa-Portugal, tendo como seu Presidente o Pe. Dr. Prof. Virgílio Lopes, Secretário Geral da União das Misericórdias Portuguesas, foram apresentados, discutidos e aprovados trabalhos que enfocavam muitos dos principais problemas que atingiam, igualmente, as Santas Casas do Brasil e Portugal e que indicavam como caminho a seguir a união das Santas Casas, com a fundação de uma sociedade civil, sem fins lucrativos ou políticos, capaz de reunir as Misericórdias existentes nos mais diversos países.
Esta jornada, solenemente encerrada em 27 de outubro de 1979, foi o ato inicial da celebração do 4º centenário da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro que ocorreria em 1982, e ocasião em que, seria decidida a fundação da Sociedade.
Nesta mesma data, reunidos em Assembléia Geral, os Provedores ou os representantes legais das Santas Casas participantes do Evento, aprovaram por unanimidade, a fundação da entidade sob a denominação de “Confederação Internacional das Misericórdias”, com personalidade jurídica autônoma, como sociedade civil, apolítica, sem fins lucrativos e sem quaisquer discriminações raciais ou econômicas, com sede no Brasil – Rio de Janeiro.
Concluíram, ainda, que as Santas Casas de Misericórdia manteriam sua natureza de Irmandades, com personalidades econômica e civil, autonomias próprias e suas finalidades seculares de prestar e praticar obras de Misericórdia corporais (7) e espirituais (7) e promoveriam o necessário e constante ajuste às exigências e a evolução dos tempos, a adaptação às diversas técnicas e a premência das carências sociais.
A Confederação Internacional das Misericórdias constituiu-se sob o patrocínio de Nossa Senhora da Misericórdia.
Todos os participantes da 1ª Jornada Luso-Brasileira e conseqüentemente da fundação da Confederação Internacional das Misericórdias são considerados seus fundadores e membros natos.
1ª DIRETORIA (Fundação)
Presidente
Dr. Eduardo Bahouth (impedido de assumir), foi o cargo ocupado por Mal. Augusto da Cunha Maggessi Pereira - Provedor da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro/Brasil.
Vice-Presidente
Pe. Dr. Prof. Virgilio Lopes – Secretário Geral da União das Misericórdias Portuguesas – Portugal
Secretário
Prof. Luiz de Gonzaga Bevilacqua – Prov. da Santa Casa de Misericórdia de Bauru – São Paulo/Brasil
Vice-Secretário
Dr. José Augusto Fraústo Basso – Prov. da Santa Casa de Misericórdia de Nisa/Portugal
Tesoureiro
Dr. João Inácio Ribeiro Roma – Prov. da Santa Casa de Misericórdia do Recife – Pernambuco/Brasil
Vice-Tesoureiro
Dr. Miguel Antonio Martins – Prov. da Santa Casa de Misericórdia de Matosinhos/Portugal
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União das Misericórdias Portuguesas
É NECESSÁRIO PÔR FIM À UTILIZAÇÃO ABUSIVA DO NOME DA UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS
Corrida da União Das Misericórdias de Portugal em Alter do Chão
Autor: Luís Gamito Fragoso a 24 de Março de 2009
A empresa será a União e a organização de João Duarte.
O cartel será oportunamente anunciado. Podemos adiantar a contratação de António Ribeiro Telles e Ana Batista.
Em breve muito mais novidade relativa a esta corrida serão anunciadas.
Quem autorizou, mais uma vez, a utilização do nome da União das Misericórdias Portuguesas?
Quando é que aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) apresentam contas destas corridas de touros?
Com que legitimidade são organizadas estas corridas de touros?
Autor: Luís Gamito Fragoso a 24 de Março de 2009
A empresa será a União e a organização de João Duarte.
O cartel será oportunamente anunciado. Podemos adiantar a contratação de António Ribeiro Telles e Ana Batista.
Em breve muito mais novidade relativa a esta corrida serão anunciadas.
Quem autorizou, mais uma vez, a utilização do nome da União das Misericórdias Portuguesas?
Quando é que aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) apresentam contas destas corridas de touros?
Com que legitimidade são organizadas estas corridas de touros?
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
UMA ORGANIZAÇÃO SEM RECONHECIMENTO E/OU CREDIBILIDADE
Estou a ouvir o debate que está a decorrer na SIC (são 21H25 do dia 2 de Abril de 2009) sobre a POBREZA.
A ausência da Instituição - União das Misericórdias Portuguesas não pode deixar de merecer o respectivo, registo.
É, absolutamente, incompreensível (e daí talvez não) a ausência da União das Misericórdias Portuguesas de debates sobre a POBREZA.
Só a ocupação de lugares por parte daqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) pode justificar tal ausência.
Só a situação actual que a União das Misericórdias Portuguesas justifica a ausência. Nem a presença da Provedora da Misericórdia de Oeiras suprime nem pode ser justificativa da ausência da União das Misericórdias Portuguesas, tanto mais que não se está a discutir a pobreza no concelho de Oeiras, mas sim a POBREZA e, sobretudo, os Novos Pobres com dimensão nacional.
A presença desta Provedora, neste programa, em vez de atenuar a ausência da UMP só a agrava e é demonstrativa da falta de reconhceimento público a que está votada. E isto só pode ser resultado, ou ser consequência natural da ocupação dos lugares dirigentes por aqueles que se instalaram nos cargos do órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP).
A ausência da UMP é tanto mais estranha quanto o cargo de Presidente do Secretariado Nacional está ocupado por quem também já foi Comissário da Luta Contra a Pobreza da Região Norte.
A ausência da UMP deste debate é tanto mais injustificada (ou talvez, por isso mesmo, nem tanto) quanto aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional que mais não fosse porque ocupou o lugar de Comissário de Luta Contra a Pobreza da Região Norte.
Talvez a não chamada da União das Misericórdias Portuguesas seja, mesmo, resultado da acção ou do resultado nulo obtido por aquele que se isntalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional enquanto Comissário da Luta Contra a Pobreza da Região Norte.
É, hoje, claro que o seu contributo na luta contra a pobreza na Região Norte foi, absolutamente, nulo.
Por razões históricas e por razões de missão as Misericórdias Portuguesas não podem nem devem ficar fora de debates públicos de dimensão nacional realizem-se eles onde se realizarem.
Situações como estas só prejudicam a imagem, a acção e a capacidade de intervenção das Misericórdias Portuguesas o que, sobretudo é lesivo para Portugal, para os Portugueses e de sobremaneira para os mais carenciados.
Dois factos, um já ocorrido, a Gala no Casino da Figueira da Foz organizada, no dia 6 de Fevereiro, por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas e o outro está previsto realizar-se, na Madeira, um Congresso transmitem uma ideia de Instituições detentoras de enormes, senão mesmo inesgotáveis, recursos finaceiros, o que não corresponde, minimamente, à realidade,
Os comportamentos protagonizados por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) para além de transmitir ideias erradas demonstra um enormíssimo desrespeito pela acção de muitíssimos Provedores e Dirigentes das Misericórdias Portuguesas que sistematicamente fazem apelos à caridade para poderem praticar o Bem ajundando os que mais necessitam.
As demonstrações exteriores de riqueza, como o são a realização da Gala no Casino da Figueira da Foz e a realização de um Congresso na Madeira, por parte daqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misricórdias Portuguesas (AICOSUMP) só prejudicam a imagem das Misericórdias Portuguesas e provocam reacções contrárias às necessidades sentidas por estas mesmas Instituições que existem para a prática do bem recorrendo à caraidade alheia.
É cada vez mais difícil, as Misericórdias obterem apoios imprescindíveis para a prática do BEM, já que aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) só transmitem ideia de Instituições muitíssimo ricas detentoras de meios suficientes que dispensam apoios externos.
Esta ideia é, absolutamente, errada e cada vez mais se impõe uma intervenção conjugada Das Misericórdias de forma a permitir-lhes reassumir a administração e gestão da sua União, sob pena de terem que ser as entidades tutelares a terem que o fazer.
Aqui fica o essencial da questão:
como é que as Misericórdias podem fazer crer que necessitam de apoio externo (nomeadamente financeiro) quando a sua União organiza eventos próprios de quem abunda em dinheiro?
Aqui deixo esta questão para que todos quantos sentem, diariamente, enormíssimas dificuldades par apoiar todos quantos necessitam?
A ausência da Instituição - União das Misericórdias Portuguesas não pode deixar de merecer o respectivo, registo.
É, absolutamente, incompreensível (e daí talvez não) a ausência da União das Misericórdias Portuguesas de debates sobre a POBREZA.
Só a ocupação de lugares por parte daqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) pode justificar tal ausência.
Só a situação actual que a União das Misericórdias Portuguesas justifica a ausência. Nem a presença da Provedora da Misericórdia de Oeiras suprime nem pode ser justificativa da ausência da União das Misericórdias Portuguesas, tanto mais que não se está a discutir a pobreza no concelho de Oeiras, mas sim a POBREZA e, sobretudo, os Novos Pobres com dimensão nacional.
A presença desta Provedora, neste programa, em vez de atenuar a ausência da UMP só a agrava e é demonstrativa da falta de reconhceimento público a que está votada. E isto só pode ser resultado, ou ser consequência natural da ocupação dos lugares dirigentes por aqueles que se instalaram nos cargos do órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP).
A ausência da UMP é tanto mais estranha quanto o cargo de Presidente do Secretariado Nacional está ocupado por quem também já foi Comissário da Luta Contra a Pobreza da Região Norte.
A ausência da UMP deste debate é tanto mais injustificada (ou talvez, por isso mesmo, nem tanto) quanto aquele que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional que mais não fosse porque ocupou o lugar de Comissário de Luta Contra a Pobreza da Região Norte.
Talvez a não chamada da União das Misericórdias Portuguesas seja, mesmo, resultado da acção ou do resultado nulo obtido por aquele que se isntalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional enquanto Comissário da Luta Contra a Pobreza da Região Norte.
É, hoje, claro que o seu contributo na luta contra a pobreza na Região Norte foi, absolutamente, nulo.
Por razões históricas e por razões de missão as Misericórdias Portuguesas não podem nem devem ficar fora de debates públicos de dimensão nacional realizem-se eles onde se realizarem.
Situações como estas só prejudicam a imagem, a acção e a capacidade de intervenção das Misericórdias Portuguesas o que, sobretudo é lesivo para Portugal, para os Portugueses e de sobremaneira para os mais carenciados.
Dois factos, um já ocorrido, a Gala no Casino da Figueira da Foz organizada, no dia 6 de Fevereiro, por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas e o outro está previsto realizar-se, na Madeira, um Congresso transmitem uma ideia de Instituições detentoras de enormes, senão mesmo inesgotáveis, recursos finaceiros, o que não corresponde, minimamente, à realidade,
Os comportamentos protagonizados por aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) para além de transmitir ideias erradas demonstra um enormíssimo desrespeito pela acção de muitíssimos Provedores e Dirigentes das Misericórdias Portuguesas que sistematicamente fazem apelos à caridade para poderem praticar o Bem ajundando os que mais necessitam.
As demonstrações exteriores de riqueza, como o são a realização da Gala no Casino da Figueira da Foz e a realização de um Congresso na Madeira, por parte daqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misricórdias Portuguesas (AICOSUMP) só prejudicam a imagem das Misericórdias Portuguesas e provocam reacções contrárias às necessidades sentidas por estas mesmas Instituições que existem para a prática do bem recorrendo à caraidade alheia.
É cada vez mais difícil, as Misericórdias obterem apoios imprescindíveis para a prática do BEM, já que aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) só transmitem ideia de Instituições muitíssimo ricas detentoras de meios suficientes que dispensam apoios externos.
Esta ideia é, absolutamente, errada e cada vez mais se impõe uma intervenção conjugada Das Misericórdias de forma a permitir-lhes reassumir a administração e gestão da sua União, sob pena de terem que ser as entidades tutelares a terem que o fazer.
Aqui fica o essencial da questão:
como é que as Misericórdias podem fazer crer que necessitam de apoio externo (nomeadamente financeiro) quando a sua União organiza eventos próprios de quem abunda em dinheiro?
Aqui deixo esta questão para que todos quantos sentem, diariamente, enormíssimas dificuldades par apoiar todos quantos necessitam?
UMA ORGANIZAÇÃO SEM REGRAS (III)
A ausência de regulamento de funcionamento da Assembleia Geral da União das Misericórdias Portuguesas permite toda a espécie de arbitrariedades já que a ausência de regras tal possibilita.
A situação actual é, particularmente, favorável àqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) porque tal lhes facilita a sua "eterna" continuidade.
A ausência de regulamento de funcionamento da Assembleia Geral permite AICOSUMP manobrarem as respectivas sessões de forma a fazerem vingar só aquilo que lhes interessa.
Para que, eventualmente, nenhuma responsabilidade lhes possa ser assacada procuram cumprir as obrigações legais (aprovação do plano de actividades e orçamento; relatório de actividades e contas de gerência) e ainda assim fora do prazo estipulado no Decreto-Lei n.º 119/89, de 25 de Fevereiro.
Mas passemos a analizar os factos que demonstram as irregularidades cometidas nas sessões da Assembleia Geral da UMP.
Do que é submetido à apreciação e deliberação da Assembleia Geral a votação é orientada para a aprovação (quase sempre unânime) das propostas que lhes são apresentadas.
A expressão do voto não é igual, nem em todas as votações e é sempre função do interesse de AICOSUMP.
Exemplificando:
1.º- quando há propostas apresentadas por aqueles que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional ou de algum dos presentes por ele mandatado, aquele que se instalou no cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral solicita aos que votem contra ou se abstenham para se porem de pé. E aos que votem a favor da proposta que se mantenham sentados;
2.º- quando surge alguma proposta que não mereça o acolhimento de AICOSUMP a forma de votar é, exactamente, a contrária da atrás referida: aquele que se instalou no cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral solicita a quem queira votar a favor para se por de pé e aos queiram votar contra para ficarem sentados.
Esta forma de manipular as sessões da Assembleia Geral da UMP só é possível porque não há qualquer regra que regule o funcionamento das sessões.
Por estas razões e por outras que se prendem com a organização dos actos eleitorais que seguem a mesma lógica aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) tudo têm feito para impedir que a Assembleia Geral seja dotada de Regulamento próprio.
Todos os esforços feitos por vários Provedores de Misericórdias filiadas na UMP têm feito para dotar a Assembleia Geral de regulamento de funcionamento têm sido impedidas, até de serem apresentadas em sessão de Assembleia Geral.
Pelo menos um Requerimento de convocatória de sessão da Assembleia Geral, apresentado em conformidade com a lei e os Estatutos da UMP foi rejeitado, liminarmente, por quem estava instalada no cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral da UMP.
Para bem de Portugal, dos Portugueses e sobretudo para bem daqueles a quem a acção das Misericórdias se destina, impõe-se a intervenção, cada vez mais urgente, das entidades que tutelam a União das Misericórdias Portugesas, nomeadamente, a Conferência Episcopal Portuguesa e o Ministério do Trabalho e da Solidariedade.
A situação actual é, particularmente, favorável àqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) porque tal lhes facilita a sua "eterna" continuidade.
A ausência de regulamento de funcionamento da Assembleia Geral permite AICOSUMP manobrarem as respectivas sessões de forma a fazerem vingar só aquilo que lhes interessa.
Para que, eventualmente, nenhuma responsabilidade lhes possa ser assacada procuram cumprir as obrigações legais (aprovação do plano de actividades e orçamento; relatório de actividades e contas de gerência) e ainda assim fora do prazo estipulado no Decreto-Lei n.º 119/89, de 25 de Fevereiro.
Mas passemos a analizar os factos que demonstram as irregularidades cometidas nas sessões da Assembleia Geral da UMP.
Do que é submetido à apreciação e deliberação da Assembleia Geral a votação é orientada para a aprovação (quase sempre unânime) das propostas que lhes são apresentadas.
A expressão do voto não é igual, nem em todas as votações e é sempre função do interesse de AICOSUMP.
Exemplificando:
1.º- quando há propostas apresentadas por aqueles que se instalou no cargo de Presidente do Secretariado Nacional ou de algum dos presentes por ele mandatado, aquele que se instalou no cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral solicita aos que votem contra ou se abstenham para se porem de pé. E aos que votem a favor da proposta que se mantenham sentados;
2.º- quando surge alguma proposta que não mereça o acolhimento de AICOSUMP a forma de votar é, exactamente, a contrária da atrás referida: aquele que se instalou no cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral solicita a quem queira votar a favor para se por de pé e aos queiram votar contra para ficarem sentados.
Esta forma de manipular as sessões da Assembleia Geral da UMP só é possível porque não há qualquer regra que regule o funcionamento das sessões.
Por estas razões e por outras que se prendem com a organização dos actos eleitorais que seguem a mesma lógica aqueles que se instalaram nos cargos dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (AICOSUMP) tudo têm feito para impedir que a Assembleia Geral seja dotada de Regulamento próprio.
Todos os esforços feitos por vários Provedores de Misericórdias filiadas na UMP têm feito para dotar a Assembleia Geral de regulamento de funcionamento têm sido impedidas, até de serem apresentadas em sessão de Assembleia Geral.
Pelo menos um Requerimento de convocatória de sessão da Assembleia Geral, apresentado em conformidade com a lei e os Estatutos da UMP foi rejeitado, liminarmente, por quem estava instalada no cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral da UMP.
Para bem de Portugal, dos Portugueses e sobretudo para bem daqueles a quem a acção das Misericórdias se destina, impõe-se a intervenção, cada vez mais urgente, das entidades que tutelam a União das Misericórdias Portugesas, nomeadamente, a Conferência Episcopal Portuguesa e o Ministério do Trabalho e da Solidariedade.
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